conecte-se conosco


Carros e Motos

Honda Pop 110i 2019 chega por R$ 5.790 com os freios combinados

Publicado


Honda Pop 110i: A motocicleta mais básica que o cliente pode comprar (entre outras Cubs)
Divulgação
Honda Pop 110i: A motocicleta mais básica que o cliente pode comprar (entre outras Cubs)

A linha 2019 da Honda Pop 110i começa a ser vendida em todo o Brasil. O preço subiu para R$ 5.790, após um aumento de R$ 200. Apesar disso, a moto segue a mais em conta da fabricante japonesa, que adicionou sistema de frenagem combinada (CBS) de série. Outra novidade é a nova textura do banco e a adição da cor vermelha às demais, que inclui a tonalidade preta. Quanto a ele, não é apenas a cor que se destaca nesse banco, mas sim a sua textura de colmeia. 

LEIA MAIS: Serpenteando por aí com a Honda Pop 110i. Confira as impressões da avaliação

Os freios agora distribuem automaticamente a frenagem entre as rodas dianteiras e traseiras, o que aumenta a estabilidade. O item passou a ser obrigatório em todas as motos novas que chegarem ao Brasil, tanto importadas quanto fabricadas aqui. As motos mais potentes devem adicionar, ainda, os freios ABS. Apesar disso, a Honda Pop 110i
ainda utiliza freios a tambor tanto na frente quanto atrás.

LEIA MAIS: Veja quais são as cubs e os scooteres mais vendidos do Brasil

Mecânica da Honda Pop 110i


Honda Pop 110i tem motor pensado para ser o mais simples e robusto, para oferecer o melhor custo-benefício
Divulgação
Honda Pop 110i tem motor pensado para ser o mais simples e robusto, para oferecer o melhor custo-benefício

A mecânica da Pop 110i 2019 segue com a mesma transmissão manual de 4 marchas e motorização monocilíndrica, de 109,12 cm³, quatro tempos e refrigeração a ar. Gera 7,9 cv e 0,90 kgfm, a partir de um sistema de injeção eletrônica que gerencia apenas gasolina. Com o farol fixado no quadro, envolto pela carenagem, e com os amortecedores dianteiros presos apenas na mesa inferior, a moto consegue ser extremamente leve: 79 kg. O painel de instrumentos, totalmente mecânico, é básico, com velocímetro analógico e com a chave de ignição ao lado. Não tem hodômetro parcial, de acordo com a fabricante. 

Leia mais:  RenaultSandero GT Line 1.0: esportivo com motor de baixa cilindrada?

LEIA MAIS: Honda PCX 2018 é o scooter preferido nas cidades. Confira a avaliação

A Honda Pop 110i praticamente não tem concorrentes quando é analisada pela robustez ou pelo seu preço. Ou até pelas possibilidades extras, como, por exemplo, levar toda a família agrupada no enorme banco. Claro, a legislação de trânsito não permite mais que dois ocupantes em uma motocicleta, mas não deixa de ter essa capacidade.

LEIA MAIS: Honda Biz agora chega com novos freios combinados e promete oferecer mais segurança

Ao contrário do que o visual dela pode sugerir, já que tem ares mais modernos, suas origens são de longa data. Tal como a Honda Biz
, a Honda Pop 110i
é uma Cub, categoria originada na Super Cub 100, lançada em 1958 e considerada uma das motos mais duráveis já produzida. A diferença fundamental entre um cub e um scooter é que o cub tem corrente, coroa e pinhão, enquanto o scooter
tem a transmissão do tipo CVT acoplada diretamente na roda traseira.

Comentários Facebook
publicidade

Carros e Motos

Veja 5 carros iguais que são vendidos por marcas diferentes

Publicado

por

Componentes automotivos normalmente são intercambiáveis por conta dos fornecedores. Para citar um breve exemplo, as transmissões Aisin e ZF aparecem em diversos modelos no Brasil, além da Chevrolet já ter fornecido motores para a Fiat. Apesar dessa intercambialidade de componentes, algumas marcas ultrapassam os limites e fornecem a licença de projetos completos aos rivais, como carros irmãos.

