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Libertadores, a competição que adora passar vergonha. Infelizmente

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Colunista do iG, Guilherme Pallesi lamenta pelo episódio envolvendo a torcida do River e os jogadores do Boca Juniors. De acordo com o jornalista, o time de Tévez e Darío Benedetto deveria ser declarado campeão da edição de 2018 da Libertadores; confira o vídeo.

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Após a confusão em Buenos Aires, na Argentina, e o adiamento do jogo decisivo da Copa Libertadores da América, entre River Plate e Boca Juniors, a Conmebol ainda não definiu a nova data da histórica final da competição.

De acordo com a imprensa argentina, os membros da entidade que rege o futebol sul-americano vão realizar amanhã (27) uma reunião para decidir a nova data da final. Segundo o jornal “La Nación”, o confronto entre River e Boca  deverá ser disputado no dia 8 de dezembro.

A final da Libertadores não será ser disputada no próximo fim de semana por conta da cúpula do G20, que será realizada em Buenos Aires, entre os dias 30 de novembro e 1º de dezembro, evento que exigirá um esquema de segurança especial para acolher líderes como o norte-americano Donald Trump e o russo Vladimir Putin.

Além disso, o campeão da Libertadores será conhecido poucos dias antes do início do Mundial de Clubes, que começará no dia 12 de dezembro. O representante da Conmebol vai estrear na competição internacional no dia 18 de dezembro.

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Confusão antes de River x Boca pela Libertadores


O ônibus do Boca Juniors foi apedrejado por torcedores do River Plate na chegada para final da Libertadores
Reprodução

O ônibus do Boca Juniors foi apedrejado por torcedores do River Plate na chegada para final da Libertadores

A tão aguardada final foi adiada após o ônibus que levava os jogadores do Boca ter sido apedrejado por torcedores do River, nos arredores do estádio Monumental de Núñez. Dois atletas da equipe xeneize acabaram feridos, incluindo o capitão Pablo Pérez, atingido no olho por estilhaços de uma janela.

Outros jogadores do Boca foram afetados por gás de pimenta, usado pelas forças de segurança para tentar conter os torcedores argentinos.

O prefeito de Buenos Aires , Horacio Rodríguez Larreta, responsabilizou os torcedores pela confusão e acusou eles de pertencerem a “máfias infiltradas no futebol há mais de 50 anos”. “Isto é uma mostra de que a estupidez humana está muito presente ao redor do futebol e muitas vezes não tem limites.”, disse Larreta.

O ex-atacante do Boca Juniors Darío Cvitanich, lamentou o ocorrido e declarou que preferia ver Grêmio e Palmeiras na final da Libertadores, ao invés dos dois clubes argentinos.

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“Tinham que ter jogado Grêmio e Palmeiras. É lamentável o que aconteceu, acredito que deu uma tristeza grande e uma sensação de impotência em todos nós. Como sempre digo, acredito que chegamos ao fundo do poço”, disse o jogador do Banfield em entrevista ao jornal “Olé”.

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Já o técnico do Palmeiras, Luis Felipe Scolari, afirmou que o Boca Juniors deveria ser declarado campeão da Libertadores . “O Boca tem razão em não jogar. Se eu estivesse no Boca, não jogaria. Não sei como está Pablo, não sei como está do problema da vista. Se eu estivesse lá, não jogaria. Há um precedente disto, que ocorreu há três anos e foi dada a vitória ao River. Para ser correto, deveria ser declarado vencedor o Boca “, declarou o técnico campeão do Campeonato Brasileiro de 2018. 

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Assassino confesso do jogador Daniel recebeu conselhos de policial afastado

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Áudios vazados do WhatsApp e divulgados pela RICTV Curitiba indicam que Edison Brittes Junior, conhecido como Juninho Riqueza, pediu conselhos para o policial civil Edenir Canton, o Gaúcho, que está afastado de seu cargo, antes de confessar ter matado o jogador Daniel Corrêa, em 27 de outubro.

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O jogador Daniel Corrêa foi assassinado no dia 27 de outubro
Erico Leonan/São Paulo FC

O jogador Daniel Corrêa foi assassinado no dia 27 de outubro

Em um dos áudios, Canton aconselha a não contratação de Cláudio Dalledone, atual advogado de Juninho, e indica outra pessoa. Antes, o assassino confesso de Daniel afirmou que recebeu a indicação de Gaúcho para contratar um defensor.

