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Economia

Léo Picon alega ter recebido Pix de R$ 1,5 milhão de Jade; é possível?

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Léo Picon alega ter recebido Pix de R$ 1,5 milhão de Jade; é possível?
Reprodução/Instagram

Léo Picon alega ter recebido Pix de R$ 1,5 milhão de Jade; é possível?

Na última quinta-feira (13), o influenciador digital Léo Picon afirmou em entrevista para um canal do YouTube que recebeu um Pix no valor de R$ 1,5 milhão da irmã, a também influenciadora Jade Picon. Ele teria descoberto a transferência após voltar de uma viagem de Fernando de Noronha (PE). O presente teria acompanhado a mensagem: “Léo, eu te amo”.

Vale lembrar que a quantia é a mesma ofertada ao vencedor do Big Brother Brasil, programa para o qual  Jade está cotada.

Mas será que é realmente possível fazer uma transferência de um valor tão alto como esse de uma só vez? O iG perguntou ao Banco Central, responsável pelo sistema de pagamentos instantâneos.

“No Pix não existem limites máximos de valores. Cabe a cada instituição definir os limites conforme o perfil dos clientes, baseado nas regras e parâmetros definidos pelo Banco Central na Instrução Normativa BCB nº 196 “, afirmou a instituição. “Ou seja, se o valor de R$ 1,5 milhão estiver compatível ao perfil do cliente, ele conseguirá fazer a transação via Pix”, continuou.

Entretanto, à noite, entre às 20hrs e às 6hrs,  o Pix tem limite de R$ 1 mil para transações entre pessoas físicas. Mas esse valor pode ser alterado, a pedido do cliente.

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Economia

Financiamento imobiliário cresce 65% e bate recorde em 2021

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Financiamento de imóveis cresceu 65% em 2021
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Financiamento de imóveis cresceu 65% em 2021

Dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) mostram o aquecimento do mercado imobiliário em 2021 se comparado ao ano anterior. Segundo o levantamento, financiamentos de imóveis cresceram 65% no ano passado, atingindo R$205,4 bilhões, número recorde já registrado pela associação.

De acordo com a Abecip, 866,3 mil unidades foram financiadas em 2021. O número é mais que o dobro registrado no ano anterior.

O mês de dezembro foi o pior em números de unidades fechadas desde março de 2021. Na época, 65 mil imóveis foram vendidos, crescimento de 16% em relação ao mesmo período de 2020, mas queda de 3,6% em relação a novembro.

Especialistas creditam a baixa taxa de juros, além do uso do FGTS, para a compra de imóveis. Entretanto, o estudo aponta possível desaceleração em financiamento de imóveis nos próximos meses. Em dezembro, por exemplo, a Abecip registrou R$16,7 bilhões em financiamentos, menor valor registrado desde abril de 2021. O último mês em que a quantidade de imóveis financiados superou a casa R$20 bilhões foi em agosto.

A redução no interesse por financiamentos acontece em meio a alta na taxa básica de juros (Selic), que atingiu 9,25% no fim do ano passado.

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Economia

Setor cultural: mais de 900 mil perderam emprego no início da pandemia

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Setor cultural: mais de 900 mil perderam emprego no início da pandemia
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Setor cultural: mais de 900 mil perderam emprego no início da pandemia

Mais de 900 mil trabalhadores do setor cultural ficaram sem emprego no início da pandemia de Covid-19, mostram dados divulgados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) nesta quinta-feira (27). Ao final de 2019, haviam 5,5 milhões de pessoas empregadas no setor, 600 mil a mais do que nos primeiros três meses do ano anterior. No terceiro trimestre de 2020, entratanto, esse número caiu para 4,6 milhões.

Com o avanço da vacinação no país e a consequente retomada dos eventos, houve uma leve recuperação no setor, com a crição de 340 mil postos de trabalho. As novas contratações fizeram com que o número de empregados na área atingisse cerca de 5 milhões de pessoas no segundo trimeste do ano passado, número similar ao observado no início de 2018, mas ainda abaixo do nível de 2019.

O estudo teve como base informações da Pesquisa Nacional de Amostragem de Domicílios (Pnad) Contínua e apresentadas pelo Sistema de Informações e Indicadores em Cultura do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Números revelam que o setor seguiu tendência

De acordo com o Ipea, o mercado de trabalho do setor cultural seguiu uma tendência também encontrada no setor não cultural: um crescimento gradual de 2018 até os primeiros meses de 2020, seguido por uma redução do número de pessoas ocupadas, coincidente com o início da pandemia. 

Do final de 2019 até meados de 2020, o número de empregados no setor não cultural passou de 89 milhões para 78 milhões. Já no primeiro trimestre de 2021, houve uma recuperação gradual, atingindo 83 milhões de pessoas. Nesse período, o setor cultural brasileiro foi responsável por 5,7% do total de vínculos do mercado de trabalho, contra 94,3% de trabalhadores do setor não cultural.

Os dados também mostram que, apesar de seguirem a mesma tendência, o setor cultural foi mais afetado pela pandemia: até o final de 2019, o número de empregos criados na área era superior ao do setor não cultural, mas, durante o período pandêmico, teve queda maior.

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