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HF BRASIL/CEPEA: Frutas brasileiras são competitivas no exterior

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Cepea, 7/11/2018 – O Brasil vem se tornando cada vez mais competitivo no cenário internacional das frutas, especialmente para mamão, manga, melão, lima ácida e melancia. O País está entre os 10 maiores exportadores dessas frutas no mundo. O destaque é para o mamão, sendo o segundo maior exportador e a fruta brasileira mais competitiva frente aos demais exportadores-concorrentes.

 

A matéria de capa deste mês da revista Hortifruti Brasil, publicação do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, mede o grau de competitividade das frutas brasileiras mais exportadas pelo Brasil. Baixos custos, qualidade, profissionalização e um calendário de oferta ao longo do ano muito competitivo são os destaques para explicar a posição de destaque do País.

 

O final do ranking fica para as frutas brasileiras menos competitivas: uva, maçã e banana. A alta concorrência externa, principalmente no caso da uva e da maçã, no qual os grandes compradores também são produtores, limitam muito a expansão das exportações nacionais.

 

Esse perfil de competitividade avaliado pelo Hortifruti/Cepea mostra que o País vem ganhando mais espaço, principalmente em frutas de nicho de mercado na Europa e Estados Unidos, como mamão, manga e lima ácida. Esse grupo de fruta não faz parte do hábito diário de consumo nesses países. Assim, mesmo que o Brasil apresente boas taxas de crescimento dessas frutas, o menor tamanho de mercado externo limita um aumento de receita compatível com os cinco maiores exportadores.

 

Para 2018, a projeção do Hortifruti/Cepea indica que a receita com os embarques deve somar US$ 740 milhões, 3% acima da obtida em 2017, mas inferior aos US$ 2 bilhões arrecadados por ano pelos cinco maiores exportadores de frutas do mundo (Estados Unidos, Equador, China, Chile e Espanha). Banana, uva e maçã são as frutas mais comercializadas por esses grandes exportadores.

 

Mesmo assim, a publicação destaca que as apostas nesses nichos de mercado ainda é a maior força que o País tem no comércio exportador. Assim, quanto mais promoções e diversificação de mercados compradores forem conquistados, mais o Brasil pode crescer no comércio externo. Claro que os tradicionais entraves – infraestrutura precária, baixo investimento em tecnologia e poucos incentivos governamentais –, se minimizados, também garantem uma força extra!

 

Clique aqui para acessar a revista completa!

 

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o mercado de hortifrúti aqui e por meio da Comunicação do Cepea, com a pesquisadora Margarete Boteon: (19) 3429 8836 / 8837 e [email protected]

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Após “luta” de 1h30, jaú de 150 kg é pescado e solto novamente no rio em Tangará

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Foto: G1

Uma “luta” travada entre pescador e peixe levou cerca de uma hora e meia. Mas não era qualquer peixe. O animal em questão trata-se de um jaú que pesa cerca de 150 quilos. Essa história, que não é conversa de pescador, aconteceu em Tangará da Serra no rio Sepotuba e foi destaque no noticiário de Mato Grosso.

O empresário Lucas Torrente e seus amigos é que pescaram o jaú de 150 kg. Entre fisgar o bicho e levá-lo ate um barranco, se passaram uma hora e meia. Depois de toda essa peleia, o peixão foi solto e voltou para as águas do Sepotuba.

De acordo com o biólogo da Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat), Valdo Troy, em entrevista concedida ao portal G1, um peixe deste peso é uma exceção e tem um papel essencial, que é controlar a população de peixes.

“Seria humanamente impossível brigar sozinho com um peixe daquele tamanho. Foi essencial a experiência junto com meus parceiros, porque o jaú é um peixe muito forte”, disse Lucas, que fisgou o bicho, ao portal. “Ele passava tranquilamente uns 150 kg. Se a gente submetesse ele a uma balança, poderia machucá-lo. Então, nós o soltamos e a dúvida ficou”, completou.

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FRANGO/CEPEA: Demanda externa cresce; preços sobem no Brasil

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Cepea, 08/04/2022 – A maior demanda internacional pela carne de frango motivou altas nos preços domésticos da proteína, segundo informações do Cepea. Com menor disponibilidade interna de muitos produtos, como peito e filé, vendedores seguem elevando as cotações, buscando garantir a margem frente ao custo de produção ainda alto. Além das exportações, o período de início de mês, com o recebimento do salário por parte da população, também favoreceu as altas nos preços. De acordo com dados da Secex, 385 mil toneladas de carne de frango foram exportadas em março, quantidade 13,3% acima da observada em fevereiro e ainda 4,8% maior que a exportada em março/21. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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