“Juninho, sou eu, o Gaúcho. Não vai atrás do Dalledone. Vem aqui. Não vai atrás do Dalledone, senão você vai tomar no c*. Passa aqui que temos que montar uma estratégia técnica, senão o Dalledone só fica na conversa, te prende e você está f***”, disse o policial.

Posteriormente a isso, Edison Brittes enviou mensagens de voz para o advogado Rafael Pellizzetti, dizendo que Canton o havia indicado. Pellizzetti é quem defende o policial em caso de homicídio que aconteceu em 2015 e o afastou do cargo. O caso corre em segredo de Justiça, em Araucária, no Paraná.

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“Boa tarde, Pellizetti. Tudo bem? Juninho, indicado do Gaúcho, Edenir Canton . Posso ligar pra você?”, afirmou Juninho. “Doutor, eu preferia encontrar o senhor pessoalmente na hora que o senhor se livrar aí, pode ser?”, acrescentou na sequência.

Vale ressaltar que investigações já haviam mostrado que Brittes e Canton se conheciam anteriormente. O carro Veloster preto que Juninho utilizou no dia da morte de Daniel, por exemplo, já pertenceu ao policial. Canton não é investigado no caso Daniel, mas as gravações mostram a proximidade entre os dois.

O processo ao qual Edenir Canton responde é datado de 28 de abril de 2015, quando Ricardo Geffer foi morto após uma abordagem policial onde o delegado Rubens Recalcatti, que se tornou deputado estadual e já posou em fotos ao lado da família de Brittes, atuava.

Recalcatti e Canton são acusados do assassinato de Geffer ao lado de outros seis policiais. A vítima era suspeita de ter matado João Dirceu Nazzari, ex-prefeito do Rio Branco do Sul, região metropolitana de Curitiba, em 12 de abril de 2015. O caso atualmente está no Tribunal de Justiça do Paraná e pode passar para o STJ, pois um dos acusados é deputado.

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O advogado Claudio Dalledone, que defende a família Brittes no caso Daniel , o qual Edison confessou ter cometido o homicídio, também defende Recalcatti no caso Geffer. Além de Juninho, outras cinco pessoas estão presas acusadas de participação na morte do jogador.

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Milan é punido pela Uefa por descumprir o fair play financeiro

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A Uefa anunciou nesta sexta-feira as punições ao Milan por não ter cumprido as regras do fair play financeiro da entidade. Entre as sanções, o clube rossonero não irá receber os 12 milhões de euros (cerca de R$ 53 milhões, na cotação atual) em receitas por ter participado da Liga Europa.

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Gattuso é o atual técnico do Milan e pode ser prejudicado com as punições aplicadas pela Uefa
Divulgação/ACMilan

Gattuso é o atual técnico do Milan e pode ser prejudicado com as punições aplicadas pela Uefa

Além disso, pelas próximas duas temporadas, o Milan não poderá inscrever mais de 21 jogadores para participarem de competições da Uefa, isto é, Liga Europa e Liga dos Campeões.

A entidade que rege o futebol europeu também determinou que o clube de Milão tem até o dia 30 de junho de 2021 para corrigir sua situação financeira. Caso contrário, a agremiação não poderá disputar nenhum campeonato organizado pela a Uefa nas temporadas 2022/2023 e 2023/2024.

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Na janela de transferências da temporada passada, a agremiação rossonera gastou mais de 200 milhões de euros (R$ 880 milhões) em novas contratações. A gastança despertou a desconfiança da Uefa , alegando que as operações do clube foram “suspeitas”. Na ocasião, o clube italiano precisou pedir um empréstimo ao fundo de investimentos norte-americano Elliot.

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Uma das contratações do Milan nesta temporada foi Higuaín

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Além do revés nos tribunais, o Milan também sofreu uma dura derrota nesta quinta-feira (13) em campo. O escrete rossonero perdeu por 3 a 1 para o Olympiacos, da Grécia, e foi eliminado ainda na fase de grupos da Liga Europa.

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