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Economia

Índices da Europa ficam sem direção

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Índices da Europa ficam sem direção
Ivonete Dainese

Índices da Europa ficam sem direção

Os mercados de ações da Europa fecharam sem direção única. O conflito segue sem solução, com mais sanções impostas por diversos países contra a Rússia. Os ataques de tropas russas em território ucraniano estão avançando para a capital Kiev.

Índices: o Stoxx Europe 600 ficou em alta de 0,88% aos 463.07 em Londres.

Demais índices Europeus:

O FTSE100, bolsa de Londres, subiu 0,72% a 7.613. O CAC-40, Paris, ficou em queda de 1,28% aos 6.645. O DAX-30, bolsa de Frankfurt, caiu 0,65% aos 14.424. O FTSE-MIB, bolsa de Milão, ficou em queda de 0,86% aos 24.960. O Ibex 35, bolsa de Madri, subiu 1,20% aos 8.623. O PSI-20, bolsa de Lisboa, subiu 1,67% aos 6.100.

Quer saber mais sobre ações?

Além da guerra, os investidores europeus também estão com as atenções voltadas para a França, que nos próximos dias vai escolher novo presidente. As pesquisas de hoje revelaram que os franceses ainda estão indecisos.

O atual presidente Emmanuel Macron vai tentar a reeleição, porém, tem pela frente a candidata de extrema-direita, Marine Le Pen, que incomodou muito na última eleição.

Diante desse quadro político, a bolsa de Paris fechou em forte queda.

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Ainda sobre a guerra, a União Europeia deve propor mais sanções contra Rússia. No pacote, segundo agências internacionais, está a interrupção na compra de carvão russo. Esse probabilidade pesaria em € 9 bilhões em importações e outros € 10 bilhões nas exportações russas.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, condenou os ataques do fim de semana na cidade de Bucha, que fica a 37 quilômetros de Kiev. Por lá, foram registrados mais de 400 mortos. Ela é uma das integrantes que apoiam as sanções contra o país de Vladimir Putin.

Do lado econômico, os dados do índice de Gerentes de Compras – PMI de Serviços da Europa ficou em 55,6 em março, ante os 55,5 de fevereiro, com quatro meses de alta.

Já o PMI Composto de março ficou em 54,9, ante os 55,2 de fevereiro, com dois meses de baixa. Os dados são do IHS Markit e foram apresentados hoje.

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Cidades

Mato Grosso tem a 4ª gasolina mais barata do país

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Mato Grosso tem o 4° preço mais barato do litro da gasolina no país, com R$ 6,99. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta terça-feira, 21.

O estado ficou em 16° lugar no ranking comparativo de maiores valores registrados do preço do combustível.

O valor em Mato Grosso está abaixo do preço médio do litro da gasolina no país, que ficou em R$ 7,232 na última semana. Os dados são referentes aos dias 12 a 18 de junho.

O preço médio mais alto foi verificado na Bahia (R$ 8,037). O maior valor cobrado foi encontrado foi no Rio de Janeiro (R$ 8,990). Já o menor foi registrado em um posto de São Paulo (R$ 6,170).

Em Mato Grosso, o preço mínimo registrado foi R$ 6,30 o litro. Como foi feita entre os dias 12 e 18 de junho, a pesquisa da ANP ainda não reflete totalmente o último reajuste anunciado pela Petrobras nas suas refinarias.

G1/MT

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Cidades

ANS aprova maior aumento em plano de saúde individual em 22 anos, 15,5%

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Os planos de saúde individuais e familiares ficarão até 15,5% mais caros, decidiu a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). É o maior percentual de reajuste anual autorizado pela agência desde 2000, ano de início da série histórica. Até então, o maior reajuste autorizado tinha sido de 13,57%, em 2016.

A medida vai impactar contratos de cerca de oito milhões de beneficiários, o que representa 16,3% dos consumidores de planos de saúde no Brasil. O aumento se refere ao período de maio de 2022 a abril de 2023 e só poderá ser aplicado no mês de aniversário do contrato —ou seja, no mês que o contrato foi assinado. A ANS diz que o reajuste foi motivado pelo aumento nos gastos assistenciais dos planos individuais no ano passado, em comparação a 2020, principalmente nos custos dos serviços.

Em contrapartida, a frequência no uso dos serviços de saúde não cresceu no mesmo ritmo, com uma retomada mais gradual em relação a consultas e internações. “Como a frequência na utilização de serviços apresentou queda bastante acentuada em 2020, a retomada em 2021, ainda que gradual, foi suficiente para que, ao lado de um aumento acentuado nos preços dos insumos e serviços, acelerasse o índice deste ano para 15,5%”, afirma a ANS.

Empresas de saúde afirmam que o setor acabou reduzindo a oferta de planos individuais justamente por causa da regulamentação da ANS, que estabelece limites para os reajustes. As companhias preferem lançar planos coletivos, com preços de mercado. Ao todo, 49,1 milhões de pessoas têm planos de saúde no país, de acordo com dados da ANS referentes a março.

Em 2021, mensalidades caíram pela primeira vez

No ano passado, a ANS determinou um reajuste negativo de 8,19% —na prática, os planos ficaram mais baratos aos consumidores, pela primeira vez. O percentual negativo refletiu a queda de 17% no total de procedimentos (consultas, exames, terapias e cirurgias) realizados em 2020, em relação a 2019, pelo setor de planos de saúde.

A redução da utilização dos serviços aconteceu em decorrência das medidas protetivas para evitar a disseminação da covid-19. Apesar da alta quantidade de atendimentos e internações pela doença, houve redução na procura por consultas, exames e cirurgias que não eram urgentes. Em 2021, com a retomada gradativa da utilização dos planos de saúde pelos beneficiários, as despesas assistenciais apresentaram crescimento, influenciadas principalmente pela variação no preço dos serviços/insumos de saúde.

Aumento deve ser descrito no boleto

O reajuste anual deve aparecer no boleto de cobrança dos planos de saúde individuais e familiares. Se a cobrança for superior a 15,5%, o consumidor deve ligar para a operadora para pedir esclarecimentos, diz a ANS.

Fonte: UOL

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