LEIA MAIS: Veja os 5 sedãs compactos que mais gostamos de dirigir até R$ 70 mil

Já falamos da primeira geração do Siena, que foi vendida na Coreia do Norte pela Pyeonghwa Motors. Apesar de ser um exemplo distante, o mesmo fenômeno pode acontecer bem na nossa frente sem que a maioria das pessoas perceba. A reportagem de iG Carros enumera cinco carros irmãos
que foram vendidos por duas marcas diferentes através dos anos.

LEIA MAIS: Conheça os 5 SUVs seminovos mais econômicos por até R$ 50 mil

1 – Suzuki Fun e Chevrolet Celta


Começamos a lista dos carros irmãos com o Suzuki Fun, representante do nosso Chevrolet Celta na Argentina
Divulgação
Começamos a lista dos carros irmãos com o Suzuki Fun, representante do nosso Chevrolet Celta na Argentina

Se você já foi para Buenos Aires (Argentina), talvez tenha visto um Celta com o símbolo da Suzuki no lugar da Chevrolet. Na prática, era apenas uma troca simples de logotipos, mas o Suzuki Fun ainda não ficava livre de algumas diferenças pontuais em relação ao nosso Celta, que deixou de ser fabricado em setembro de 2015. 

LEIA MAIS: Relembre 5 versões que homenageiam eventos esportivos

Para começar, o modelo dos hermanos
vinha equipado com motor 1.4, de 85 cv de potência. Por aqui, era o saudoso 1.0 VHCE Flex, capaz de desenvolver 77 cv. A capacidade do tanque de combustivel do Celta também era maior, com 54 litros ante apenas 46 litros do Fun. O pacote de equipamentos, entretanto, era o mesmo. Falaremos mais sobre a parceria entre Suzuki e Chevrolet em outro tópico.

LEIA MAIS: Indian, Kasinski e Buell: veja 5 marcas de moto que abandonaram o Brasil

Leia mais:  RenaultSandero GT Line 1.0: esportivo com motor de baixa cilindrada?

2 – Yusheng S330 e Ford Territory


O Yusheng S330 deu a base para o Ford Territory entre os carros irmãos. O modelo não será mais vendido no Brasil
Divulgação
O Yusheng S330 deu a base para o Ford Territory entre os carros irmãos. O modelo não será mais vendido no Brasil

Quem esteve no Salão do Automóvel, no São Paulo Expo, em novembro último, pôde conhecer o SUV Territory, que até então estava nos planos da marca para o mercado brasileiro. O modelo seria importado da China para rivalizar diretamente com o Jeep Compass, ocupando a lacuna que ainda existe entre os SUVs EcoSport e Edge. Com 4,58 metros de comprimento por 1,93 m de largura e 2,72 m de entre-eixos, suas dimensões são equiparáveis com o Jeep.

LEIA MAIS: Conheça 5 modelos seminovos de sete lugares por até R$ 80 mil

O Territory é, na verdade, um SUV chinês conhecido como Yusheng S330. Ele foi mostrado como conceito durante o Salão de Shanghai (China) de 2015, sendo lançado ao mercado em 2016. Por lá, é o principal rival do Landwind X7, conhecido internacionalmente como um plágio do Range Rover Evoque.

LEIA MAIS: Veja 5 carros que estão para mudar, ou sair de linha, que já surgem com descontos

3 – Fiat Freemont e Dodge Journey


Dodge Journey e Fiat Freemont eram carros irmãos, sem tirar nem pôr. Os públicos, entretanto, eram diferentes
Divulgação
Dodge Journey e Fiat Freemont eram carros irmãos, sem tirar nem pôr. Os públicos, entretanto, eram diferentes

A dupla foi o primeiro fruto da parceria entre Fiat e Chrysler no fim da década passada, como se fossem irmãos gêmeos. Os públicos, por outro lado, eram bem diferentes. O Fiat, evidentemente, visava um público menos abastado, enquanto o Dodge ocupava um segmento premium.

