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Tecnologia

Juliette vai ganhar R$ 1,5 mi ‘em um piscar de olhos’ na internet, diz analista

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Juliette vai ganhar muito dinheiro com a internet
Reprodução/Instagram

Juliette vai ganhar muito dinheiro com a internet



De campeã do Big Brother Brasil 2021 a influenciadora digital, Juliette Freire pode fazer muito dinheiro na internet. Especialistas estimam que o prêmio de R$ 1,5 milhão do reality show, que a paraibana conquistou na noite desta terça-feira (4), pode ser pouco perto dos contratos que a esperam.

Além do sucesso no BBB 21 , a trajetória de Juliette no programa também garantiu um sucesso inédito nas redes sociais . Com mais de 23 milhões de seguidores no Instagram –  número que já ultrapassa o de Grazi Massafera -, a advogada é a participante mais seguida da edição. Levando em consideração todas as edições do BBB, ela fica atrás apenas de Sabrina Sato, que tem mais de 29 milhões de seguidores.

E não é só em número de seguidores que Juliette faz sucesso, já que o  engajamento da sister nas redes sociais  também impressiona. De acordo com um levantamento da Socialbakers, empresa que faz análises para otimização de performance em redes sociais, 30% de todas as interações sobre o BBB 21 no Twitter e no Instagram foram sobre Juliette.

Alexandra Avelar, country manager da Socialbakers no Brasil, explica que as marcas buscam um fator que vai além de número de seguidores ou de engajamento: o quanto um influenciador consegue “passar o recado” para o seu público.

“A Juliette é uma personagem do Big Brother Brasil 21 que trouxe e gerou extrema empatia com o público de fora da casa. E essa identificação dela com o público é um ponto-chave para que haja, além de um grande número de seguidores, índices positivos de engajamento. Esse lado mais humano vem sendo muito procurado pelas marcas justamente como uma forma de aproximação com seu público e por isso, certamente o perfil da Juliette disputará a preferência das marcas e ficará em alta por um bom tempo”, analisa Alexandra.

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Quanto Juliette vai ganhar fora da casa?

Esse sucesso todo vai se transformar em dinheiro para Juliette a partir do momento que ela sair da casa mais vigiada do Brasil. Ricardo Meneghini, Head de marketing da agência Raccoon, explica que a campeã do BBB 21 pode ganhar dinheiro de diversas formas enquanto influenciadora digital .

“A partir do momento que ela sair da casa do BBB, inúmeras marcas já estarão em sua porta para aproveitar a sua exposição e divulgar em suas redes. Os ‘publi posts’ e as ações em outros canais, como tv, rádio, novelas, trazem quantias inimagináveis. Além disso, oportunidades como licenciamento de produtos, lançamentos de marcas e empresas próprias, se tornam muito reais para ela”, exemplifica.

Ricardo estima que uma única publicação nas redes sociais de Juliette pode custar dezenas de milhares de reais para marcas. Antes mesmo da paraibana deixar a casa, marcas já chegaram a sondá-la para pagar R$ 200 mil por publicação .

Além dos posts nas redes sociais, Ricardo também prevê que Juliette deve fechar contratos milionários com anunciantes maiores, com valores que vão refletir seu sucesso na internet . “Como o nível de reconhecimento dela é um dos maiores da história, muito provavelmente veremos recordes também nos valores de contratos publicitários”, afirma.

“Por mais relevante que o prêmio seja, muito provavelmente a Juliette acumulará mais de R$ 1,5 milhão num piscar de olhos. Sua equipe deve ter diversas propostas de parcerias na mesa com valores estrondosos”, diz o especialista. Para Alexandra, “não deve demorar mais que alguns poucos meses” para que a sister receba mais de R$ 1,5 milhão em publicidade.

Para os especialistas, o caso de sucesso de Juliette enquanto influenciadora digital é fruto de trabalho em equipe. “Enquanto ela mostra quem é em rede nacional, seu time faz um excelente trabalho ao imprimir sua marca nas redes, mesmo sem sua participação neste momento. Unir uma grande audiência com um nível alto de engajamento é sem dúvida o caminho certo para que ela garanta seu sucesso como influenciadora digital”, diz Alexandra.

“As pessoas seguiram e gostaram dela por seu jeito, sua essência e seu carisma mostrados no programa, além de um ótimo trabalho de sua equipe nas redes sociais. O segredo é continuar mostrando seu perfil verdadeiramente no dia a dia e seguir seu propósito já apresentado”, opina Ricardo.

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Tecnologia

YouTube vai pagar R$ 500 milhões para TikTokers migrarem para a plataforma

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YouTube vai pagar para quem publicar conteúdo
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YouTube vai pagar para quem publicar conteúdo

Focado em alavancar a novidade da plataforma, o YouTube irá pagar cerca de US$ 100 milhões (mais de R$ 520 milhões) para as pessoas e criadores de conteúdo – que já fazem vídeos para o TikTok – aderirem ao seu novo recurso, o Shorts . A ideia é começar a testar anúncios nesses clipes curtos e verticais em loop, tornando assim algo mais competitivo em relação ao rival chinês.

A verba será lançado dentre os próximos meses e será pago ainda este ano, de acordo com o comunicado que o YouTube fez em seu blog, nesta terça-feira (11). A plataforma disse que o Shorts está se tornando mais amplo em seu serviço, lançando assim a capacidade de remixar áudio de vídeos em breve.

