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Tecnologia

Internet a preço acessível só é realidade para quatro em cada dez brasileiros

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Internet a preço acessível ainda não é realidade para muitos brasileiros, mostra estudo
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Internet a preço acessível ainda não é realidade para muitos brasileiros, mostra estudo

A Aliança para uma Internet Acessível, maior coligação mundial do setor de tecnologia, que compreende mais de 80 organizações, divulgou novo estudo sobre a realidade da rede em países de renda média ou baixa, que concluiu que menos de 40% dos brasileiros tem acesso à internet a preço acessível.

Leia também: Internet influenciará mais que TV nas eleições de 2018, apontam especialistas

Para 126 milhões de pessoas no Brasil, o preço é uma barreira para o acesso à rede mundial de computadores. A internet a preço acessível
significa, de acordo com os responsáveis pelo estudo, que o usuário empenhe o máximo de 2% de sua renda para ter acesso à rede. Mas a realidade brasileira mostra que, para os mais pobres, a internet consome 9,42% da renda mensal. Para os mais ricos, essa fatia cai para 0,6% do orçamento.

O projeto tem como objetivo principal levar à esfera pública a discussão sobre as desigualdades decorrentes das novas tecnologias, e o preço da internet em diferentes países e como esse preço influi na população de cada um deles.

No ranking, que traz 61 países de renda considerada média ou baixa, o Brasil aparece na 13ª posição. No ano passado, o Brasil era sexto nesse mesmo ranking. E, em 2016, o País figurava em segundo. Vizinhos latinos aparecem na frente do Brasil, como Equador (11º), Argentina (7º) e México, Costa Rica, Peru e Colômbia, do 5º ao 2º, respectivamente. A Malásia lidera.

Anualmente, é realizada pesquisa nos países focados, para buscar entender e estudar como alguns países tiveram êxito em tornar o acesso à internet
a preços mais acessíveis, de modo a universalizar a comunicação digital. Cada mercado é analisado individualmente e são desenvolvidas recomendações de ações focadas na melhor forma de baixar os preços e
progredir no número de usuários.

Dos 61 países estudados, apenas 24 tem acesso à internet a preço acessível – onde 1GB de dados móveis custam menos de 2% do rendimento médio. Em alguns países, o preço representa mais de 20% do rendimento médio.

O Dr. Omobola Johnson, Presidente Honorário da Aliança e ex-Ministro das Comunicações da
Nigéria, afirmou que “O acesso à internet é um motor crítico do crescimento econômico. A infraestrutura boa e estável constitui a espinha dorsal do acesso. Hoje, muitas das políticas em vigor conspiram para dificultar e encarecer a construção e manutenção das redes. Os gestores públicos devem focar na implementação de quadros políticos que trabalhem para apoiar o desenvolvimento inteligente e coordenado que garanta conectividade de alta qualidade e estabilidade, de modo a tornar acessível para todas as pessoas, independentemente de estarem na cidade, em aldeias rurais, nas comunidades ou até em ilhas remotas.”

O relatório destaca que, no Brasil, a queda de sete posições se deve a uma série de fatores, como a diminuição no número de celulares e a contínua dificuldade em implementar políticas afirmativas de inclusão e das permissões para novas estrutura de telecomunicações.

Leia também: Anatel confirma queda no número de linhas móveis e TV por assinatura em agosto

O acesso à internet ainda é limitado e caro no Brasil de acordo com o estudo, fatores que perpetuam as desigualdades e aumentam as barreiras entre os mais pobres e os mais ricos no País. Sendo a tecnologia uma forma de difusão de informações tão importante, excluir parcela significativa da população pela falta de estrutura de regiões mais periféricas é impedir que a internet a preço acessível
chegue.

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Tecnologia

Por mais segurança, Google esconde apps antigos na Play Store

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Para deixar Android mais seguro, Google esconde apps antigos na Play Store
Giovanni Santa Rosa

Para deixar Android mais seguro, Google esconde apps antigos na Play Store

As atualizações de aplicativos são super importantes. Além de trazer novos recursos, os desenvolvedores implementam melhorias no software para garantir mais segurança aos usuários e solucionar bugs. E é por isso que o Google vai começar a restringir os apps antigos ou abandonados para Android na Google Play Store.