LEIA MAIS: Conheça 5 modelos seminovos de sete lugares por até R$ 80 mil

O Journey era equipado com motor 3.6 V6, de 280 cv de potência e câmbio de seis marchas.  O motor do Freemont, por sua vez, era menor: 2.4 de quatro cilindros em linha, com 172 cv de potência. Desde então, a FCA nunca mais lançou modelos “gêmeos”, dando preferência pela intercambialidade de plataformas entre Fiat e Jeep.

Leia mais:  LandRover revela mais fotos e detalhes da nova geração do Defender

4 – Suzuki Vitara e Chevrolet Tracker


A parceria com a Suzuki também rendeu frutos ao aventureiro Chevrolet Tracker entre os carros irmãos
Divulgação
A parceria com a Suzuki também rendeu frutos ao aventureiro Chevrolet Tracker entre os carros irmãos

Neste ponto, podemos aprofundar mais as questões que envolveram a parceria entre Suzuki e Chevrolet. Em meados da metade dos anos 90, a GM comprou 20% das ações da marca japonesa. Alguns anos depois, ainda em 1999, foi iniciada a produção do aventureiro Grand Vitara na Argentina.

LEIA MAIS: Vazam imagens oficiais da nova geração do Chevrolet Tracker

A Chevrolet aproveitou o projeto para lançá-lo no Brasil como Tracker, mas os projetos tinham algumas diferenças de motor e câmbio. O Vitara era equipado com motor 2.0 turbodiesel, enquanto o Tracker trazia uma unidade a gasolina. De resto, os carros eram praticamente iguais. A parceria entre as duas marcas durou até 2010, quando a Volkswagen se tornou a maior acionista da Suzuki.

5 – Pontiac Solstice, Opel GT, Daewoo G2X e Saturn Sky


Pontiac Solstice também é um dos carros irmãos do trio de esportivos de Saturn, Opel e Daewoo, todos roadsters
Divulgação
Pontiac Solstice também é um dos carros irmãos do trio de esportivos de Saturn, Opel e Daewoo, todos roadsters

Neste caso, estamos falando de quadrigêmeos. Os modelos Pontiac Solstice, Daewoo G2X, Opel GT (vendido nos EUA pela Buick) e Saturn Sky foram apostas da General Motors na categoria dos esportivos. Eles não compartilham apenas a plataforma. Havia duas opções de moitor: 2.4 Ecotec, de 177 cv e 2.0, turbo, de 260 cv. E o sistema de transmissão podia contar com câmbio automático ou manual.

LEIA MAIS: Veja os 5 carros mais confiáveis para se comprar no Brasil

Diferentemente de modelos anteriores, compartilhar a base de esportivos continua em alta no mundo automotivo. Podemos citar o roadster Fiat 124 que tem a mesma base do Mazda MX-5, ou o novo Toyota Supra, que é feito sob os moldes do clássico BMW Z4, que vem com motor 2.0, turbo, capaz de gerar 304 cv. Tudo indica que este fenômeno continuará forte entre as picapes médias.

Estes foram alguns dos exemplos mais curiosos que destacamos, mas também podemos apontar este fenômeno em outras condições. Na Europa, a Volkswagen é dona das fabricantes Skoda (República Tcheca) e Seat (Espanha).

A partir disso, da mesma forma, o nosso Up! era vendido pelas três marcas em um esquema bem semelhante. Na América Latina, Renault, Nissan e Mercedes-Benz compartilham o projeto de suas picapes, e tudo indica que o mesmo acontecerá entre Ford Ranger e VW Amarok entre os carros irmãos
.

Fonte: IG Carros
Comentários Facebook
Continue lendo

Carros e Motos

Porsche Cayenne ganha versão SUV-cupê para concorrer com BMW X6

Publicado

por


Porsche Cayenne cupê será mais caro que o SUV convencional, pois vai estrear novos equipamentos e tecnologias
Divulgação
Porsche Cayenne cupê será mais caro que o SUV convencional, pois vai estrear novos equipamentos e tecnologias

Nascido SUV, o Porsche Cayenne foi apresentado em uma nova versão crossover “SUV-cupê”. Prevista para ser lançada em maio, trata-se da configuração mais agressiva, pensada para rivalizar com BMW X6, Mercedes-Benz GLE Coupé e novo Audi Q8. Ainda não se sabe quando virá ao Brasil, mas custará mais caro que o modelo convencional.