Antes disso, o rival da área – TikToklançou um fundo de criadores em 2020 , para pagar mais de US$ 1 bilhão para os influenciadores digitais investissem e enchessem a rede social de conteúdo.

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Para fazer isso acontecer, o YouTube arrecadou dinheiro pelos anúncios que geram cerca de US$ 100 milhões em receita durante um dia e meio. No período de um pouco mais de um ano, a plataforma vai investir US$ 100 milhões no Shorts e paga cerca de US$ 15 bilhões para quem se qualificar para adquirir dinheiro com o novo recurso.

De acordo com a marca, o plano é recompensar também “milhares de criadores cujos Shorts receberam mais engajamento e visualizações” a cada mês. O YouTube dará mais detalhes sobre essa distribuição de pagamentos nos próximos meses. 

Portanto, qualquer usuário que poste vídeos no Shorts pode ganhar dinheiro com esta iniciativa, porém, é preciso seguir com as diretrizes da comunidade do YouTube .

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Apple oferece tratamento preferencial para Zoom e mais apps de iOS

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Apple dá prioridade para alguns aplicativos, revela e-mail
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Apple dá prioridade para alguns aplicativos, revela e-mail


No ano passado, Tim Cook , CEO da Apple , afirmou que todos os desenvolvedores são tratados de forma igual. Ainda assim, segundo um desenvolvedor, o Zoom recebeu acesso especial a uma API que permite utilizar a multitarefa do iPad em chamadas de vídeo. E-mails anexados no processo com a Epic Games também revelaram um tratamento preferencial oferecido pela fabricante do iPhone ao Hulu .

O caso do Zoom foi apresentado pelo desenvolvedor Jeremy Provost no fim de abril. Em um blog, ele relatou que o aplicativo recebeu acesso a uma API privada para utilizar a câmera do iPad em multitarefa. Dessa forma, os usuários conseguem fazer chamadas de vídeo enquanto dividem a tela com outros apps (Split View).

Na publicação, Provost afirma que entrou em contato com o Zoom , que revelou a ele um processo aparentemente privado, “disponível apenas para aqueles considerados dignos pela Apple”. Depois, o desenvolvedor explica que a habilitação é feita através de um “entitlement” (“direito”, em tradução livre). Ou seja, um “direito ou privilégio que concede capacidades particulares a um executável [aplicativo]”, nas palavras da Apple .

Os entitlements podem ser públicos ou privados. No primeiro caso, trata-se de funções abertas, como as notificações push. No segundo, os direitos são destinados a recursos que dependem de autorização, como a integração de um app com o CarPlay . Para isto, é preciso fazer uma solicitação à Apple e aguardar a aprovação.

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A autorização depende de alguns pré-requisitos da empresa. No caso da integração do CarPlay, por exemplo, o aplicativo precisa ser de categorias como áudio, comunicações, navegação, estacionamento, entre outras. Se o pedido for aprovado, a Apple disponibiliza o recurso na conta do desenvolvedor para que seja utilizado no app.

A permissão para utilizar a câmera em multitarefa no iPad , porém, acontece de forma diferente. Segundo Provost, não existe um processo público para solicitar a autorização. O desenvolvedor também relata que não encontrou documentos públicos sobre o recurso. No Google , ele só se deparou com informações em fóruns do Zoom .

Hulu também recebeu acesso especial da Apple

Além do Zoom, outros aplicativos receberam tratamento preferencial pela Apple . É o que mostra alguns e-mails revelados no processo entre a companhia e a Epic Games em relação ao Hulu . Em uma das mensagens trocadas por funcionários da empresa, há o tweet do desenvolvedor David Barnard que questiona sobre o cancelamento automático de assinaturas da App Store.

“Eu não sabia que as assinaturas da App Store poderiam ser canceladas automaticamente por meio da API StoreKit”, publicou Barnard no Twitter, em 2018. “Estou surpreso por não ter visto mais ofertas para mudar o faturamento da App Store”.

O tweet foi enviado por Matt Fischer, vice-presidente da App Store , para Cindy Lin. Em resposta, Lin disse que o Hulu faz parte de um “conjunto de desenvolvedores com acesso permitido à API de cancelamento/reembolso de assinatura”. Ela ainda explicou que o recurso era utilizado em 2015 para oferecer suporte à atualização instantânea usando uma configuração de duas famílias.

Na mesma conversa por e-mail, Carson Oliver, diretor de gestão de negócios da App Store , afirmou que era preciso “tomar medidas imediatas para nos proteger contra o uso indevido da API”. Atualmente, o Hulu não tem mais acesso ao recurso.

Estes episódios, no entanto, entram em contradição com o que foi dito por Tim Cook em julho do ano passado. Em depoimento durante a audiência do Subcomitê Antitruste da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, o CEO da Apple afirmou que todos os desenvolvedores são tratados de forma igual.

“Tratamos todos os desenvolvedores da mesma forma. Temos regras abertas e transparentes – é um processo rigoroso”, disse. “Como nos preocupamos profundamente com privacidade , segurança e qualidade, analisamos todos os aplicativos antes que eles fiquem disponíveis. Mas essas regras se aplicam igualmente a todos”.

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