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Economia

Indicado para presidir Conselho da Petrobras: “Recebo com orgulho”

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MME divulga indicados para Petrobras
Redação 1Bilhão

MME divulga indicados para Petrobras

Indicado para presidente do Conselho de Administração da Petrobras, Márcio Andrade Weber disse que recebeu “com orgulho” o convite para o posto, confirmado nesta quarta-feira (6) pelo Ministério de Minas e Energia. Junto com ele, o governo indicou José Mauro Coelho

“A única coisa que posso dizer é que sou conselheiro há mais de um ano da empresa. É uma atividade que, para mim… Eu acompanhei o antigo presidente nas reuniões de conselho, então para mim não é nenhuma novidade. É uma coisa que eu recebo com muito orgulho de me chamarem para ser presidente do Conselho da principal empresa brasileira”, disse Weber ao GLOBO.

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Ele irá substituir Eduardo Bacellar Leal Ferreira, que pediu para deixar o conselho da empresa. Inicialmente, o governo nomeou o presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, para o cargo, que recusou posteriormente.

Weber preferiu não comentar a política de preços da empresa, alvo do presidente Jair Bolsonaro e que levou à queda de Joaquim Silva e Luna da presidência da companhia.

“Preços é uma questão absolutamente sensível. Eu não vou te falar se tenho posição ou não tenho. A única coisa que quero dizer é que é um assunto sensível e tudo isso que está acontecendo demonstra isso. O meu pensamento eu reservo para depois”, disse.

Weber disse que recebeu hoje o convite do ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, para o cargo.

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Márcio Andrade Weber é ex-funcionário da Petrobras. Formado em engenharia civil pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ele ingressou na empresa em 1976, onde trabalhou por 16 anos.

Ele trabalhou na Petrobras na mesma época em que Landim fez parte do quadro da empresa, na qual tiveram trajetórias semelhantes.

O maior em duas décadas:Plano de saúde pode ter reajuste de até 18% neste ano

Weber foi um dos pioneiros no desenvolvimento da Bacia de Campos. Além disso, exerceu diversos cargos gerenciais e de direção na área internacional da Petrobras, trabalhando em países como Trinidad (1980-1981), Libia (1984-1986) e Noruega (1987-1990).

Entre 1991 e 1992, foi membro da diretoria de Serviços da Petrobras Internacional (Braspetro).

Fora da Petrobras, foi diretor da Petroserv, uma empresa que atuou na área de exploração e produção prestando serviços como navegação de apoio e sondas de perfuração para águas profundas.

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Cidades

Mato Grosso tem a 4ª gasolina mais barata do país

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Mato Grosso tem o 4° preço mais barato do litro da gasolina no país, com R$ 6,99. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta terça-feira, 21.

O estado ficou em 16° lugar no ranking comparativo de maiores valores registrados do preço do combustível.

O valor em Mato Grosso está abaixo do preço médio do litro da gasolina no país, que ficou em R$ 7,232 na última semana. Os dados são referentes aos dias 12 a 18 de junho.

O preço médio mais alto foi verificado na Bahia (R$ 8,037). O maior valor cobrado foi encontrado foi no Rio de Janeiro (R$ 8,990). Já o menor foi registrado em um posto de São Paulo (R$ 6,170).

Em Mato Grosso, o preço mínimo registrado foi R$ 6,30 o litro. Como foi feita entre os dias 12 e 18 de junho, a pesquisa da ANP ainda não reflete totalmente o último reajuste anunciado pela Petrobras nas suas refinarias.

G1/MT

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Cidades

ANS aprova maior aumento em plano de saúde individual em 22 anos, 15,5%

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Os planos de saúde individuais e familiares ficarão até 15,5% mais caros, decidiu a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). É o maior percentual de reajuste anual autorizado pela agência desde 2000, ano de início da série histórica. Até então, o maior reajuste autorizado tinha sido de 13,57%, em 2016.

A medida vai impactar contratos de cerca de oito milhões de beneficiários, o que representa 16,3% dos consumidores de planos de saúde no Brasil. O aumento se refere ao período de maio de 2022 a abril de 2023 e só poderá ser aplicado no mês de aniversário do contrato —ou seja, no mês que o contrato foi assinado. A ANS diz que o reajuste foi motivado pelo aumento nos gastos assistenciais dos planos individuais no ano passado, em comparação a 2020, principalmente nos custos dos serviços.

Em contrapartida, a frequência no uso dos serviços de saúde não cresceu no mesmo ritmo, com uma retomada mais gradual em relação a consultas e internações. “Como a frequência na utilização de serviços apresentou queda bastante acentuada em 2020, a retomada em 2021, ainda que gradual, foi suficiente para que, ao lado de um aumento acentuado nos preços dos insumos e serviços, acelerasse o índice deste ano para 15,5%”, afirma a ANS.

Empresas de saúde afirmam que o setor acabou reduzindo a oferta de planos individuais justamente por causa da regulamentação da ANS, que estabelece limites para os reajustes. As companhias preferem lançar planos coletivos, com preços de mercado. Ao todo, 49,1 milhões de pessoas têm planos de saúde no país, de acordo com dados da ANS referentes a março.

Em 2021, mensalidades caíram pela primeira vez

No ano passado, a ANS determinou um reajuste negativo de 8,19% —na prática, os planos ficaram mais baratos aos consumidores, pela primeira vez. O percentual negativo refletiu a queda de 17% no total de procedimentos (consultas, exames, terapias e cirurgias) realizados em 2020, em relação a 2019, pelo setor de planos de saúde.

A redução da utilização dos serviços aconteceu em decorrência das medidas protetivas para evitar a disseminação da covid-19. Apesar da alta quantidade de atendimentos e internações pela doença, houve redução na procura por consultas, exames e cirurgias que não eram urgentes. Em 2021, com a retomada gradativa da utilização dos planos de saúde pelos beneficiários, as despesas assistenciais apresentaram crescimento, influenciadas principalmente pela variação no preço dos serviços/insumos de saúde.

Aumento deve ser descrito no boleto

O reajuste anual deve aparecer no boleto de cobrança dos planos de saúde individuais e familiares. Se a cobrança for superior a 15,5%, o consumidor deve ligar para a operadora para pedir esclarecimentos, diz a ANS.

Fonte: UOL

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