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Política Nacional

João Doria lamenta mortes após deslizamento em Campos do Jordão

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Divulgação/ Governo do Estado de São Paulo

Joao Doria, governador do estado de São Paulo, lamentou a morte de quatro pessoas após deslizamento de terra

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O governador de São Paulo João Doria (PSDB) usou sua conta no Twitter para lamentar a morte de  quatro pessoas após deslizamento de terra que aconteceu na madrugada deste sábado (14) em Campos do Jordão, após forte temporal na região.

Doria escreveu: “Minha solidariedade aos familiares das 4 vítimas que perderam suas vidas nos deslizamentos decorrentes das fortes chuvas que atingiram Campos do Jordão. Entre as vítimas, 1 senhora e 3 crianças. Momento de profunda dor para familiares, amigos e para população de Campos do Jordão.”

Segundo o governador, a Defesa Civil, a Polícia Militar e os Bombeiros do estado de São Paulo, além dos Intitutos de Pesquisas Tecnológicas e Geológico, estão desde a madrugada nas regiões atingidas, realizando trabalho de busca, mapeamento e isolamento de novas áreas de risco. 

“O Fundo Social de SP também está enviado mantimentos para as famílias que estão desalojadas por conta dessa triste tragédia”, concluiu em uma sequência de postagens. 

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Deslizamento em Campos do Jordão

Na madrugada deste sábado (14), um deslizamento de terra deixou quatro mortos, sendo três da mesma família, nos bairros Vila Britânica e Monte Carlos, em Campos do Jordão, que fica a 184 quilômetros da capital paulista.


Entre os mortos estão uma mulher de 51 anos, um adolescente de 13 anos e duas crianças, de cinco e um ano e 11 meses. De acordo com a Defesa Civil estadual, a terra atingiu as casas, que acabaram desabando, após fortes chuvas durante a tarde e noite de sexta-feira (13).

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Pelo menos 11 pessoas foram levadas ao pronto socorro municipal, com ferimentos. No total, 15 pessoas estão desalojadas e foram abrigadas em casa de parentes. 

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Moro faz reunião com juiz Marcelo Bretas e diretor-geral da PF no Rio

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Ministério da Justiça

Sergio Moro, Maurício Valeixo e o juiz Marcelo Bretas

Em visita ao Rio de Janeiro, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, se reuniu na manhã desta terça-feira com o juiz Marcelo Bretas, na 7ª Vara Federal Criminal, na região portuária da cidade. Acompanhado do diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, Moro passou cerca de duas horas com o juiz relator da Lava-Jato no Rio em uma visita institucional ao magistrado.

Antes do encontro com Bretas, Moro participou da abertura de um seminário promovido pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos em um hotel em Copacabana, na Zona Sul do Rio. No evento, o ministro falou sobre cooperação internacional para combater o crime organizado e a corrupção.

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O encontro com Valeixo e Bretas vem após mais um episódio de fritura de Moro pelo presidente Jair Bolsonaro, que na semana passada afirmou, em reunião com secretários estaduais de Segurança Pública, que iria estudar a recriação de um ministério para a área, uma das reivindicações dos secretários. No dia seguinte, Bolsonaro confirmou que estudava a ideia, mesmo admitindo que Moro “deve ser” contrário. 


Um dia depois, contudo, Bolsonaro recuou e disse que a chance de recriar a pasta era “zero”. O recuo ocorreu após Moro sinalizar que deixaria o governo caso o Ministério da Segurança Pública fosse recriado, o que significaria um enfraquecimento da sua pasta.

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Valeixo, que acompanhou Moro na visita ao juiz Bretas, foi superintendente da Polícia Federal no Paraná no período em que Moro era o juiz que analisava os casos da Lava-Jato. Com a ida dele para o ministério da Justiça, Valeixo foi alçado a posição de diretor-geral.

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A permanência de Valeixo — nome de confiança de Moro — também já foi posta em dúvida por Bolsonaro logo no primeiro ano de mandato. No ano passado, o presidente ameaçou tirar Valeixo do comando da PF. A resistência de Moro impediu a troca.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Por respeito a Haddad, Lula nega que Flávio Dino vá voltar ao PT

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Reprodução/Twitter

Flávio Dino e Lula

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta terça-feira (28), que o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), não vai voltar para o PT.  A declaração ocorreu após uma matéria do jornal O Globo , que informou que Dino  poderia ser candidato pelo partido em 2022.

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De acordo com o jornal, Lula teria dito ao governador para que “voltasse para casa”, seu antigo partido.  O ex-presidente, no entanto, afirmou em sua conta do Twitter que não convidaria Flávio Dino para se filiar a sigla por respeito a ele, ao PCdoB e a Fernando Haddad, provável candidato do PT às eleições de 2022. 

“Pelo profundo respeito que eu tenho pelo PCdoB, pelo PT, pelo @FlavioDino e pelo @Haddad_Fernando, jamais convidaria um membro do PCdoB para se filiar ao PT “, escreveu Lula. 


Fonte: IG Política
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