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História de adoção: mãe descobre que filhos adotivos são irmãos biológicos

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Uma  história de adoção
está chamando a atenção nas redes sociais. A norte-americana e mãe solo Katie Page, 35 anos, descobriu que seus dois filhos adotivos são, na verdade, irmãos. Ao site “Love What Matters”, a mulher conta que os filhos, Grayson, 2 anos, e Hannah, 1 ano, foram adotados por ela em um intervalo de mais de um ano e meio, sem ninguém saber que são irmãos.


Katie Page viveu uma história de adoção emocionante ao descobrir que filhos adotivos são irmãos biológicos
Arquivo pessoal
Katie Page viveu uma história de adoção emocionante ao descobrir que filhos adotivos são irmãos biológicos

“E se eu tivesse dito não? E se eu tivesse dito sim para uma das outras colocações que me pediram para fazer alguns dias antes? E se Hannah tivesse ido para outra família?”, fala a mãe sobre a adoção
. “A conexão nunca teria sido feita! Eu não pude acreditar no milagre que aconteceu! É incrível que meus filhos tenham se encontrado”, completa.

Detalhes da adoção


Katie pretende aumentar a família em 2019 e fazer a adoção do outro irmão biológico de Grayson e Hannah
Arquivo pessoal
Katie pretende aumentar a família em 2019 e fazer a adoção do outro irmão biológico de Grayson e Hannah

Grayson tinha poucos dias de vida quando Katie o adotou
. A mãe biológica era usuária de drogas, por isso, o menino enfrentou dificuldades para se desenvolver fisicamente. Por esse motivo, Katie preferiu direcionar toda a atenção para ele antes de começar outro processo para adotar
uma nova criança. Foi quando ele completou 11 meses que ela resolveu que era o momento ideal para buscar uma irmã para ele.

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Em poucas semanas ela recebeu a notícia de que havia uma garotinha no mesmo hospital em que Grayson nasceu e com um histórico médico parecido. “Minha cabeça dizia ‘não’, porque não fazia sentido e não estava nos meus planos, mas algo dentro de mim me mandava dizer ‘sim’”, fala. Apesar de estar apreensiva com a ideia, ela sempre lembrava que já tinha feito isso, então provavelmente conseguiria novamente.

Nos primeiros contatos com Hannah, ela começou a perceber alguns sinais de semelhança. Além de terem o mesmo nome, as duas mães biológicas faziam aniversário com apenas um dia de diferença. “Eles poderiam ter a mesma mãe?”, chegou a se questionar. “À primeira vista, as crianças não eram nada parecidas. Além disso, Grayson não tinha nem um ano de idade. Isso seria possível fisicamente?”, lembra dos primeiros pensamentos sobre eles serem irmãos biológicos
.

A mãe adotiva contatou a assistente social para descobrir se elas tinham alguma outra informação sobre as mães biológicas dos bebês e a profissional riu da suspeita. A confirmação veio no momento em que Katie ficou frente a frente com a mãe de Hannah. “Quando finalmente fomos apresentadas, soube instantaneamente que estava olhando para a mãe do meu filho”, diz. “Mas, ao mesmo tempo, eu tive que agir de forma completamente normal e não enlouquecer! Ela me deu pequenos insights sobre sua vida que partiram meu coração. Ela era linda assim como meu filho”, relembra.

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Katie conta que tem planos da família
aumentar. “Nossa aventura continua, porque 13 meses depois que Hannah nasceu, a mãe biológica deu as boas-vindas a outro menino e estamos trabalhando com muita esperança para fazer a adoção
em 2019”, finaliza o relato.

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Mãe se recusa a dar fórmula, consegue leite materno no Facebook e ignora riscos

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A dona de casa Joanne Campbell, de 32 anos, ficou arrasada quando percebeu que não poderia amamentar seu filho, Hayden, que agora tem seis meses. O menino nasceu com a língua presa e, nesse caso, é difícil para o bebê conseguir sugar o leite materno, pois existe uma pele que conecta a língua ao fundo da boca.

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Joanne Campbell não queria dar fórmula para o filho e resolveu buscar leite materno em grupos no Facebook
shutterstock
Joanne Campbell não queria dar fórmula para o filho e resolveu buscar leite materno em grupos no Facebook


A mãe, que vive em Sydney, na Austrália, não queria dar fórmula para o seu bebê, pois percebeu que ele estava tendo muitas cólicas. Foi então que ela resolveu procurar no Facebook mães que estivessem dispostas a doar leite materno
, já que o dela havia secado.

Depois de encontrar diversos grupos de apoio online, Joanne passou a pegar doações de leite para dar ao filho, ignorando todos os riscos que isso pode trazer para ele, já que ela não sabe o leite está propício para o bebê e se foi armazenado de forma correta.

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A australiana passou a receber cerca de um litro de leite por dia que é doado gratuitamente por mães que ela encontrou em grupos do Facebook
. Ela pega os sacos de leite congelados e afirma que não poderia estar mais feliz com a experiência.

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“Eu descobri esses grupos do Facebook em que mães doam leite antes de dar à luz. Eu estava esperando para doar meu próprio leite para ajudar os outros, mas eu não tinha ideia de que eu mesma precisaria”, relata.

Doação de leite materno


A mãe encontrou várias mulheres que se prontificaram a doar leite materno e usa um litro por dia para dar ao filho
shutterstock
A mãe encontrou várias mulheres que se prontificaram a doar leite materno e usa um litro por dia para dar ao filho


Depois de escrever meu primeiro post sobre a necessidade de leite para o filho, a mãe passou a receber inúmeras mensagens de muitas mulheres que estavam dispostas a ajudar. “Fui à casa de uma mulher para pegar meu primeiro lote de leite congelado e, desde então, usei o leite de outras sete doadoras, tudo para não dar lei em pó para Hayden”, afirma.

