conecte-se conosco


Moda

Kate Middleton usa vestido de R$ 9 mil e é comparada com Lady Di

Publicado

Quem tem boa memória deve ter se familiarizado com o look escolhido por Kate Middleton para participar de um evento em homenagem à sua avó, nesta terça-feira (14), no Bletchley Park – antiga instalação militar ao norte de Londres.

Apesar de já ter usado o vestido durante foto oficial dos 70 anos do príncipe Charles, muita gente lembrou mesmo da princesa Diana. O modelo azul de bolinhas da estilista Alessandra Rich é quase idêntico ao usado por Lady Di nos anos 80.

Disponível por 1.750 libras (o equivalente a quase 9 mil reais), o look também é queridinho de celebridades como Sarah Jessica Parker e Christie Brinkley. Para completar, ela ainda usou sapatos de camurça de Emmy London, que custam 425 libras (R$ 2.180) e bolsa Smythson de 450 libras (R$ 2.309).

A duquesa também escolheu carinhosamente um broche que pertenceu a sua vó para a ocasião. Em entrevista, ela falou da importância do trabalho feito em Bletchley durante a Segunda Guerra. “Minha avó e sua irmã trabalharam aqui. É muito legal. Quando ela estava viva infelizmente ela nunca pode falar sobre isso. Ela estava tão comprometida com o sigilo que nunca se sentiu capaz de nos dizer”, disse Kate se referindo aos códigos decifrados pela avó durante a guerra na década de 40.

Leia mais:  PFW highlights!

Fonte: universa.uol.com.br/

Comentários Facebook
publicidade

Moda

Indústria da moda desacelera investimentos em sustentabilidade

Publicado

Falta um esforço conjunto das grandes companhias do setor para diminuir a emissão de gases de efeito estufa na atmosfera, que supera 1 bilhão de toneladas a cada ano.

A indústria da moda deve movimentar US$ 3,3 trilhões até 2030. Caso o ritmo de crescimento seja mantido, serão fabricadas 102 milhões de toneladas de roupas e calçados nesse período. A título de comparação, esse peso equivale a meio milhão de baleias azuis.

Por se tratar de um setor extremamente poluente, acredita-se que a moda é capaz de acelerar as mudanças climáticas. Em 2015, o segmento gerou 1,2 bilhão de toneladas de gases de efeito estufa, o que é mais do que todos os voos internacionais e transportes de carga marítimos juntos. Além disso, a moda também é responsável por um quinto da poluição global da água e um terço dos microplásticos nos oceanos, segundo a Fast Company.

Se nada mudar, o mundo deve viver uma grave catástrofe ambiental em 2040. Muitas regiões costeiras ficarão submersas, a comida será escassa e os recifes de corais serão extintos, de acordo com as previsões da ONU. E a moda terá um papel fundamental para que isso aconteça.

Nos últimos anos, a indústria da moda havia esboçado um esforço para diminuir impacto de suas atividades no planeta. Em 2019, contudo, esse movimento desacelerou. É essa a conclusão de um novo relatório produzido por três organizações: a Global Fashion Agenda, a Sustainable Apparel Coalition e a consultoria Boston Consulting Group.

Leia mais:  PFW highlights

Usando o índice Pulse Index, que leva em conta as metas de sustentabilidade das marcas de moda e a sua implementação, o relatório concluiu que a indústria havia subido seis pontos no ano passado, mas avançou apenas quatro neste ano.

“A indústria ainda está se aprimorando no que se refere à sustentabilidade”, disse Morten Lehmann, diretor de sustentabilidade da Global Fashion Agenda e coautor do relatório. “O problema é que o ritmo de melhora está diminuindo. Enquanto isso, a indústria cresce entre 4% e 5% a cada ano”. Ou seja, as empresas de moda não estão mudando com a rapidez necessária para contrabalançar os impactos ambientais causados pelo seu crescimento.

No ano passado, a Adidas prometeu usar apenas plástico reciclado até 2024, enquanto a Nike garantiu que passará a utilizar apenas a energia renovável até o final deste ano. Mas a indústria de moda está longe de ser sustentável. O relatório constata que 40% de todas as empresas de moda nem sequer começaram a levar a sério a questão da sustentabilidade, estabelecendo metas ou repensando sua cadeia.

Entre as 60% restantes, boa parte das mudanças estão acontecendo nas empresas de pequeno e médio porte. Entre os maiores players do mercado, que faturam bilhões em receita todos os anos, o ritmo de melhora praticamente parou.

Soluções compartilhadas
Segundo Lehmann, a indústria só pode avançar se grandes empresas começarem a compartilhar soluções. “Existem desafios de infraestrutura que a indústria precisa enfrentar, como a construção de instalações de reciclagem de roupas e calçados, o desenvolvimento de novos materiais mais sustentáveis ​​e o uso de tecnologia para tornar a cadeia de fornecimento mais eficiente”, disse à Fast Company.

Leia mais:  Indústria da moda desacelera investimentos em sustentabilidade

Já existem alguns esforços de colaboração aberta, mas geralmente entre marcas menores. A Allbirds, por exemplo, trabalhou com uma empresa petroquímica no Brasil para desenvolver espuma a partir de açúcar de origem sustentável, em vez de petróleo. A empresa desenvolve a fórmula desse novo material com código aberto, para que qualquer outra marca de tênis possa utilizá-lo.

Mas esses são apenas pequenos passos. Para que o impacto sofra uma redução importante, as empresas precisam compartilhar ideias e implementar soluções de maneira muito mais ampla e rápida. Além disso, o governo e os tomadores de decisão precisam criar regras que obriguem as marcas a seguir regras mais rígidas, os investidores devem apoiar marcas dedicadas à causa e a mídia deve continuar a chamar a atenção para os problemas do setor.

O consumidor também tem um importante papel a desempenhar. Os dados sugerem que muitas marcas se preocupam com a sustentabilidade devido, em grande parte, à pressão do consumidor. O levantamento mostrou que 38% dos 3 mil consumidores pesquisados ​​em todo o mundo dizem que trocaram sua marca preferida por outra que adotava práticas ambientais ou sociais positivas.

Fonte: época negócios

Comentários Facebook
Continue lendo

Moda

Esqueça a grinalda: a tiara é o acessório da vez na moda bridal

Publicado

O acessório, que se firmou como uma das tendências mais fortes de acessório da temporada, invadiu as passarelas da semana de moda noiva.

Nem Kate Middleton resistiu: desde que a Prada desfilou seu verão 2019, decretando de vez a volta das tiaras acolchoadas, o acessório se firmou como tendência de beleza absoluta, adotada pelo street style na semana de moda internacional e aqui no Brasil por Sabrina Sato.

Agora é a vez da tiara invadir a moda noiva: a última semana de moda bridal deixou as clássicas grinaldas de lado e deu vez às tiaras, abrindo mão inclusive do véu: acolchoadas em versões bordadas de pérolas, pedrarias ou flores, em versão rústica bem delicada ou adornadas por flores 3D, elas prometem atualizar o visual das noivas este ano. O melhor? Muitas podem ser usadas depois da cerimônia e recepção!

Fonte: www.vogue.globo.com

Comentários Facebook
Leia mais:  Tendências de Moda do Inverno Europeu
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Política MT

Mais Lidas da Semana