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Tangará da Serra

Julho Amarelo: CTA/SAE realiza mutirão de testes rápidos de Hepatites Virais

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O Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) e o Serviço de Assistência Especializada (SAE) realizam ao longo desta semana ação alusiva ao Julho Amarelo, mês de combate às Hepatites Virais.

A enfermeira Cláudia Cunha de Oliveira, coordenadora do setor, relata que acontecerá um mutirão de realização de testes rápidos no CTA/SAE, nos dias 28 e 29 de julho, das 7:30 as 17:00, seguindo todas as recomendações de cuidado contra a COVID 19.

Além disso, o CTA/SAE fará ação no Hospital Municipal/UPA 24 Horas, com testes rápidos nos pacientes que aguardam atendimento, das 14:00 as 18:00 horas, entre segunda e sexta-feira. Os enfermeiros e enfermeiras da unidade hospitalar também receberão treinamento prático sobre as hepatites virais.

Hepatite Viral

Hepatite é o nome dado a toda inflamação que atinge o fígado, um importante órgão do sistema digestório, que tem um papel principal na desintoxicação do organismo. Essa doença é causada, na maioria das vezes, por uma infecção viral — embora também possa ser acarretada pelo uso abusivo de substâncias tóxicas (álcool, medicamentos e drogas), doenças genéticas ou autoimunes.

O maior problema das hepatites virais é que os seus sintomas costumam ser bem silenciosos, muitas vezes passando despercebidos até que surja uma complicação da doença. Isso reforça a importância de realizar exames de check-up frequentemente (entre 6 e 12 meses) para se certificar de que a saúde está em dia e da busca de médicos especializados caso tenha contato com pessoas portadoras desse distúrbio.

Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais

Dia 28 de julho é conhecido por ser o Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais. Essa doença é um problema sério de saúde pública e pode se manifestar de diversas formas na população. Saber como se proteger, como identificar os sintomas e quando buscar tratamento é fundamental.

Alexandre Rolim/Assessoria de Comunicação

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Tangará da Serra

Tangará concorre com projetos no edital MT Afluentes do Governo do Estado

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O Secretário de Cultura e Turismo, Welington Machado, protocolou na manhã desta sexta-feira, 24, dois projetos da área cultural para o Edital MT Afluentes do Governo do Estado de Mato Grosso.

Os projetos foram elaborados por uma equipe voluntária de artistas, produtores culturais e servidores da SECULTUR. “Quero aqui deixar registrado, o meu agradecimento ao nosso prefeito que não mediu esforços para apoiar estes projetos. Também quero agradecer à comissão elaboradora dos projetos, artistas e produtores culturais voluntários e à toda comunidade que participou deste processo”, disse.

Os projetos concorrem ao incentivo do Estado nos dois eixos do edital: Eixo 01 (Cultura) e Eixo 02 (Especial de Natal). No primeiro, o Município, por meio da Prefeitura Municipal, poderá ser contemplado com até R$ 250 mil para a realização de ações que contemplem os mais diversos campos e linguagens artístico-culturais.

Já no segundo eixo, a Prefeitura poderá receber R$ 400 mil, caso contemplada em projeto que apresenta atividades de cunho sociocultural e de lazer, incluindo decoração, programação cultural, oficinas, dentre outros, que integrem a temática natalina.

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Tangará da Serra

‘Ledur ganhou aval para seguir matando’, diz mãe de soldado tangaraense morto

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Indignada com o resultado do julgamento da tenente Izadora Ledur, Jane Claro, mãe de Rodrigo Claro, considerou a sessão ‘um circo’. Na visão da Justiça, Ledur cometeu crime de maus-tratos, mas vai responder em regime aberto por um ano. “Ela não foi condenada. Ela ganhou aval para continuar matando”, avalia após o resultado do julgamento.

A mãe disse que a família lutou 4 anos e 10 meses por Justiça “não pela palhaçada vista na audiência”. Segundo ela, o resultado ficou muito longe do esperado e não é punição para a oficial.

A tenente do Corpo de Bombeiros, Izadora Ledur, foi julgada na tarde de quinta-feira (23). Acusada de tortura que resultou na morte do aluno Rodrigo, ela foi condenada a um ano de prisão em regime aberto e pelo crime de maus-tratos.

A sessão de julgamento foi presidida pelo juiz Marcos Faleiros, da 11ª Vara Criminal Militar, que compõe o Conselho Militar com tenente-coronel Neurivaldo Antônio de Souza e os majores Paulo César Vieira de Melo Júnior, Ludmila de Souza Eickhoff e Edison Carvalho. Eles não entenderam que a conduta da oficial se enquadrava como tortura.

Conforme a decisão, Ledur teria se excedido durante a aplicação dos “caldos”, técnica utilizada para salvamento de vítimas na água. Entretanto, não houve intuito de torturar o então aluno.

“Lutamos por Justiça e não por palhaçada. O que aconteceu ontem foi um verdadeiro circo. Um teatro diante da nossa luta. Ledur não foi condenada. Ela recebeu, na verdade, foi aval para continuar matando e torturando. Se ela tivesse sido condenada, estaria presa e perdido sua farda”, declara a mãe.

Com Gazeta Digital

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