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Economia

Lira afirma não haver problemas técnicos no Orçamento de 2021

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Lira pediu celeridade para Bolsonaro sancionar o Orçamento 2021
Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Lira pediu celeridade para Bolsonaro sancionar o Orçamento 2021

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL) , disse nesta quarta-feira (07) que o Orçamento aprovado pelo Congresso não tem problemas técnicos. Antes de chegar ao plenário para comandar sessão, ele pediu celeridade para a sanção do presidente Jair Bolsonaro. Para Lira, se houve falhas na construção da peça, a solução poderá ser dada por vetos ao projeto ou envio de novas proposições para adequação.

Em parecer técnico, o Tribunal de Contas da União (TCU) registrou problemas no Orçamento e pediu que o Ministério da Economia e a Casa Civil se posicionassem oficialmente sobre a proposta. Um dos principais problemas é o montante de despesas obrigatórias, insuficiente para fazer frente aos compromissos do governo em 2021. O TCU, porém, disse que precisa de mais informações para analisar as falhas.

Para engordar as emendas dos parlamentares, o Congresso cancelou R$ 26,4 bilhões em gastos obrigatórios, como benefícios previdenciários e seguro-desemprego, por exemplo.

“(A negociação) foi feita entre Congresso e Economia, que é quem fala sobre orçamento. Quem excedeu no seu acordo vai ter que voltar atrás. Quem não excedeu, quem cumpriu, como eu disse no início da discussão, a nossa prioridade não é essa discussão. Isso aí fica a cargo de quem vai opinar, porque tecnicamente o orçamento não tem problema. Absolutamente, nem para o presidente (da República), nem para os órgãos que dele precisam para fazer a política pública se desenvolver no ano de 2021”, disse.

O impasse político gerado em torno da aprovação do Orçamento continua sem solução. Um jantar na terça-feira (06) reuniu Lira, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e o ministro da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos, mas o encontro terminou terminou sem acordo.

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De acordo com relatos de fontes do governo, os parlamentares deixaram claro que não aceitam romper o acordo feito com o Palácio do Planalto para incluir no Orçamento deste ano um extra de R$ 16,5 bilhões em emendas, valor negociado durante a tramitação da proposta que permitiu a volta do auxílio emergencial .

“Não tem nenhuma posição jurídica que possa ser contestada na sanção do orçamento. Eu penso que a sanção é um ato que corrobora uma ação feita pelo Congresso Nacional. Se, por acaso, existir qualquer qualquer de improbabilidade, ela se corrige com PLNs, contingenciamento e com veto”, afirmou Lira.

O presidente da Câmara pediu ainda uma solução rápida para a situação e reforçou que “todo acordo deve ser honrado na sua plenitude de parte a parte”. Segundo ele, “até amanhã deve estar resolvido”.

“Então, é de se esperar normalmente a posição com naturalidade. Toda essa especulação não gera nenhum proveito para o Brasil, que está sofrendo com pandemia, correndo atrás de vacinas e esperando que nós, políticos e técnicos do governo federal, de parte a parte, de qualquer um dos poderes, possa contribuir para sair desse momento de dificuldade que a gente vive. O resto é superficial. Nós precisamos de orçamento. Sancionado ou vetado, nós precisamos de orçamento”, concluiu

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Economia

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Dupla Sena de Páscoa
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Economia

Além das lives: setor de eventos para área empresarial se reinventa na pandemia

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Durante 2020, a MM Eventos realizou transmissões semi-presenciais, com a equipe de produção, e totalmente virtuais
Divulgação / MM Eventos

Durante 2020, a MM Eventos realizou transmissões semi-presenciais, com a equipe de produção, e totalmente virtuais


A pandemia acertou em cheio a economia brasileira. E muitos setores precisaram se reinventar. É o caso das empresas especializadas em eventos. Segundo a Associação Brasileira dos Promotores de Eventos (Abrape), até fevereiro deste ano, mais de 350 mil eventos deixaram de ser realizados em 2020 (entre shows, festas, congressos, rodeios, eventos esportivos e sociais, teatro, entre outros). A situação praticamente não mudou este ano.

Segundo a associação, um terço das empresas fechou as portas em definitivo. Das que permanecem abertas, 97 de cada 100 não está prestando serviço. O ramo deixou de faturar, ao menos, R$ 90 bilhões. E um terço das empresas em atividade vai ter muita dificuldade para reabrir, diz o levantamento

Uma outra pesquisa, feita pelo Sebrae em agosto de 2020, mostrou que, até o terceiro trimestre, empresários tentaram negociar prazos para amenizar os impactos da pandemia: 34% devolveram o dinheiro para o contratante, mas 35% deles contam que conseguiram negociar crédito para utilizar futuramente. Outros apostaram em inovação. 

