conecte-se conosco

  • powered by Advanced iFrame free. Get the Pro version on CodeCanyon.


Nacional

Justiça arquiva ação para impedir que Eduardo Bolsonaro seja nomeado embaixador

Publicado

source
Eduardo Bolsonaro arrow-options
Jorge William / Agência O Globo
Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) deve ser indicado oficialmente à embaixada brasileira em Washington em breve

O juiz André Maurício Júnior, da Justiça Federal na Bahia, arquivou nesta quarta-feira (21) sem ao menos julgar a ação em que o deputado Jorge Solla (PT-BA) pediu para evitar
que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) nomeie seu filho Eduardo Bolsonaro, deputado pelo PSL de São Paulo para o cargo de embaixador do Brasil nos Estados Unidos.

Leia também: Eduardo diz que ‘inexiste’ a chance de nepotismo em sua indicação para embaixada

Para Solla, a indicação de Eduardo Bolsonaro se confuigura nepotismo. Na decisão, o magistrado argumentou que não há como avaliar juridicamente eventual dano causado com a
nomeação antes que ela seja realizada.

André Maurício Junior ponderou que, para conceder liminar, em tese, não seria necessário aguardar a prática de um ilícito. Mas, no caso específico, “antes de efetivado o ato de
indicação pelo Presidente da República não é possível constatar, com alto grau de segurança, a presença de elementos que indiquem um risco concreto da prática futura de eventual
ato antijurídico, apto a caracterizar o interesse processual no manejo de tutela inibitória”.

Na segunda-feira (19), a defesa do presidente Bolsonaro enviou manifestação à Justiça Federal alegando que a indicação do filho para o cargo de embaixador não configurava
nepotismo. A provável indicação de Eduardo ainda precisaria ser aprovada pelo Senado, cuja Consultoria Legislativa classificou o caso como nepotismo.

Leia mais:  Bolsonaro envia Mourão à Colômbia para defender maior isolamento a Maduro

Leia também: “Não tem recuo”, diz Bolsonaro sobre indicação de Eduardo para embaixada


No documento de dez páginas, a defesa do pai de  Eduardo Bolsonaro argumenta que o cargo de embaixador tem natureza política e, por isso, não se enquadra na súmula vinculante do Supremo Tribunal Federal (STF) que proíbe o nepotismo em nomeações de autoridades, nem em um decreto do governo que também trata do assunto.

Fonte: IG Nacional
Comentários Facebook
publicidade

Nacional

Procurador assume que trabalhava para Joesley enquanto estava na PGR

Publicado

por

source

IstoÉ

Ex-procurador Marcello Miller foi ouvido na CPMI da JBS no Congresso arrow-options
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 29.11.17
Ex-procurador Marcello Miller foi ouvido na CPMI da JBS no Congresso


Novas mensagens trocadas entre o ex-procurador Marcello Miller e o ex-coordenador da Lava Jato na Procuradoria-Geral da República (PGR), Sergio Bruno, reforçam a tese de que a instituição, então sob comando de Rodrigo Janot, tinha conhecimento sobre os passos de Miller no escândalo J&F. O mais novo indício contra o ex-PGR vem de um depoimento do próprio Miller ao Supremo Tribunal Federal (STF), no qual entregou informações até então omitidas: em uma conversa com Bruno, Miller deixou claro que trabalhava, enquanto advogado, para os irmãos Joesley e Wesley Batista, ao mesmo tempo em que atuava como procurador na equipe de Janot.

Leia também: Juiz garante que Aécio seja investigado em São Paulo por “doações” de Joesley

Miller ainda pediu um conselho: “Vocês (da coordenação da Lava Jato na PGR) estão em paz com a perspectiva de eu participar da leniência aqui no Brasil?” – em referência ao acordo de leniência entre os irmãos Joesley e Wesley Batista e o Ministério Público Federal. Em resposta, Bruno afirmou: “Quanto à sua participação, vou dar minha opinião — não falo pelo grupo, muito menos pelo Janot –, mas eu, no seu lugar, tentaria atuar nos bastidores”. Bruno ainda o alertou: “Quando isso estourar, vão lançar teorias da conspiração, dizendo que você atuou dos dois lados”. A conspiração, na verdade, nunca houve. O que houve foram fatos, agora irrefutáveis, de que Janot sabia que seu ex-braço direito operava para os dois lados ao mesmo tempo.