A mudança foi anunciada em um blog da companhia nesta quarta-feira (6). Na publicação, o Google reforçou que já exige que os novos aplicativos submetidos à loja apontem para um nível de API dentro de um ano após o lançamento mais recente. Mas a empresa pretende redobrar este cuidado para tornar o Android mais seguro.

“Hoje, como parte das atualizações de política mais recentes do Google Play, estamos tomando medidas adicionais para proteger os usuários contra a instalação de aplicativos que podem não ter os recursos de privacidade e segurança mais recentes, expandindo nossos requisitos de API de nível de destino”, anunciaram.

Android: apps antigos serão limitados na Play Store

A alteração aponta diretamente para o nível de API do aplicativo. Ao preparar um aplicativo para o sistema, é preciso indicá-lo para um nível de API. É através desse elemento que o desenvolvedor informa sobre como o app é executado em diferentes versões do Android, segundo um documento do Google.

Cada versão do sistema operacional possui um nível diferente. Por exemplo, o Android 11 é identificado pela API de nível 31 enquanto o Android 10 traz o nível 30. Ou seja, o nível aumenta a cada nova versão do software – mas, claro, há exceções para esta regra.

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E é a partir desse elemento que o Google vai limitar aplicativos antigos. Segundo a publicação, se os apps existentes não segmentarem um nível de API “dentro de dois anos a partir da versão principal do Android mais recente”, o software ficará restrito na loja. Assim, se o celular tiver versões do sistema superiores ao nível da API de destino dos aplicativos, o usuário não poderá encontrá-los ou instalá-los.

Aatualmente, estamos no Android 12, que utiliza a API de número 31. Isto significa que se o seu celular estiver atualizado, o bloqueio não será aplicado aos apps que apontem para o Android 10 (nível 29) e Android 11 (nível 30). O diagrama abaixo também exemplifica isso:

Apps terão que atingir nível de API dos últimos dois anos para serem amplamente exibidos na Play Store
Reprodução/Google

Apps terão que atingir nível de API dos últimos dois anos para serem amplamente exibidos na Play Store

A regra está prevista para entrar em vigor em 1º de novembro de 2022. Mas é importante ressaltar que a política não vai impedir que usuários de versões antigas do sistema instalem apps pela Play Store. O Android Police também observa que, se você usa um celular com Android 9 Pie (nível 28), ainda será possível encontrar apps para o nível 28, por exemplo.

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Tecnologia

Primeiro tweet da história está à venda de novo via NFT, por US$ 48 mi

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Primeiro tweet da história está à venda de novo via NFT, por US$ 48 mi
Pedro Knoth

Primeiro tweet da história está à venda de novo via NFT, por US$ 48 mi

Uma cópia do primeiro tweet já escrito na história está à venda de novo via NFT. A publicação havia sido vendida  inicialmente em março do ano passado para o presidente da Bridge Oracle, provedora de serviços de blockchain, Sina Estavi, por US$ 2,9 milhões. Agora, ele está a revendendo por US$ 48 milhões, 16 vezes o valor que pagou.

O tweet é de autoria do fundador do Twitter, Jack Dorsey, que deixou o cargo de CEO da empresa em novembro do ano passado. “só estou configurando o meu twttr”, diz o post feito em 2006.

A venda será feita pela OpenSea, plataforma de negociação de ativos digitais. NFTs são tokens não-fungíveis, uma espécie de certificado digital que atesta a originalidade de um determinado bem.

Estavi anunciou a venda desse tweet por 14.969 Ethereum (ETH), segunda criptomeda mais valiosa do mundo.

Ele prometeu destinar 50% do lucro para a GiveDirectly, uma instituição de caridade que doa dinheiro a pessoas em situação de pobreza. É a mesma organização que Dorsey prometeu apoiar quando vendeu seu primeiro tweet no ano passado.

Jack Dorsey respondeu à publicação questionando: “por que não [doar] 99%?”, marcando no comentário também a GiveDirectly e o bilionário Elon Musk,  que recentemente foi indicado a membro do Conselho de Administração do Twitter.

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