Como o grupo MM Eventos. Com sede em São Paulo e atuação no país inteiro, desenvolveu uma maneira de inovar as tradicionais lives que, na visão de Ana Carolina Medeiros, diretora de relacionamento da empresa, “já estão batidas”. 

O grupo se dedicou a criação do que Medeiros chama de lives interativas: em vez de assistir a uma transmissão impessoal e pouco interativa, o espectador tem uma experiência dinâmica através de um kit físico entregue na sua casa. “A ideia é transportar a experiência do presencial pró on-line”, explica. 

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A transição não foi fácil. Medeiros conta que, na primeira semana de distanciamento social em todo o país, cerca de 200 eventos da empresa foram cancelados. A equipe entrou em desespero. “Peguei, sentei todo mundo em uma call para discutir: o que faríamos para nos adaptar e inovar?”   

O resultado, no final das contas, foi positivo. Até o final de 2020, a MM Eventos realizou mais de 700 eventos, nas modalidades 100% on-line e alguns semi-presenciais, que contavam com parte da equipe em estúdio. A lista vai desde convenções e feiras a festas de fim de ano e lançamentos de produtos. 

A quantidade de pessoas varia conforme a empresa que solicita o serviço. Algumas, menores, requerem 50 kits. Outras, mais ousadas, chegaram a reunir duas mil pessoas em uma feira, com cada uma delas recebendo seu kit personalizado. 

Um dos novos projetos, e mais ambiciosos, é a realização de um evento de vários dias com a entrega de um kit preparado especialmente para cada dia. Segundo Medeiros, a sensação de experiência personalizada é decisiva para enfrentar o isolamento.

Transição

A empresa de João Geo, que estava acostumada a fazer eventos comemorativos, foi uma das que buscou se reinventar em meio a pandemia. A Seguradora Pottencial, com sede em Belo Horizonte (MG), “tinha essa cultura da festa”, diz o CEO

Além de ser um raro exemplo de empreendimento que registrou alta de faturamento durante a pandemia, a Pottencial também inovou com a sua tradicional festa de fim de ano.

A comemoração, que em 2020 alcançou mais de mil pessoas, foi totalmente virtual, mas igualmente importante para a equipe. Os dois eventos, um para os clientes e outro para a equipe, contaram com a participação do cozinheiro Leo Paixão em uma chamada de vídeo coletiva.


“Cozinheiro com Paixão”

Batizada de “Cozinhando com Paixão”, a organização da live enviou kits de culinária com ingredientes para a elaboração de pratos dirigidos pelo cozinheiro. Foi um momento de reunião familiar que, segundo Geo, “ajudou a manter nossa cultura viva”.

Ele conta que, além da tentativas de manter vivo o espírito da equipe, a empresa também adotou medidas de cuidado da saúde mental de seus funcionários. Semanalmente, a equipe de RH entra em contato com cada um dos trabalhadores, de todos os setores, para oferecer assistência psicológica e, até, física. “Às vezes o cara não tem um notebook bom, um suporte para se manter ereto na cadeira… E é dever da empresa fornecer esta estrutura para o funcionário, né?”, diz o presidente. 

A Pottencial também ofereceu assistência com psicólogos para seus funcionários e uma cartilha de “boas práticas no home office”. 

Para o futuro 

Medeiros crê que o mercado de eventos comece a engatinhar rumo ao que era antes da pandemia em julho deste ano. Os eventos presenciais, “com aquela aglomeração gostosa”, ela diz, só retornarão na medida em que a população se vacinar massivamente.

Ainda assim, certos hábitos da pandemia permanecerão. “Vai demorar para largarmos a máscara, o álcool em gel, o medo do abraço”, conta. Ela também espera que o período de isolamento sirva para criar lealdade e união dentro do setor de eventos que, para ela, ainda é muito desunido. 

“Como muitos dos nossos concorrentes quebraram, acho que, pra criar um novo setor de eventos, já que este está destruído, vamos ter que nos organizar melhor e cooperar mais. Em diretrizes, em protocolos, em organizações que defendam os nossos interesses, por que este ainda é um mercado muito desunido, muito traiçoeiro”, diz. 

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