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Política Nacional

Juíza absolve dirigentes da Universal por lavagem de dinheiro

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Igreja Universal arrow-options
Reprodução/Google Maps

Igreja Universal teve seus dirigentes absolvidos pro prescrição de processo

A juíza Silva Maria Rocha, da 2ª Vara Federal Criminal de São Paulo, absolveu dois dirigentes da Igreja Universal do Reino de Deus em processo no qual eles eram acusados de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e formação de quadrilha. Para a magistrada, alguns crimes prescreveram e que não ficou comprovado o envolvimento dos réus nos outros delitos a eles atribuídos. Os dirigentes eram Alba Maria Silva da Costa e Paulo Roberto Conceição.

Por conta do prazo de prescrição dos processos ser reduzido pela metade para pessoas com mais de 70 anos, em outubro do ano passado, Silvia já tinha declarado extinta a punibilidade em relação ao fundador e líder da Universal, bispo Edir Macedo, e também em relação ao bispo João Batista Ramos. Ambos estavam envolvidos nesse caso.

Leia também: Igreja Universal é condenada a pagar R$ 19 mil a idosos que ‘compraram milagre’

A ação penal teve origem em investigação do Ministério Público do Estado de São Paulo, aberta em 2010, mas acabou migrando para competência da Justiça Federal. Segundo os procuradores do caso, apenas cerca de 10% do valor arrecadado com dízimo ficava na Igreja.

O equivalente a 90% da arrecadação nos templos, segundo a acusação, era enviado clandestinamente a paraísos fiscais e contas numeradas no exterior. As operações financeiras eram feitas em uma casa de câmbio em São Paulo e o dinheiro teria sido usado na compra de empresas, principalmente emissoras de rádios e TVs.

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Tribunal forma maioria para tornar Crivella inelegível

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Prefeito do Rio de Janeiro%2C Marcelo Crivella (Republicanos)
Agência Brasil

Prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (Republicanos)

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio de Janeiro formou maioria para que o prefeito Marcelo Crivella (Republicanos) se torne inelegível. Apesar de já haver um resultado negativo, o resultado final do julgamento só será na quinta-feira (24) por conta de um dos desembargadores ter feito pedido de vista, que é mais tempo para poder analisar o caso.

Nesta segunda, cinco desembargadores acompanharam o voto do desembargador relator, Cláudio Dell’Orto. Para que fosse formada maioria eram necessários pelo menos quatro votos. A sessão foi suspensa, porém, após o pedido de vista do desembargador Vitor Marcelo Rodrigues.

Atualmente Crivella é prefeito e candidato à reeleição e pode recorrer da decisão até que todos as possibilidades de recursos em instâncias superiores estejam esgotadas. Nesse caso, os recursos poderiam ser enviados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Por meio de nota, a assessoria do prefeito diz que “o julgamento ainda não terminou” e que, “após concluído e publicada a decisão, no prazo legal”, entrará com recurso. “O prefeito poderá participar do pleito”, completa o comunicado.

A ação diz respeito a um evento na Comlurb em que Marcelo Hodge Crivella, filho de Crivella, foi apresentado como pré-candidato a deputado.

O relator do caso afirmou ainda que não cabe a cassação de Crivella, mas determinou a procedência das acusações de abuso de poder político e conduta vedada.

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Carlos Zarattini é vice de Jilmar Tatto na disputa da Prefeitura de São Paulo

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Deputado federal Carlos Zarattini
Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Deputado federal Carlos Zarattini foi escolhido como vice da candidatura do PT nas eleições

O deputado federal Carlos Zarattini foi o escolhido pelo PT para formar chapa como vice de Jilmar Tatto na disputa pela Prefeitura de São Paulo nas eleições municipais deste ano.

A decisão foi tomada na última quarta-feira (16) após uma reunião entre Zarattini, Tatto e membros do comando da campanha petista. Essa era a data limite para a realização das convenções partidárias estabelecidas pela Justiça Eleitoral.

O parlamentar acabou aceitando o convite da sigla após tentativas fracassadas do PT em encontrar uma mulher que pudesse competir ao lado de Tatto. O convite teria sido aceito principalmente por conta de uma apelo feito pelo ex-presidente Lula.

Tatto foi oficializado candidato pelo PT no último sábado (12) com a vaga de vice em aberto. A primeira tentativa para encontrar um nome foi buscar uma mulher negra. O objetivo seria dar peso simbólico à chapa como verdadeira representante da periferia e da diversidade.

Assim, a primeira sondagem foi com a filósofa Djamila Ribeiro, mas recusou a proposta. Militantes de movimentos populares próximas ao partido, como Carmen Silva e Graça Xavier, ambas ligadas à causa da moradia, também foram cogitadas. Elas, no entanto, também não aceitaram o convite.

Com dificuldades, o PT começou a procurar uma mulher, independemente da cor, e chegou ao nome de Selma Rocha, membro da direção do partido e acadêmica ligada à Fundação Perseu Abramo. O empecilho nesse caso, porém,  foi uma questão legal envolvida, uma vez que ela é professora da USP.

Durante essa procura também chegaram a circular os nomes de Eduardo Suplicy, o da professora e ex-primeira-dama Ana Estela Haddad e o do ex-deputado federal Vicente Cândido.

Um vice crítico

Integrante do grupo petista Novo Rumo, Zarattini vinha sendo um duro crítico de Tatto nos últimos meses. Os dois ficaram de lados opostos na escolha do nome do partido para a eleição municipal.

Tatto era criticado por fazer parte de um clã político familiar, por não ser propositivo e por supostamente atuar em defesa de um modelo interno de seleção que o favorecia dentro do PT.

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