Má-fé

De acordo com a acusação do MPF, Miller, com a ajuda da advogada Esther Flesch, então sócia do escritório Trench Rossi Watanabe, teria aceitado R$ 700 mil para orientar os executivos da JBS a celebrar um acordo de confidencialidade com a PGR. Na delação premiada, os irmãos Batista revelaram ao STF que, em abril de 2017, o então assessor de Michel Temer, o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures, teria recebido R$ 500 mil de Ricardo Saud, executivo da J&F, em nome dos donos da empresa.

Leia mais:  Inscrições do ProUni terminam neste domingo

Leia também: Justiça rejeita denúncia contra Joesley e Palocci  por crimes no BNDES

O ex-presidente também teria sido conivente com a compra de silêncio de Eduardo Cunha por parte dos Batistas. É daí que saiu a fatídica frase: “Tem que manter isso daí, viu?” da boca de Temer. A bomba estremeceu a base do Palácio do Planalto a ponto de inviabilizar a aprovação da Reforma da Previdência naquele ano. A delação levou o presidente e seu projeto por água abaixo. A mesma delação, que teria recebido ajuda de Marcello Miller para ser concluída, seria de conhecimento integral de Rodrigo Janot. Na época, o MPF afirmou que Miller era a pessoa certa para orientar a interlocução entre os irmãos da JBS e os integrantes da PGR .


A ex-PGR Raquel Dodge solicitou ao STF a rescisão dos acordos de delação e leniência por “omissão e má-fé” dos delatores, em setembro de 2017. Dois anos depois, o relator do caso na Corte, Edson Fachin, ainda não se pronunciou sobre o pedido. Na última semana, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região concedeu Habeas Corpus a Marcello Miller e sua sócia Esther Flesch e trancou a ação penal por “inépcia da denúncia”. Realmente, o Brasil não é um país para amadores e a história acabou fazendo justiça aos fatos: Janot sempre foi um farsante.

Fonte: IG Nacional
Comentários Facebook
Continue lendo

Nacional

Mulher é degolada na frente do filho de 2 anos no Piauí; suspeito foi preso

Publicado

por

source
Laysse da Silva Carvalho arrow-options
Reprodução/Facebook
Laysse da Silva Carvalho foi morta a facadas na madrugada de sexta-feira (20); o suspeito foi preso pela Polícia Militar

Uma mulher, identificada como Laysse da Silva Carvalho, 29, foi morta com cortes profundos na garganta em Nazária, Piauí. Segundo informações da Polícia Militar local, o corpo da vítima foi encontrado dentro de casa, despido, ao lado do filho dela, que tem dois anos de idade. O crime teria ocorrido na madrugada de sexta-feira (20). 

Leia também: Homem é preso por matar filho de dois anos afogado para fazer mãe “sofrer”

Laysse, que trabalhava como doméstica, morava apenas com a criança. Os familiares da vítima informaram aos policiais que encontraram o corpo da mulher após a patroa dela estranhar sua ausência no trabalho. A patroa, então, entrou em contato com a irmã da vítima.


Um homem identificado como Thalisson Francisco Araújo foi preso na tarde sexta-feira como o principal suspeito do crime . A PM informou que ele estava com o celular da vítima e foi visto por vizinhos na rua da casa dela. Ele não é o pai do filho de Laysse e não teria envolvimento amoroso com ela. O homem tem uma passagem pela polícia pelo crime de estupro.

Fonte: IG Nacional
Comentários Facebook
Leia mais:  Inscrições do ProUni terminam neste domingo
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Política MT

Mais Lidas da Semana