conecte-se conosco

  • banner_Lorenzetti_1250x250

Justiça

Homem que matou mulher na manhã de Natal é condenado a 21 anos de reclusão em Tangará da Serra

Publicado

O Tribunal do Júri condenou a 21 anos de reclusão, homem acusado de golpear com um canivete o pescoço da esposa. O crime aconteceu na manhã de Natal de 2018, no bairro Jardim Atlântida, em Tangará da Serra. A vítima chegou a ficar internada em unidade hospitalar por 14 dias, mas acabou morrendo em decorrência da violência doméstica.

O julgamento foi realizado terça-feira (11), no Fórum de Tangará. O réu foi condenado por homicídio com três qualificadoras (feminicídio, motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima). A decisão dos jurados foi acatada pela juíza da Primeira Vara Criminal da Comarca, Edna Ederli Coutinho, que leu a sentença após quase seis horas de julgamento.

Para aplicar a pena, a magistrada levou em consideração o fato de o réu ser primário, pontuou também que o motivo do crime foi considerado fútil, já que aconteceu após uma discussão, que a vítima estava desarmada e foi pega de surpresa, além disso, o crime foi no âmbito de violência doméstica.

“Considerando que o réu permaneceu preso durante todo o processo, a fim de resguardar a ordem publica e à aplicação da lei penal, em razão da gravidade concreta do delito e diante da quantidade da pena fixada, mantenho a prisão preventiva, com fundamento no art. 312 do CPP (Código de Processo Penal). Por conseguinte, nego-lhe o direito de recorrer em liberdade”, concluiu a magistrada.

Comentários Facebook

Justiça

Adiado julgamento de Tenente acusada de tortura que matou aluno do Corpo de Bombeiros

Publicado

Tenente Izadora Ledur, que responde processo pela morte do aluno Rodrigo Claro (Foto: Arquivo)

A audiência que julgaria a tenente do Corpo de Bombeiros Izadora Ledur Souza Dechamps marcada para o próximo dia 27 de janeiro, foi adiada pela Justiça. Ledur é acusada de torturar até a morte o aluno Rodrigo Claro.

O aluno que era tangaraense, faleceu em 16 de novembro de 2016, aos 21 anos de idade. Rodrigo era filho do também tenente Bombeiro, Antonio Claro, que já se aposentou após servir a corporação por 24 anos.

Segundo a acusação, Rodrigo Claro teria passado por sessões de afogamento e agressões, dirigidas por parte da tenente Ledur.

Aluno soldado do Corpo de Bombeiros, Rodrigo Claro, durante treinamento

A decisão de adiamento do julgamento da tenente foi tomada pelo juiz Marcos Faleiros que deferiu pedido da defesa de Ledur, sob argumento do “direito da ampla defesa e o contraditório”.

Continue lendo

Justiça

Audiência para sentenciar tenente bombeiro por morte de aluno é adiada

Publicado

Foto: Reprodução

A Justiça Militar cancelou audiência para sentenciar processo em que a tenente bombeiro Isadora Ledur é julgada pela morte do aluno Rodrigo Claro. Videoconferência estava designada para o dia 27 de janeiro.

O cancelamento ocorre após pedido de prorrogação de prazo para apresentação de alegações finais. Segundo defesa, a suspensão da audiência se justifica com o fim de resguardar paridade de armas entre Ledur e o órgão acusador.

Conforme os autos, o Ministério Público foi intimado para ofertar as alegações em 7 de abril de 2020, sobrevindo aos autos somente em 26 de outubro de 2020. O lapso temporal demostrou que o prazo foi consideravelmente ampliado.

Apuração apontou que a provável nova data de audiência será designada entre os meses de junho e julho.

Rodrigo morreu durante o 16º Curso de Formação de Bombeiro em Mato Grosso que era ministrado pela tenente. De acordo com a denúncia, a morte ocorreu no dia 10 de novembro de 2016, durante atividades aquáticas em ambiente natural, na Lagoa Trevisan, em Cuiabá.

Apesar de apresentar excelente condicionamento físico, o aluno demonstrou dificuldades para desenvolver atividades como flutuação, nado livre, entre outros exercícios.

Embora o problema tenha chamado a atenção de todos, os responsáveis pelo treinamento não só ignoraram a situação como utilizaram métodos reprováveis para aplicar “castigos”. Rodrigo Lima morreu por hemorragia cerebral.

Fonte: Olhar Jurídico

Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Política MT

Mais Lidas da Semana