LEIA MAIS: Novo Porsche 911: lendário cupê beira a perfeição na linha 2020

Em relação ao Porsche Cayenne
 original, o teto ficou 20 milímetros mais baixo, deixando a coluna A e o parabrisa mais inclinados. O banco traseiro está 18 mm mais largo por conta das novas portas de trás, bem como o spoiler ativo teve que posicionado mais abaixo, deixando fixo o componente aerodinâmico do do teto. Ao passar de 90 km/h, ou durante as frenagens, atua para gerar pressão aerodinâmica descendente e de freio, respectivamente.

LEIA MAIS: Porsche 718 T virá ao Brasil, inclusive, na versão com câmbio manual

A Porsche irá oferecer duas opções aos clientes. Uma é o teto solar panorâmico, e a outra é um feito de fibra de carbono. Essa última opção faz parte de um dos três pacotes de redução de peso para o SUV, incluindo ainda rodas de 22 polegadas mais leves, novo escapamento esportivo, peças de carbono, forração de Alcântara para o interior, entre outros itens.

Leia mais:  FCA ganha força com Jeep Renegade vendendo mais que Prisma na 1ª quinzena

LEIA MAIS: Porsche Macan GTS: esportivo de verdade, que nem se parece com um SUV

Tecnologias e números do Porsche Cayenne


Porsche Cayenne trouxe reformulação da carroceria, que impactou diretamente na disposição do interior
Divulgação
Porsche Cayenne trouxe reformulação da carroceria, que impactou diretamente na disposição do interior

Entre os equipamentos do SUV de luxo
, recebe as tecnologias usadas em outros modelos da marca, como esterçamento das rodas traseiras, controle de cruzeiro adaptativo e a nova geração da central multimídia. A opção mais cara contará com o motor 4.0 biturbo, de 550 cv e 78,5 kgfm, capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 3,9 segundos e chegar aos 286 km/h.

O novo Porsche pode vir com o 3.0 V6 turbo, que gera 340 cv e 45,8 kgfm, números para ir de 0 a 100 km/h em 6,0 segundos (5,9 s com o pacote Sport Chrono) e até os 243 km/h. O câmbio é automático, de 8 marchas, e funciona com tração nas quatro rodas.

LEIA MAIS: Porsche 718 Boxster GTS: coquetel molotov sobre rodas

Com a mudança no porte, vieram características curiosas. Mede 4,93 metros de comprimento (apenas um centímetro a menos do que o Cayenne normal), mas oferece espaço para quatro pessoas apenas, uma vez que o centro do banco traseiro foi reservada para um porta-objetos.

Como o teto é mais baixo, a Porsche deixou a fileira traseira de assentos 30 mm mais baixa, evitando que os passageiros encostassem a cabeça no teto. Perdeu um pouco de capacidade no porta-malas, com 625 litros na versão Coupé e 600 litros na Coupé Turbo, enquanto o Cayenne convencional conta com um total de 770.

Leia mais:  Novo SUV da Mazda é revelado no Salão de Genebra 2019

LEIA MAIS: Porsche Panamera Turbo: aceleramos o intrépido sedã familiar de 550 cv

Posicionado acima do Porsche Cayenne
SUV, o crossover começará em 83.771 euros (cerca de R$ 364.500), o que é 8.883 euros (R$ 38.600) mais caro do que o modelo normal. No caso do Coupé Turbo, são 146.662 euros (R$ 638.100), a diferença é de 7.812 euros (R$ 33.900), fazendo com que o SUV esportivo
custe 146.662 (R$ 638.100).

Fonte: IG Carros
Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Política MT

Mais Lidas da Semana