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Tangará da Serra

Homem com 2 mandados de prisão é detido com armamento no Bezerro Vermelho

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A Polícia Militar de Tangará da Serra durante a realização de rondas pela zona rural do Município flagrou um homem portando ilegalmente uma arma de fogo de grande porte na comunidade Bezerro Vermelho. Além do armamento, o indivíduo carregava um total de 37 munições.

No momento da abordagem a guarnição da PM identificou que havia contra o homem dois mandados de prisão em aberto. “Nossa guarnição de Patrulhamento Rural visualizou esse cidadão que estava em uma motocicleta portando uma arma de fogo calibre 12. A guarnição considerou a atitude peculiar por se tratar de uma arma de um tamanho levado e fez abordagem ao cidadão constatando que se tratava de uma arma de fogo calibre 12 com 37 munições”, informou a PM.

Ao proceder com a checagem desse cidadão foi constatado que ele tem dois mandatos de prisão em aberto, sendo um deles por porte ilegal de arma de fogo e outro que ainda não foi identificado. Diante da situação, o indivíduo foi encaminhado à Delegacia e entregue à autoridade policial.

“O indivíduo, vale frisar, tinha a posse do armamento, porém não tinha o porte e mesmo assim a Polícia cumpriu os mandados de prisão que estavam em aberto. Os moradores também denunciaram esse cidadão, afirmando que ele utilizava o armamento para ameaçar moradores daquela região”, completou a PM.

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Tangará da Serra

Tangará concorre com projetos no edital MT Afluentes do Governo do Estado

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O Secretário de Cultura e Turismo, Welington Machado, protocolou na manhã desta sexta-feira, 24, dois projetos da área cultural para o Edital MT Afluentes do Governo do Estado de Mato Grosso.

Os projetos foram elaborados por uma equipe voluntária de artistas, produtores culturais e servidores da SECULTUR. “Quero aqui deixar registrado, o meu agradecimento ao nosso prefeito que não mediu esforços para apoiar estes projetos. Também quero agradecer à comissão elaboradora dos projetos, artistas e produtores culturais voluntários e à toda comunidade que participou deste processo”, disse.

Os projetos concorrem ao incentivo do Estado nos dois eixos do edital: Eixo 01 (Cultura) e Eixo 02 (Especial de Natal). No primeiro, o Município, por meio da Prefeitura Municipal, poderá ser contemplado com até R$ 250 mil para a realização de ações que contemplem os mais diversos campos e linguagens artístico-culturais.

Já no segundo eixo, a Prefeitura poderá receber R$ 400 mil, caso contemplada em projeto que apresenta atividades de cunho sociocultural e de lazer, incluindo decoração, programação cultural, oficinas, dentre outros, que integrem a temática natalina.

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Tangará da Serra

‘Ledur ganhou aval para seguir matando’, diz mãe de soldado tangaraense morto

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Indignada com o resultado do julgamento da tenente Izadora Ledur, Jane Claro, mãe de Rodrigo Claro, considerou a sessão ‘um circo’. Na visão da Justiça, Ledur cometeu crime de maus-tratos, mas vai responder em regime aberto por um ano. “Ela não foi condenada. Ela ganhou aval para continuar matando”, avalia após o resultado do julgamento.

A mãe disse que a família lutou 4 anos e 10 meses por Justiça “não pela palhaçada vista na audiência”. Segundo ela, o resultado ficou muito longe do esperado e não é punição para a oficial.

A tenente do Corpo de Bombeiros, Izadora Ledur, foi julgada na tarde de quinta-feira (23). Acusada de tortura que resultou na morte do aluno Rodrigo, ela foi condenada a um ano de prisão em regime aberto e pelo crime de maus-tratos.

A sessão de julgamento foi presidida pelo juiz Marcos Faleiros, da 11ª Vara Criminal Militar, que compõe o Conselho Militar com tenente-coronel Neurivaldo Antônio de Souza e os majores Paulo César Vieira de Melo Júnior, Ludmila de Souza Eickhoff e Edison Carvalho. Eles não entenderam que a conduta da oficial se enquadrava como tortura.

Conforme a decisão, Ledur teria se excedido durante a aplicação dos “caldos”, técnica utilizada para salvamento de vítimas na água. Entretanto, não houve intuito de torturar o então aluno.

“Lutamos por Justiça e não por palhaçada. O que aconteceu ontem foi um verdadeiro circo. Um teatro diante da nossa luta. Ledur não foi condenada. Ela recebeu, na verdade, foi aval para continuar matando e torturando. Se ela tivesse sido condenada, estaria presa e perdido sua farda”, declara a mãe.

Com Gazeta Digital

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