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Política MT

Jaciara e Juscimeira inauguram quadras poliesportivas com emendas de Max Russi

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Foto: JOSÉ MARQUES / ASSESSORIA DE GABINETE

Nesta segunda-feira (10/12), duas escolas estaduais do Vale do São Lourenço vão receber, respectivamente cada uma, quadra poliesportiva coberta entregue pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc). As obras fazem parte de um pacote viabilizado por emenda parlamentar de autoria do deputado Max Russi (PSB).

No município de Jaciara, o complexo esportivo está sendo esperado há mais de 18 anos pela comunidade da Escola Estadual Milton da Costa Ferreira, que hoje atende 664 alunos. "Nossos estudantes estão tão felizes, que vamos comemorar essa inauguração com um campeonato interclasses", confirmou a diretora da unidade, Délia Moura.

Já em Juscimeira, onde 267 estudantes são atendidos, foram mais de 10 anos de espera, conforme a diretora da Escola Estadual João Matheus Barbosa, Rosimeiry Ferreira da Silva. Lá, a comemoração será com apresentações artísticas, leitura de agradecimento e jogo inaugural, disputado entre professores e alunos. A entrega será realizada no aniversário de 39 anos de emancipação político-administrativa do município.

"Um sonho de muito tempo. Solicitamos emendas a diversos deputados, porém o Max teve essa sensibilidade e graças a essa emenda dele, esse sonho estará se tornando realidade", ressaltou.

São mais e R$ 1 milhão de reais de aporte parlamentar sendo executados, junto ao convenio da Seduc, para a construção dos complexos.

Max Russi comemorou a concretização do trabalho conjunto, que teve ampla participação da comunidade escolar de ambos os municípios. Ainda no início do ano, foram contabilizados mais de R$ 4,5 milhões em recursos direcionados pelo deputado as unidades escolares estaduais do Vale.

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"É uma imensa satisfação poder trabalhar pela região do Vale, principalmente com o total suporte dos educadores, que não pouparam esforços para chegarmos até aqui. É tempo de comemorar, mas também é tempo de trabalhar muito, pois Educação de qualidade é um direito de todos",  assegurou.

 

 

 

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Mato Grosso

ESCÂNDALO DA SAÚDE: Caso ainda tem desdobramentos e Justiça busca presidente de Oscip

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O Escândalo da Saúde, que lesou os cofres da saúde pública em Tangará da Serra entre os anos de 2010 e 2011, segue com seus desdobramentos.

Esta semana, a juíza Celia Regina Vidotti, da Vara Especializada em Ação Civil Pública e Ação Popular de Cuiabá, tenta encontrar a presidente da Oscip Instituto de Desenvolvimento Humano, Econômico e Ação Social (Idheas), Maria Guimarães Bueno de Araújo, para intimar e citar tanto o instituto quanto sua fundadora.

Maria Guimarães Bueno de Araújo já foi condenada por fraudes em Tangará da Serra

Maria Guimarães é a peça central de supostos desvios de R$ 51 milhões via Programa Saúde da Família nas prefeituras de Tangará da Serra e Timóteo, em Minas Gerais.

A ação é um dos desdobramentos da Operação Hygeia, deflagrada pela Polícia Federal em 2010, e corre em segredo de justiça.

Conforme a ação federal, a finalidade da carta precatória é apenas a notificação dos requeridos. Na prefeitura de Tangará da Serra os esquemas causaram dano de R$ 4 milhões ao erário.

Em razão do escândalo, prefeito Júlio Cesar Ladeia foi cassado pela Câmara em 2011

Por esses crimes, em 2016 a juíza Eza Yara Ribeiro, da comarca daquele município, condenou Maria Guimarães Bueno de Araújo, o ex-prefeito Julio Cesar Davoli Ladeia, o ex-vice-prefeito José Jaconias da Silva, o ex-secretário municipal de Saúde Mario Lemos de Almeida e o empresário Abel Alves Saraiva.

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O caso, conhecido em Tangará da Serra como “Escândalo da Saúde”, também levou, no ano de 2011, à cassação de cinco vereadores. (Com ‘Notícias de Mato Grosso’)

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Política MT

Deputados de MT têm maior verba indenizatória do Brasil

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Um deputado estadual de Mato Grosso pode custar R$ 94 mil por mês só de salário, verba indenizatória e ajuda de custo, além de ter direito a carros, combustível e passagens áreas e de ônibus.

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso tem 24 deputados. Cada um recebe um salário de R$ 25 mil e mais duas parcelas de R$ 25 mil por ano, a título de ajuda de custo, mas só recebe quem comparecer a 2/3 das sessões, uma espécie de prêmio para quem cumpre uma obrigação.

Além disso, os parlamentares recebem verbas complementares para custeio. A maior delas é a verba indenizatória. que subiu mais de 300% entre 2010 e 2015.A verba indenizatória dos deputados foi instituída pela Lei 9.493 de 2010, e fixada, à época, em R$ 15 mil. Em 2011, também por força de lei, o limite da verba subiu pela primeira vez, para R$ 20 mil . Em 2012, veio o primeiro grande salto, chegando a R$ 35 mil. Durante esses anos os gastos, não precisavam ser comprovados.

Em 2013, uma resolução tornou obrigatória a comprovação dos gastos, mas essa medida foi derrubada em menos de um ano. Em 2015, veio o maior dos aumentos. A verba indenizatória foi para R$ 65 mil, valor que permanece até hoje. É a maior verba indenizatória do país. Quase R$ 35 mil a mais que a média paga aos deputados em todas as assembleias legislativas do país, que t~em média de R$ 31 mil.

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Em delação premiada, no ano de 2017, o ex-governador Silval Barbosa chegou a afirmar que os sucessivos aumentos da verba indenizatória foram usados para institucionalizar uma espécie de mensalinho para deputados aprovarem pautas do governo. Hoje os deputados justificam que o estado é grande e que há necessidade do dinheiro para exercer a função parlamentar, visitando regiões.

Acontece que a verba indenizatória não é o único benefício para abater gastos. Com deslocamento, cada deputado tem direito a combustível, passagens de ônibus, passagens de avião, frete de jatinhos, aluguel de carros.A verba indenizatória, deveria ser usada apenas para despesas no exercício da função, como hospedagem e refeição durante as viagens. Mas, segundo organizações que acompanham e fiscalizam movimentações políticas no estado, esse dinheiro acaba desviado para outros fins.

Até março deste ano, o portal da transparência da Assembleia Legislativa trazia os nomes e quanto cada deputado gastava da verba indenizatória. Já em abril o sistema mudou e traz apenas números, sem identificar o deputado.

Fonte:G1

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