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Brasil

Homem que explodiu o quintal de casa e viralizou na web, tentava matar baratas no Paraná; vídeo

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Um homem explodiu o quintal de casa ao tentar matar baratas com gasolina, veneno em spray e fogo, em Enéas Marques, no sudoeste do Paraná. As câmeras de monitoramento da casa registraram o acidente.

Reprodução / G1

As imagens mostram o gramado do quintal explodindo após o homem jogar fósforos em uma fossa de onde estavam saindo as baratas. “Fiquei pasmo e tremendo por causa do susto”, disse o caminhoneiro Cesar Schmitz.


Segundo Schmitz, ele jogou veneno em spray no local para tentar matar as baratas. Quando o produto acabou, ele jogou gasolina “Coloquei um pouco de gasolina e comecei a riscar o fósforo”, contou. Ele afirmou que acredita que o gás metano do veneno em spray com o fogo causou a explosão. O homem e os cachorros, que também estavam no quintal, não se machucaram.

O caso aconteceu na sexta-feira (18). Conforme Schmitz, ele conseguiu terminar de limpar tudo apenas nesta segunda-feira (21). Schmitz explicou que enviou o vídeo para um amigo, mas não imaginava que o caso ia viralizar na internet.

Fonte: G1PR

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Brasil

Banco Central avalia mudar parcelamento no cartão de crédito

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Depois de travar os juros do cheque especial em 8% ao mês (o equivalente a 150% ao ano), a equipe econômica mira agora as operações com cartão de crédito. Uma das distorções apontadas pelo Banco Central (BC) – e que o governo quer atacar – é a possibilidade de parcelar as compras no cartão de crédito sem juros. Segundo apurou o jornal O Estado de S. Paulo, uma das medidas em análise é restringir o parcelamento nesse tipo de operação.

Na prática, o parcelamento sem juros acaba funcionando como uma forma de crédito. “Alguém paga essa conta”, disse ao jornal O Estado de S. Paulo uma fonte da equipe econômica que acompanha os estudos para um novo desenho para o produto.

O governo já fez mudanças na regulação do cartão, mas não está satisfeito com os juros cobrados nessa linha de crédito, que chegaram a 317,22% ao ano em Outubro passado, de acordo com dados do Banco Central. A alteração das regras, no entanto, deve demorar um pouco mais pela “complexidade” de funcionamento desse tipo de meio de pagamento. Para vender parcelado aos seus clientes sem juros, os lojistas pagam uma taxa mais alta para o emissor do cartão. O emissor garante esse pagamento, mesmo se o cliente não quitar a fatura. Quanto maior o prazo, maior o risco do emissor – que depois é transferido para a taxa de juros. Em 2018, os lojistas concederam R$ 400 bilhões em crédito parcelado sem juros.

O governo fez no ano passado uma intervenção na regulação do mercado de cartões, mas os resultados desagradaram. Após cair com o anúncio das mudanças pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), em abril do ano passado, os juros do rotativo do cartão voltaram a subir. Em 2019, os juros médios do rotativo deram um pulo de 31,8 pontos porcentuais em apenas dez meses.

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O crédito rotativo do cartão de crédito pode ser acionado por quem não pode pagar o valor total da sua fatura na data do vencimento, mas não quer ficar inadimplente. Para usar o crédito rotativo, o consumidor paga qualquer valor entre o mínimo e total da fatura.

O restante é automaticamente financiado e lançado no mês seguinte, com juros. Em entrevista publicada na segunda-feira, 25, pelo jornal O Estado, o diretor de Organização do Sistema Financeiro e de resolução do BC, João Manoel Pinho de Mello, já havia sinalizado que o governo estava desconfortável com o nível de spread das operações com cartão de crédito. O spread bancário é a diferença entre o custo de captação dos bancos e a taxa cobrada dos clientes. “Já foi feita uma intervenção grande no cartão de crédito. Já caiu bastante. Está num nível confortável? Não”, afirmou Pinho de Mello na entrevista.

Segundo ele, o BC estava esperando para ver todos os efeitos das mudanças. “Competição é sempre a primeira aposta para reduzir o spread. Tem algumas circunstâncias em que competição não entrega todos os benefícios. Quando ela não entrega, justifica intervenções”, antecipou Mello na entrevista, antes do anúncio da fixação de um teto de 8% para os juros do cheque especial.


Estadão

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Brasil

Expectativa de vida do brasileiro foi de 76,3 anos em 2018, aponta IBGE

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A expectativa de vida do brasileiro ao nascer chegou aos 76 anos e 3 meses no ano passado. Os dados foram divulgados na manhã de hoje pelo IBGE e exibidos do Diário Oficial da União (DOU).

 

 

Este número é maior em relação ao que foi divulgado no ano passado, que mostrou os índices de 2017. Naquela ocasião, o tempo médio de vida dos brasileiros era de 76 anos e 0 meses.

O IBGE também divulgou os números do que diz ser a “Tábua Completa de Mortalidade”, que indica o tempo de vida por idade – com base no ano de 2018.

Nesta tabela, há números que diferem ligeiramente devido aos anos já vividos. Por exemplo: quem tinha 20 anos em 2018 deve viver mais 57,9 anos (tempo maior, portanto, do que a média de 76,3 anos).

Este índice aumenta para quem é idoso, segundo a pesquisa: quem completou 70 anos em 2018 tem a expectativa de viver até os 85,3 anos.


Do UOL, em São Paulo

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