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Locação pelo Airbnb chega ao STJ; entenda o que pode ser decidido

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Locações pelo Airbnb estão sendo julgadas no STJ.


Nesta quinta-feira (10), a Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça ( STJ ) se reúne para discutir um caso que pode afetar a forma com que a Justiça enxerga serviços como os do aplicativo Airbnb

O caso aconteceu em um condomínio residencial em Porto Alegre (RS) em 2014, e chegou até o STJ por decisões conflitantes nas instâncias inferiores. Na ocasião, uma mulher e seu filho, donos de dois apartamentos no condomínio , alugavam quartos ou o apartamento inteiro através do Airbnb para turistas que vieram para a Copa do Mundo. Pensando na segurança , os outros moradores do prédio se incomodaram e, em assembleia de condomínio , proibíram a mulher e o filho de fazerem locações deste tipo. 

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Como uma locação do Airbnb foi parar na Justiça?

Como a mulher e o filho apresentaram resistência em seguir a decisão, o condomínio abriu um processo . Em primeira e segunda instâncias, a Justiça do Rio Grande do Sul ficou do lado do condomínio, entendendo que essas loc ações e sublocações representam atividade comercial de hospedaria , o que vai contra as normas do condomínio. 

A mulher e o filho, porém, entendem que essas locações e sublocações não mudam o caráter residencial do imóvel . Assim, eles recorreram ao STJ , que julga o caso hoje. Os ministros discutirão se as chamadas locações temporárias (de até 90 dias) retiram a característica residencial do imóvel, bem como quais são os limites de poder do proprietário do imóvel. 

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Como o Airbnb entrou nessa discussão?

A decisão tomada hoje pelos ministros do STJ dizem respeito apenas a esse caso envolvendo condomínio, mulher e filho. Sem o chamado efeito vinculante, o que for definido hoje não é um entendimento válido para qualquer caso parecido . Apesar disso, essa é a primeira vez que uma corte superior brasileira debate sobre locações e sublocações por aplicativos , o que significa que o que for decidido pode, sim, acabar servindo indiretamente como uma orientação. 


E é exatamente por considerar a descião importante para seus negócios que o Airbnb pediu para fazer parte do processo. Portanto, a empresa foi integrada ao julgamento como parte favorável à mulher e seu filho. 

Fonte: IG Tecnologia
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xCloud é liberada pela Microsoft; conheça a plataforma de games em nuvem

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Olhar Digital

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Games em nuvem da Microsoft começam a ficar disponíveis


A visão da indústria de tecnologia para os games vai muito além do console físico que é a forma dominante de consumo de jogos . A nuvem é o próximo passo, com exemplos como o Google Stadia chegando ao mercado. A Microsoft também está de olho nesse mercado e começou os primeiros testes do xCloud , sua própria plataforma, nesta segunda-feira (14).

A empresa decidiu disponibilizar o serviço para poucas pessoas, por enquanto. Primeiro, ele está habilitado apenas nos Estados Unidos, no Reino Unido e na Coreia do Sul. Além disso, apenas interessados que haviam realizado um cadastro prévio em setembro estão recebendo os convites para participar do experimento.

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Quem está na lista inicial de escolhidos para testar o serviço tem acesso a quatro jogos sem qualquer custo. São eles o recém-lançado “Gears 5”, “Halo 5”, “Killer Instinct” e “Sea of Thieves”. Os três primeiros chamam a atenção por serem jogos de ação intensa , que dependem muito de uma latência mínima para uma boa experiência, que é justamente a maior preocupação com os jogos em nuvem . A Microsoft promete incluir outros títulos com o passar do tempo.

Por enquanto, o xCloud experimental está disponível apenas para usuários de Android (celular ou tablet), rodando a versão 6.0 ou superior do sistema e habilitado ao Bluetooth 4.0; também é necessário uma conta ativa da Microsoft , um controle de Xbox com suporte a Bluetooth. Ainda não há uma previsão de quando o serviço estará acessível para usuários de iOS .

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O que são jogos em nuvem?

