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HF BRASIL/CEPEA: Mesmo com alta dos custos, produtor de hortaliças pode ficar no azul em 2019

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Cepea, 12/06/2019 – É fato que os custos de produção das hortaliças subiram na última safra. Mas a boa notícia é que, no geral, produtores de tomate, cebola e cenoura podem garantir renda positiva em 2019, conforme a equipe Hortifruti/Cepea constatou neste Especial Hortaliças 2019 da revista HF Brasil, publicação do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP.

 

Pesquisadores da Hortifruti Brasil indicam que um dos motivos para o bom cenário de preços neste ano é a menor área cultivada, o que, por sua vez, se deve à baixa rentabilidade em alguns momentos da última safra. O clima em 2019 também não tem sido favorável à produtividade, limitando a oferta de hortaliças e, consequentemente, sustentando as cotações.

 

Conforme levantamento da equipe Hortifruti/Cepea em importantes regiões produtoras de tomates de mesa (Mogi Guaçu/SP e Caçador/SC) e industrial (Goiânia/GO), de cenoura (São Gotardo/MG) e de cebola (Lebón Régis/SC), o aumento do custo em 2019 está relacionado, especialmente, aos maiores gastos com fertilizantes e defensivos. E os preços destes insumos subiram devido à forte valorização do dólar neste ano. Além disso, o aumento no valor do frete, após a greve dos caminhoneiros em maio de 2018, também influenciou os custos em 2019.

 

O tomate industrial é o único segmento dos avaliados neste Especial Hortaliças que a previsão não é positiva. Os estoques elevados das indústrias de atomatados nos últimos dois anos têm reduzido a área de plantio e pressionado os valores pagos ao produtor.

Leia mais:  FRANGO/CEPEA: Exportação diminui, mas preço interno segue em alta

 

DIVERSIFICAÇÃO – Como forma de driblar anos de margens estreitas, alguns produtores, sobretudo os de pequena escala e/ou os que já têm perfil multiculturas, estão diversificando suas atividades agrícolas para tentar diluir os custos. A diversificação permite que agricultores tenham mais de uma safra no ano e, consequentemente, reduzam o risco ao produzir apenas uma cultura.


ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o mercado de hortifrúti aqui e por meio da Comunicação do Cepea, com a pesquisadora Margarete Boteon: (19) 3429 8836 / 8837 e [email protected]

Fonte: CEPEA
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Em Abu Dhabi, ministra conhece fábrica de processados e fazenda de frutas e legumes

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Na última etapa da viagem ao Oriente Médio, a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) visitou neste sábado (21) a fábrica de alimentos processados da BRF em Abu Dhabi e uma fazenda produtora de frutas e legumes. 

Na fábrica da BRF, a ministra foi recebida pelo vice-presidente Jurídico, de Compliance e Relações Institucionais, Bruno Ferla. A fábrica está localizada na zona industrial de Kizad, a 15 quilômetros do Khalifa Port e produz atualmente 81 mil toneladas ao ano. Cerca de 90% da matéria prima da fábrica é oriunda do Brasil, sendo que 100% da carne de frango utilizada é brasileira, além de parte da carne bovina usada na fabricação de hamburguer. 

Na fazenda Al Adla Farm, a ministra conheceu plantações de tomates, banana, berinjela, pepino, manga e milho. A produção é feita apenas com controle biológico de pragas e as estufas são irrigadas por gotejamento, com água dessalinizada. As estufas são  climatizadas com paredes umedecidas e ventiladores. 

“É muito interessante para nós, que temos água em abundância e terra fértil, ver como eles conseguem produzir no deserto,  em condições críticas”, disse a ministra.

Tereza Cristina e a delegação brasileira está no Oriente Médio desde o dia 11 de setembro. Na região, foi anunciada a abertura do mercado do Egito para produtos lácteos brasileiros, da Arábia Saudita para castanhas e derivados de ovos e do Kuwait para mel. Amanhã (22), a ministra participa de seminário sobre oportunidades de negócios no Brasil na Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, em Dubai.  A viagem se encerra na próxima segunda-feira (23).


Informações à imprensaCoordenação-Geral de Comunicação Social
[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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Mapa incentiva produção e aquisição de alimentos orgânicos para a merenda escolar

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Como parte das ações de estímulo à produção de alimentos orgânicos nos municípios, para serem destinados às escolas municipais e estaduais do país, o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo (SAF), está apoiando a Santa Flor 2019 – Feira das Flores e da Agroecologia, que acontece em Santa Clara do Sul (RS). Além de incentivar a produção e o comércio de flores, o evento tem o objetivo de fomentar as agroindústrias familiares e a cultura orgânica, com a realização de debates sobre os temas e a exposição e venda de produtos ligados aos setores. 

A abertura oficial, realizada na tarde de ontem (19), contou com a presença do ministro da Cidadania, Osmar Terra, e do secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Mapa, Fernando Schwanke, que defendeu a importância de ampliar a participação da produção orgânica nas refeições servidas aos estudantes de todas as etapas da educação básica pública.

“Estamos trabalhando em algo que vai contribuir de forma significativa para a promoção de hábitos saudáveis entre milhares de estudantes brasileiros. Por determinação da ministra Tereza Cristina, iniciamos várias mobilizações pelo país, fomentando o aumento de produtos orgânicos na merenda escolar. O intuito é incentivar que prefeitos construam projetos de apoio ao setor e comprem alimentos dos seus agricultores, de preferência da produção orgânica”, disse Schwanke.

A proposta do Mapa é expandir a presença dos orgânicos nas unidades escolares do país, por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), ação do governo federal que garante a alimentação escolar a todos os estudantes dos ensinos infantil, fundamental e médio das escolas públicas e filantrópicas. Isso acontece por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento para a Educação (FNDE), que repassa os recursos financeiros para todos os estados e municípios.

Leia mais:  LEITE/CEPEA: Estoques reduzidos e menor produção elevam preço do UHT

A Lei da Alimentação Escolar determina que, do total dos recursos financeiros repassados aos municípios pelo FNDE para alimentação escolar, no mínimo 30% devem ser empregados na compra de alimentos produzidos pela agricultura familiar. “Em Santa Clara do Sul, 60% dos alimentos que vão para a merenda escolar já são orgânicos. O município está sediado no Vale do Taquari, que é um grande produtor de alimentos. E aqui existe um projeto de inserção dos seus agricultores na produção de alimentos orgânicos, que passa a ser um referencial para o Brasil. A iniciativa já conta com 30 produtores certificados”, ressaltou Schwanke.

A quarta edição da Feira Santa Flor segue até domingo (22). Na programação, cerca de 15 eventos técnicos, 14 shows e mais de 100 expositores. O evento é uma realização da Prefeitura de Santa Clara do Sul e parceiros, com o apoio do Mapa, da Embrapa Clima Temperado e da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do Estado do Rio Grande do Sul.


Informações à imprensaCoordenação-Geral de Comunicação Social
[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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