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Economia

Herança do novo governo é “muito melhor do que há três anos”, avalia Mansueto

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Divulgação/Ministério da Fazenda

“Novo governo vai encontrar o País melhor do que há três anos”, disse Mansueto Almeida, secretário do Tesouro

Em vídeo divulgado nesta segunda-feira (24) pelo Ministério da Fazenda, o secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, afirmou que “o novo governo vai encontrar o País melhor do que há três anos”. Almeida ainda fez uma avaliação das heranças deixada pelo governo de Michel Temer e defendeu a necessidade de debater as reformas.

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Sobre a situação que o novo governo
terá ao assumir, o secretário diz que “O Brasil do início de 2019 é um País com a inflação abaixo de 4%,  com a taxa de juros de 6,5%
e inflação esperada para os próximos três anos em torno 4%. Temos uma economia que volta a crescer por uma recuperação cíclica. Os empresários passaram a ter mais confiança e estão investindo mais.”

Para Mansueto
, o atual cenário econômico é bom para que a sociedade debata de forma madura e transparente as reformas que o País, segundo ele, necessita. O secretário citou as reformas da Previdência e tributária, além de medidas para uma maior abertura comercial e melhoria do ambiente de negócios.

“Se nós conseguirmos fazer as reformas no início do governo, poderemos consolidar um cenário muito positivo de um País que voltará a crescer 3% ou mais ao ano, com juros e inflação baixos. Isso é melhora de vida e de bem estar para todo mundo”, completou.

Ainda no site do Ministério da Fazenda
, o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid
, destacou o Fisco no combate à concorrência desleal, às fraudes e à corrupção. “Muitas das operações foram iniciadas pelo trabalho das equipes de inteligência e fiscalização da Receita”, comemorou.

Para o secretário, o Fisco deve seguir investindo no processo de simplificação tributária. “Poderíamos avançar na simplificação do PIS/Cofins, que é um tributo que hoje é muito complexo e gera litígios e dúvidas para os contribuintes e para o próprio Fisco. Essa simplificação pode ser feita de maneira infraconstitucional”, disse.

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O site do Ministério da Fazenda traz uma série de vídeos de ministros e secretários avaliando os resultados e formas de atuação dos órgãos que regem a economia brasileira, inclusive trazendo dados e visões de cada um deles. Mansueto Almeida, por exemplo, falou sobre como a economia deverá estar com o início do novo governo
e quais os méritos da gestão Temer nisso.

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Cidades

Mato Grosso tem a 4ª gasolina mais barata do país

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Mato Grosso tem o 4° preço mais barato do litro da gasolina no país, com R$ 6,99. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta terça-feira, 21.

O estado ficou em 16° lugar no ranking comparativo de maiores valores registrados do preço do combustível.

O valor em Mato Grosso está abaixo do preço médio do litro da gasolina no país, que ficou em R$ 7,232 na última semana. Os dados são referentes aos dias 12 a 18 de junho.

O preço médio mais alto foi verificado na Bahia (R$ 8,037). O maior valor cobrado foi encontrado foi no Rio de Janeiro (R$ 8,990). Já o menor foi registrado em um posto de São Paulo (R$ 6,170).

Em Mato Grosso, o preço mínimo registrado foi R$ 6,30 o litro. Como foi feita entre os dias 12 e 18 de junho, a pesquisa da ANP ainda não reflete totalmente o último reajuste anunciado pela Petrobras nas suas refinarias.

G1/MT

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Cidades

ANS aprova maior aumento em plano de saúde individual em 22 anos, 15,5%

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Os planos de saúde individuais e familiares ficarão até 15,5% mais caros, decidiu a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). É o maior percentual de reajuste anual autorizado pela agência desde 2000, ano de início da série histórica. Até então, o maior reajuste autorizado tinha sido de 13,57%, em 2016.

A medida vai impactar contratos de cerca de oito milhões de beneficiários, o que representa 16,3% dos consumidores de planos de saúde no Brasil. O aumento se refere ao período de maio de 2022 a abril de 2023 e só poderá ser aplicado no mês de aniversário do contrato —ou seja, no mês que o contrato foi assinado. A ANS diz que o reajuste foi motivado pelo aumento nos gastos assistenciais dos planos individuais no ano passado, em comparação a 2020, principalmente nos custos dos serviços.

Em contrapartida, a frequência no uso dos serviços de saúde não cresceu no mesmo ritmo, com uma retomada mais gradual em relação a consultas e internações. “Como a frequência na utilização de serviços apresentou queda bastante acentuada em 2020, a retomada em 2021, ainda que gradual, foi suficiente para que, ao lado de um aumento acentuado nos preços dos insumos e serviços, acelerasse o índice deste ano para 15,5%”, afirma a ANS.

Empresas de saúde afirmam que o setor acabou reduzindo a oferta de planos individuais justamente por causa da regulamentação da ANS, que estabelece limites para os reajustes. As companhias preferem lançar planos coletivos, com preços de mercado. Ao todo, 49,1 milhões de pessoas têm planos de saúde no país, de acordo com dados da ANS referentes a março.

Em 2021, mensalidades caíram pela primeira vez

No ano passado, a ANS determinou um reajuste negativo de 8,19% —na prática, os planos ficaram mais baratos aos consumidores, pela primeira vez. O percentual negativo refletiu a queda de 17% no total de procedimentos (consultas, exames, terapias e cirurgias) realizados em 2020, em relação a 2019, pelo setor de planos de saúde.

A redução da utilização dos serviços aconteceu em decorrência das medidas protetivas para evitar a disseminação da covid-19. Apesar da alta quantidade de atendimentos e internações pela doença, houve redução na procura por consultas, exames e cirurgias que não eram urgentes. Em 2021, com a retomada gradativa da utilização dos planos de saúde pelos beneficiários, as despesas assistenciais apresentaram crescimento, influenciadas principalmente pela variação no preço dos serviços/insumos de saúde.

Aumento deve ser descrito no boleto

O reajuste anual deve aparecer no boleto de cobrança dos planos de saúde individuais e familiares. Se a cobrança for superior a 15,5%, o consumidor deve ligar para a operadora para pedir esclarecimentos, diz a ANS.

Fonte: UOL

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