Não é muito difícil entender como funciona um jogo em nuvem . Pense no seu console : ele recebe os comandos que você dá pelo seu controle, processa e transforma aquilo em uma ação que você vê em vídeo na sua TV. Na nuvem , o sistema é similar, só que em vez de o console estar na sala da sua casa, ele está em um grande datacenter a vários quilômetros da sua residência .

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Isso significa que os comandos que você dá pelo seu controle precisam viajar para esse datacenter por meio da internet ; da mesma forma, a imagem viaja do datacenter até a sua tela.

O ponto negativo é que há vários problemas potenciais que podem fazer com que os comandos que você dá e a imagem que chega até você atrasem, gerando uma experiência de jogo ruim, com o famoso “lag” . Se o sistema não for implementado corretamente, pode haver um atraso que impede que jogos mais frenéticos sejam aproveitados adequadamente.

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Mas também há pontos positivos. O primeiro deles é que não há uma barreira financeira inicial para aproveitar seus jogos, o que torna o serviço mais acessível ao não ser necessário comprar um console físico. O segundo é que qualquer dispositivo com tela conectado à internet pode ser usado para jogar com gráficos de alta definição (smart TV, celular, tablet, etc.), já que o processamento do vídeo é feito todo no datacenter. Na prática, o que você vê na tela não é muito diferente de um vídeo do YouTube , cuja limitação de qualidade da imagem está ligada não ao poder do seu dispositivo, mas pela velocidade da sua conexão.

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Fonte: IG Tecnologia
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Google Pay passa a aceitar cartão de débito em compras online

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Olhar Digital

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Reprodução
Google Pay passa a aceitar cartões de débito


As compras online se tornaram parte da maneira como as pessoas da atualidade consomem produtos. Os pagamentos com cartão de crédito são os meios de pagamento mais utilizados, mas, para quem não possui nenhum cartão desse tipo, a única alternativa disponível seria o boleto bancário .

Agora, pensando nisso, o Google  anunciou nesta segunda-feira (14) a possibilidade de realizar pagamentos com o cartão de débito dentro do Google Pay , seu sistema de pagamentos online . A função, que foi desenvolvida com exclusividade para o Brasil, visa melhorar a forma como as compras online são realizadas para quem não possui um cartão de crédito .

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Toda a autenticação e o pagamento da compra são feitos diretamente no aplicativo da loja, sem a necessidade de entrar no app do banco para realizar a transação. A ideia é trazer para o Google Pay as pessoas que realizam compras no boleto bancário, e que, atualmente, representam 20 milhões do total de 60 milhões de compras online realizadas em um ano.

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Divulgação/Google
Agora, é possível usar o cartão de débito para realizar o pagamento


Por enquanto a função foi liberada para clientes do Banco do Brasil, Itaú e Bradesco . Qualquer usuário desses bancos, e que possuam cartões das bandeiras Visa, Mastercard e Elo podem aproveitar o novo recurso.

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O Google  trabalha com diversas empresas parceiras que buscam encorajar o uso do pagamento por débito oferecendo vantagens como descontos , cashback , recargas em dobro, entre outros. Até o momento, 18 empresas fazem parte do sistema, incluindo Claro, Rappi, Peixe Urbano, Ingresso.com e Grin . A promessa da empresa é que, até o fim do ano, novos parceiros sejam integrados à plataforma.

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Para João Felix, líder de estratégia de operações do Google , a implementação dessa forma de pagamento segue uma “necessidade crescente dos usuários”. Ainda de acordo com ele, o Google aposta em um “crescimento significativo nas transações usando o Google Pay ” após a disponibilização do recurso.


A funcionalidade será disponibilizada pelos parceiros nos próximos dias. O sistema será disponibilizado para os usuários de sistemas operacionais Android . Os clientes com cartão de débito ou com função múltipla (débito e crédito) podem cadastrar o cartão no Google Pay por meio de seus aplicativos do Banco do Brasil, Bradesco e Next. No caso de usuários da Caixa Econômica, Itaú e Neon, o cadastro deve ser feito diretamente dentro da Google Play Store .

Fonte: IG Tecnologia
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