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Política Nacional

Líder do governo no Senado, Fernando Bezerra reforça apoio a Simone Tebet

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Senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE)
Edilson Rodrigues/Agência Senado

Senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE)

Líder do governo no Senado , o senador Fernando Bezerra (MDB-PE) reforçou neste sábado (16) o apoio à candidatura de Simone Tebet (MDB-MS) à presidência da Casa. Em suas redes sociais, Bezerra também defendeu que os emedebistas estão unidos e rechaçou “qualquer tentativa de disseminar dissidências e desarmonia dentro do MDB”.

“Manifesto meu total apoio à candidatura da senadora Simone Tebet à Presidência do Senado pelo MDB. Unido, o MDB, que possui a maior bancada no Senado, marcha junto com Simone, que reúne os predicados para liderar a Casa neste momento de grandes desafios que o país enfrenta”, disse Bezerra.

Nos últimos dias, aumentou a pressão para que lideranças do MDB se envolvessem mais na disputa diante dos avanços do candidato do DEM, Rodrigo Pacheco (MG), que possui o apoio de nove siglas até o momento. A avaliação é de que os caciques não têm se envolvido nas articulações para conquistar novos votos.

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Além disso, passou a circular no Senado que pelo menos quatro dos 15 senadores do MDB estão dispostos a votar em Pacheco. Possível aliado de Tebet, o PSDB decidiu liberar a bancada alegando justamente que os emedebistas não possuem consenso em torno da própria candidatura.

Hoje, Bezerra também lembrou que conversou com o presidente Jair Bolsonaro sobre a candidatura do MDB há cerca de uma semana. Na ocasião, Bolsonaro comunicou que iria apoiar Pacheco, momento considerado crucial para MDB optar por Tebet, vista como um nome mais independente.

Hoje, no entanto, o emedebista contou que já aproveitou a ocasião para informar o presidente que o MDB havia decidido lançar a candidatura de Simone Tebet, primeira mulher a pleitear o cargo. De acordo com ele, o gesto demostrou “atenção” com Bolsonaro.

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Política Nacional

Neste sábado, comitiva brasileira embarca para Israel em busca do spray nasal

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Spray nasal contra o novo coronavírus está sendo desenvolvido em Israel
Reproducao / CNN

Spray nasal contra o novo coronavírus está sendo desenvolvido em Israel

Neste sábado (06), uma comitiva encabeçada pelo ministro das Relações Exteriores , Ernesto Araújo, vai para Israel tentar negociar o spray nasal que passa pela fase de testes clínicos. O governo brasileiro busca negociar produto para incorporar no tratamento do novo coronavírus . Entre os escalados para a viagem, está o filho do presidente, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL). As informações foram apuradas pela CNN Brasil. 

O atual presidente Jair Bolsonaro , declarou que irá acompanhar a saída da comitiva da base aérea de Brasília. De acordo com Bolsonaro, os representantes brasileiros irão se encontrar com o primeiro ministro Benjamin Netanyahu. 

Com o nome EXO-CD24, o spray, não tem sua eficácia comprovada ainda e está passando pelo seu desenvolvimento pelo Centro Médico Ichilov, em Israel . Até então, o medicamente era escolhido para casos de câncer no ovário. 

Ainda em sua fase de testes, o spray nasal passou a ser implementado em testes contra o novo coronavírus . Os primeiros resultados revelam que 29, dos 30 voluntários, não evoluíram para casos graves da doença. 

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Política Nacional

Bolsonaro muda discurso e admite tomar vacina contra a Covid-19 “lá na frente”

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Presidente Jair Bolsonaro (sem partido) durante pronunciamento em rede nacional de rádio e TV
Carolina Antunes/PR

Presidente Jair Bolsonaro (sem partido) durante pronunciamento em rede nacional de rádio e TV

O presidente Jair Bolsonaro, que no passado afirmou que não tomaria imunizantes contra a Covid-19, agora admite a possibilidade de se vacinar “lá na frente”. Embora ainda não se saiba quanto tempo duram os anticorpos após contrair a doença, Bolsonaro afirmou que está “imunizado” por já ter sido infectado em julho do ano passado.

“No meu caso, o pessoal fica perturbando ‘tome a vacina’. O que é vacina ? Não é um vírus morto? Eu já tive o vírus vivo. Então estou imunizado. Deixa outro tomar a vacina no meu lugar. Lá na frente, depois de todo mundo, se eu resolver tomar, porque no que depender de mim é voluntário, não pode obrigar ninguém a tomar vacina, eu tomarei”, declarou Bolsonaro .

Como de praxe, o presidente não usava máscara de proteção durante a conversa com apoiadores, que ocorreu em frente ao Palácio da Alvorada.

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