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Economia

Ivan Monteiro deve assumir a presidência do Banco do Brasil em 2019

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Ivan Monteiro pode assumir o comando do Banco do Brasil a partir de 2019
iG São Paulo

Ivan Monteiro pode assumir o comando do Banco do Brasil a partir de 2019

O atual presidente da Petrobras, Ivan Monteiro, pode assumir o comando do Banco do Brasil a partir de 2019, no governo do presidente eleito Jair Bolsonaro. De acordo com informações divulgadas nesta segunda-feira (19) pelo jornal O Estado de S. Paulo, vindas de uma fonte diretamente ligada às negociações do futuro governo, o convite foi feito pelo futuro ministro da Economia, Paulo Guedes.

Leia também: Roberto Campos Neto é indicado por Bolsonaro para chefiar o Banco Central 

Antes de ser cogitado como possível presidente do Banco do Brasil, Ivan Monteiro
estava sendo cotado para permanecer à frente da estatal depois da transição entre a gestão de Michel Temer para o governo Bolsonaro. Monteiro, no entanto, mostrou resistência em continuar na petroleira.

Ainda segundo informações do jornal, Monteiro teria dito a Guedes que seu trabalho nos últimos anos na Petrobrás foi desgastante e que a reestruturação financeira da empresa já foi finalizada.

A partir essas declarações, a continuidade de Monteiro no cargo passou a ser desconsiderada.

Caso Monteiro aceite o cargo, o comando da Caixa Econômica Federal pode ser passado para Rubem Novaes, ex-diretor do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e professor da FGV, ou para Pedro Guimarães, sócio do Banco Brasil Plural.

Com a possível ida de Monteiro para o Banco do Brasil, Petrobras tem novo presidente


Roberto Castello Branco assumirá a presidência da Petrobras no lugar de Ivan Monteiro, que pode ser o próximo à frente do Banco do Brasil
Reprodução YouTube

Roberto Castello Branco assumirá a presidência da Petrobras no lugar de Ivan Monteiro, que pode ser o próximo à frente do Banco do Brasil

Com a exclusão da possibilidade de Monteiro permanecer na Petrobras, o economista Paulo Guedes
(que comandará o “superministério” da Economia, uma pasta que vai englobar Fazenda, Planejamento, Indústria e Comércio Exterior) confirmou, na manhã de hoje (19), o nome do também economista  Roberto Castello Branco para assumir a direção da estatal
a partir do ano que vem.

Castello Branco, que é apresentado, em nota, como economista com pós-doutorado pela Universidade de Chicago e “extensa experiência nos setores público e privado”, foi indicado para a presidência da Petrobras justamente por Guedes. Ele já ocupou cargos de direção no Banco Central e na mineradora Vale, fez parte do Conselho de Administração da Petrobras e desenvolveu projetos de pesquisa na área de petróleo e gás. Além disso, Castello Branco é diretor do Centro de Estudos em Crescimento e Desenvolvimento Econômico da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Leia também: Mourão defende venda da BR Distribuidora e é contra a privatização da Petrobras 

O atual presidente da Petrobras, Ivan Monteiro, permanece no comando da estatal até a nomeação de Castello Branco, data em que assume a direção do Banco do Brasil
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Cidades

Mato Grosso tem a 4ª gasolina mais barata do país

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Mato Grosso tem o 4° preço mais barato do litro da gasolina no país, com R$ 6,99. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta terça-feira, 21.

O estado ficou em 16° lugar no ranking comparativo de maiores valores registrados do preço do combustível.

O valor em Mato Grosso está abaixo do preço médio do litro da gasolina no país, que ficou em R$ 7,232 na última semana. Os dados são referentes aos dias 12 a 18 de junho.

O preço médio mais alto foi verificado na Bahia (R$ 8,037). O maior valor cobrado foi encontrado foi no Rio de Janeiro (R$ 8,990). Já o menor foi registrado em um posto de São Paulo (R$ 6,170).

Em Mato Grosso, o preço mínimo registrado foi R$ 6,30 o litro. Como foi feita entre os dias 12 e 18 de junho, a pesquisa da ANP ainda não reflete totalmente o último reajuste anunciado pela Petrobras nas suas refinarias.

G1/MT

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Cidades

ANS aprova maior aumento em plano de saúde individual em 22 anos, 15,5%

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Os planos de saúde individuais e familiares ficarão até 15,5% mais caros, decidiu a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). É o maior percentual de reajuste anual autorizado pela agência desde 2000, ano de início da série histórica. Até então, o maior reajuste autorizado tinha sido de 13,57%, em 2016.

A medida vai impactar contratos de cerca de oito milhões de beneficiários, o que representa 16,3% dos consumidores de planos de saúde no Brasil. O aumento se refere ao período de maio de 2022 a abril de 2023 e só poderá ser aplicado no mês de aniversário do contrato —ou seja, no mês que o contrato foi assinado. A ANS diz que o reajuste foi motivado pelo aumento nos gastos assistenciais dos planos individuais no ano passado, em comparação a 2020, principalmente nos custos dos serviços.

Em contrapartida, a frequência no uso dos serviços de saúde não cresceu no mesmo ritmo, com uma retomada mais gradual em relação a consultas e internações. “Como a frequência na utilização de serviços apresentou queda bastante acentuada em 2020, a retomada em 2021, ainda que gradual, foi suficiente para que, ao lado de um aumento acentuado nos preços dos insumos e serviços, acelerasse o índice deste ano para 15,5%”, afirma a ANS.

Empresas de saúde afirmam que o setor acabou reduzindo a oferta de planos individuais justamente por causa da regulamentação da ANS, que estabelece limites para os reajustes. As companhias preferem lançar planos coletivos, com preços de mercado. Ao todo, 49,1 milhões de pessoas têm planos de saúde no país, de acordo com dados da ANS referentes a março.

Em 2021, mensalidades caíram pela primeira vez

No ano passado, a ANS determinou um reajuste negativo de 8,19% —na prática, os planos ficaram mais baratos aos consumidores, pela primeira vez. O percentual negativo refletiu a queda de 17% no total de procedimentos (consultas, exames, terapias e cirurgias) realizados em 2020, em relação a 2019, pelo setor de planos de saúde.

A redução da utilização dos serviços aconteceu em decorrência das medidas protetivas para evitar a disseminação da covid-19. Apesar da alta quantidade de atendimentos e internações pela doença, houve redução na procura por consultas, exames e cirurgias que não eram urgentes. Em 2021, com a retomada gradativa da utilização dos planos de saúde pelos beneficiários, as despesas assistenciais apresentaram crescimento, influenciadas principalmente pela variação no preço dos serviços/insumos de saúde.

Aumento deve ser descrito no boleto

O reajuste anual deve aparecer no boleto de cobrança dos planos de saúde individuais e familiares. Se a cobrança for superior a 15,5%, o consumidor deve ligar para a operadora para pedir esclarecimentos, diz a ANS.

Fonte: UOL

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