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Mato Grosso

Informações falsas motivaram corrida pelo ouro em Aripuanã

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Falsas informações que circularam nas redes sociais motivaram a corrida pelo ouro em Aripuanã (a 976 km de Cuiabá). Ao contrário das imagens, textos e áudios que circularam entre os garimpeiros, a área que foi invadida não possui vocação para exploração na superfície, uma vez que os minérios que foram encontrados em pesquisas na região estão em uma profundidade 400 metros, o que que equivale a um prédio de cerca de 133 andares.

Representantes das forças de segurança estadual, federal, Departamento Nacional de Mineração (DNPM) e Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) se reuniram na tarde desta quarta-feira (14.11), na Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), para tratar sobre as condições do garimpo ilegal. Os profissionais identificaram, por exemplo, que imagens que mostravam grandes pepitas de ouro não são da região.

“A extração do minério na região demanda grande investimento de recursos financeiros, já que são necessários equipamentos específicos para extrair o minério”, esclarece o superintendente do DNPM, Serafim Carvalho. Ele explica ainda que o minério é um bem da União e por isso é necessária a autorização de lavra do órgão, além de outros documentos como o licenciamento ambiental.

O deslocamento de pessoas até a região teve início em setembro, quando iniciou a veiculação de informações anunciando falsamente uma nova “Serra Pelada”, em alusão ao maior garimpo a céu aberto do mundo. Imediatamente, a Sesp reforçou o efetivo da Polícia Militar na cidade e solicitou apoio dos órgãos federais, por se tratar de um crime de responsabilidade da União.

“Nosso trabalho visa garantir a ordem no local, mas estamos buscando uma solução definitiva para a região”, disse o secretário de estado de segurança pública, Gustavo Garcia. Os órgãos irão atuar em conjunto para realizar a retirada das pessoas do local, identificação e responsabilização civil, criminal e ambiental dos infratores, além de estabelecer planos para recuperação da área degradada.

Participaram do encontro profissionais da Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil, Corpo de Bombeiros Militar, Politec, Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Ministério Público Federal (MPF), Polícia Federal e Departamento Nacional de Produção Mineral Agência Nacional de Mineração (DNPM-ANM).

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Cidades

Com ferro em brasa: Jovem marca nas costas nº 22 do partido de Bolsonaro

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Um jovem morador de Mirassol D’Oeste (204 km de Tangará da Serra) marcou com ferro em brasa o número 22 nas costas para “homenagear” o PL, partido do presidente Jair Bolsonaro.

A atitude do jovem dividiu opiniões nas redes sociais e gerou várias críticas e piadas. Internautas de posicionamento político contra a gestão do atual presidente não economizaram em usar a palavra “gado” e outros sinônimos para reagir na foto do jovem.

Uma delas soltou “o gado já tá marcado”; outro usou “esse não some no meio da boiada”. Na lista de compartilhamentos da imagem há pessoas que moram no mesmo assentamento do jovem, o Roseli Nunes. A maioria delas vão contra a atitude do morador.

Segundo a imprensa local, o adolescente se marcou após um desafio entre amigos. Ele estaria em um leilão, ajudando na marcação dos gados, quando foi desafiado.

Mídia News

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Cidades

Mato Grosso tem a 4ª gasolina mais barata do país

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Mato Grosso tem o 4° preço mais barato do litro da gasolina no país, com R$ 6,99. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta terça-feira, 21.

O estado ficou em 16° lugar no ranking comparativo de maiores valores registrados do preço do combustível.

O valor em Mato Grosso está abaixo do preço médio do litro da gasolina no país, que ficou em R$ 7,232 na última semana. Os dados são referentes aos dias 12 a 18 de junho.

O preço médio mais alto foi verificado na Bahia (R$ 8,037). O maior valor cobrado foi encontrado foi no Rio de Janeiro (R$ 8,990). Já o menor foi registrado em um posto de São Paulo (R$ 6,170).

Em Mato Grosso, o preço mínimo registrado foi R$ 6,30 o litro. Como foi feita entre os dias 12 e 18 de junho, a pesquisa da ANP ainda não reflete totalmente o último reajuste anunciado pela Petrobras nas suas refinarias.

G1/MT

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