Joanne guarda o leite que recebe no freezer e descongela diariamente, pois o filho
precisa de cerca de um litro por dia. “Algumas pessoas acham que é nojento e não entendem por que compartilhamos fluido corporal humano com outra pessoa, mas acho isso normal agora”, garante.

A mãe sabe que existem riscos, mas tem confiança nas mulheres que conhece pela rede social. “Há algumas doenças bacterianas que o bebê pode pegar com o leite materno, mas não acredito que nenhuma das mães dos grupos do Facebook doaria seu leite se tivessem algo que pudesse prejudicar outro bebê. Hayden se beneficiou muito com o leite de outras mulheres”.

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A atitude de doar leite materno
é muito nobre, mas buscar por isso nas redes sociais pode ser algo arriscado e perigoso para o bebê. Aqui no Brasil, o Ministério da Saúde realiza uma campanha que incentiva a doação e, segundo informações do portal oficial do governo, todo leite é analisado, pasteurizado e submetido a um rigoroso controle de qualidade. Esse leite é destinado apenas a hospitais e maternidades, a distribuição pessoal vai conta à legislação.

Fonte: IG Delas
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Mãe de cinco faz transplante de útero para ajudar desconhecida a engravidar

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Uma mãe de cinco filhos, que sofreu durante anos por não conseguir engravidar, decidiu oferecer à outra mulher a chance de ser mãe por meio de um transplante de útero. Aprill Lane passou por um difícil processo para conseguir ficar grávida. Tudo porque, anos atrás, ela e seu marido Brian foram diagnosticados com uma “infertilidade inexplicável”.

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Aprill Lane teve dificuldade para engravidar, por isso, decidiu fazer um transplante de útero para ajudar outra mulher
shutterstock
Aprill Lane teve dificuldade para engravidar, por isso, decidiu fazer um transplante de útero para ajudar outra mulher


Receber esse diagnóstico foi extremamente frustrante e, infelizmente, ainda é comum casais sem nenhum problema de saúde aparente não conseguirem ter filhos. O casal tentou engravidar por meio da fertilização in vitro e como o procedimento não foi bem sucedido, ele adotaram uma criança. Nessa época, eles não conheciam o transplante de útero
.

Pouco tempo depois, Aprill ficou grávida de duas meninas por meio de outra fertilização in vitro
. Depois, ela conseguiu ficar grávida mais duas vezes. “A infertilidade, além dos efeitos físicos, afeta seu emocional e sua vida social de uma forte maneira”, diz a mãe em entrevista a “ABC News”.

Após passar por tudo isso, a mãe só pensava que se eu pudesse fazer algo para ajudar outra pessoa a aliviar um pouco dessa agonia, ela faria. Foi então que ela resolveu colaborar na administração de um grupo de apoio à infertilidade e iniciou estudos para ajudar as mulheres a pagar por tratamentos caros para engravidar.

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Com os estudos, a mãe descobriu que a Baylor University Medical Center, no Texas, Estados Unidos, estava realizando ensaios clínicos para fazer transplantes de útero. Aprill e o marido sabiam que construção familiar deles tinha sido resolvida, mas eles ainda sentiam a necessidade de ajudar efetivamente outra pessoa a construir uma família.

A mãe resolveu entrar em contato com a universidade e logo foi selecionada para fazer a cirurgia. Nos Estados Unidos, só pode fazer esse tipo de transplante as mulheres que nasceram sem o útero ou que tiveram câncer ou outras malformações causadas por alguma infecção ou danos causados ​​por abortos.

Curiosamente, após o transplante, o útero não fica com a mulher receptora durante toda a vida. Depois que ela dá a luz a um ou dois filhos, o útero é removido para que ela não precise passar a vida inteira tomando medicamentos fortes contra a rejeição.

Como foi o transplante de útero?


O transplante de útero deu tudo certo e Aprill se sente feliz por saber que pode ajudar outra pessoa a formar uma família
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O transplante de útero deu tudo certo e Aprill se sente feliz por saber que pode ajudar outra pessoa a formar uma família


Aprill pagou por sua própria viagem, pegou folga no trabalho e fez todo o processo pré-operatório para realizar a cirurgia. Ela foi a 15º pessoa a realizar o transplante na universidade. A cirurgia, que durou nove horas, foi bem sucedida. Uma vez que seu útero foi removido, ele foi inspecionado para garantir que fosse uma combinação perfeita para a receptora antes de ser implantado.

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“A história dela é incrível por si só, porque ela era uma dessas mulheres quando ela não podia ter filhos. Ela conhece a luta muito de perto, sabe o que essas mulheres passam”, diz a cirurgiã Liza Johannesson, que foi responsável pelo transplante.

Para Aprill, essa cirurgia tem um grande significado porque ela está muito envolvida com as questões de infertilidade
. “Por mais de uma década, meu objetivo tem sido ser um sistema de apoio para uma comunidade muitas vezes incompreendida. Ver a minha mensagem de esperança tendo uma resposta foi incrível.”

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A mulher que recebeu o transplante de útero
permanece em anonimato. Normalmente, os doadores e receptores não se conhecem até a cirurgia acontecer e é precisso esperar um tempo para isso. Outro detalhe é que esse encontro só acontece se quem doou e quem recebeu o útero realmente quiser se conhecer.

Fonte: IG Delas
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