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Política Nacional

Janot pede suspensão de registro na OAB e vai deixar a advocacia

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Rodrigo Janot no plenário do STF arrow-options
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL
Janot disse que foi armado ao STF para matar Gilmar Mendes

O ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot comunicou nesta quarta-feira (9) que vai se afastar da advocacia e pediu a suspensão de seu registro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A revelação é do jornal O Estado de São Paulo, que diz que a previsão é que a matrícula do ex-PGR seja suspensa até 5 de novembro, o que o impede de atuar como advogado a partir dessa data.

Segundo Janot, a decisão foi tomada para “evitar constrangimentos”. Na última sexta-feira (4), o ex-PGR lançou um livro no qual conta episódios de quando ele comandava a Procuradoria-Geral da República. O evento aconteceu na capital paulista, mas chamou atenção por ter mais jornalistas do que visitantes. Na ocasião, apenas 43 livros foram vendidos.

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Janot revelou recentemente que pensou em matar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, em 2017. Ele teria, inclusive, entrado armado no plenário da Corte.

Apesar da revelação, o site Jota mostrou que no dia 10 de maio, véspera da data em que Janot disse em entrevistas que entrou armado no STF para atirar em Gilmar, ele viajou para Minas. O então procurador-geral da República só voltou no dia 15.

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A informação foi confirmada pelo GLOBO, conforme verificado no diário eletrônico do Ministério Público Federal, que registrou que Janot teve compromissos em Belo Horizonte entre os dias 10 e 12 de maio de 2017.


Também ao GLOBO, a Força Aérea Brasileira (FAB) confirmou ter dado apoio aéreo para a viagem de Janot a Minas Gerais.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Inquérito de Flávio Bolsonaro vai recomeçar do zero, diz colunista

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Flávio Bolsonaro arrow-options
Pedro França/Agência Senado – 25.9.19
Flávio Bolsonaro é investigado por supostamente ter se apropriado de parte do salário de seus assessores enquanto era deputado estadual

O colunista da revista Veja Ricardo Noblat afirmou que já há maioria no Supremo Tribunal Federal (STF) para confirmar a decisão do presidente Dias Toffoli de suspender inquéritos abertos com base em informações fiscais compartilhadas com o Ministério Público sem prévia autorização judicial.

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Essa decisão significa que os inquéritos como o de Flávio Bolsonaro , que se iniciou a partir de informações fornecidas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras ( Coaf ) ao MP deverão recomeçar do zero. A suspeita sobre Flávio é de que ele, enquanto era deputado estadual pelo Rio de Janeiro, se apropriava de parte do salário dos funcionários de seu gabinete. O esquema seria operado pelo seu ex-assessor, Fabrício Queiroz .

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Segundo Noblat, o próprio presidente Jair Bolsonaro já estaria a par desta informação. No entanto, ainda não há data prevista para que a decisão de Toffoli seja levada para o plenário do Supremo.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Derrotado ao Senado deve ser candidato do PT para a prefeitura de São Paulo

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Jilmar Tatto arrow-options
Vitor Sorano/iG
Jilmar Tatto foi secretário de Transportes de São Paulo em duas oportunidades em que o PT esteve na prefeitura


O PT começa a se movimentar na escolha de seu candidato para as eleições de 2020 em São Paulo. Com Fernando Haddad já em campanha para novamente tentar a Presidência da República em 2022, o o partido deve apostar em um outro nome e o ex-secretário de Transportes Jilmar Tatto é o favorito a ser lançado.

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Ex-deputado estadual e federal pelo PT , Jilmar Tatto, 54, foi um dos candidatos derrotados do partido ao Senado por São Paulo no ano passado. Nas eleições que elegeram Major Olímpio (PSL) e Mara Gabrilli (PSDB), Tatto terminou na sétima colocação, com 6% dos votos.

Deputado federal eleito nas eleições de 2006 e 2010, Jilmar Tatto foi um grande aliado do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva na articulação com o Congresso. Em 2010, último ano do mandato do petista na presidência, foi líder da bancada do PT.

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O PT tenta retomar a prefeitura de São Paulo após quatro anos. Fernando Haddad foi eleito em 2012, mas não conseguiu a reeleição em 2016, sendo derrotado por João Doria (PSDB). Além do candidato do Partido dos Trabalhadores, outros nomes já são cotados para a eleição, como o atual prefeito Bruno Covas (PSDB), a deputada federal Joice Hasselmann (PSL), o apresentador de televisão José Luiz Daqtena (sem partido) e o deputado federal Celso Russomano (Republicanos).

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Fonte: IG Política
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