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Política Nacional

Haddad supera Bolsonaro em processos por “mentiras durante campanha”

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IstoÉ

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Marcelo Camargo/Agência Brasil – 11.10.18

Enquanto Haddad responde a 15 processos por mentiras na campanha, Bolsonaro responde a 14.

Fernando Haddad, candidato do PT a presidente em 2018, levou o título de “rei das fake news”, respondendo 15 processos na Justiça Eleitoral por contar mentiras na campanha. Bolsonaro ficou com o vice: respondeu a 14 ações por mentir aos eleitores. Márcio França (PSB), candidato ao governo de SP, ficou em terceiro, com 13 processos.

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Poste

Percebendo que o PT quer colocá-lo em mais uma roubada, Haddad já avisou ao partido que não pretende ser candidato a prefeito de São Paulo em 2020, como deseja a cúpula petista. Haddad deu o refrão: “Preciso me reorganizar e ganhar fôlego para as campanhas que virão pela frente”. Ele sonha em voltar a ser o poste de Lula em 2022.

Novo PSDB

Depois de ter perdido feio a eleição presidencial em 2018, o PSDB está mudando com vistas às próximas eleições, sobretudo em relação à sucessão de Bolsonaro em 2022. O primeiro passo da modernização do partido, agora presidido pelo ex-deputado Bruno Araújo, foi a consulta a 500 mil filiados por meios eletrônicos sobre os assuntos mais importantes do momento. Apesar de os tucanos decidirem que farão oposição a Bolsonaro na área de costumes, o partido resolveu, em seu Congresso Nacional realizado no sábado 4, em Brasília, com a presença de 700 convencionais, que continuará apoiando as reformas e a política de privatizações. Ou seja, o novo PSDB defenderá o liberalismo econômico, mas continuará condenando o autoritarismo e a política de extrema-direita de Bolsonaro.

Aclamado

O congresso tucano contou com o protagonismo dos governadores João Doria (SP) e Eduardo Leite (RS). Os dois chegaram a rivalizar, pois ambos são pré-candidatos a presidente da República. Mas, ao final, pousaram para fotos juntos, com a promessa de união para no futuro. Doria saiu aclamado como presidenciável para 2022. Leite será vice?

FHC

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Wilson Dias/Agência Brasil

Ausência do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foi a mais notada.

Algumas ausências foram sentidas, como as de Serra, Alckmin e Aécio, os últimos candidatos a presidente. A mais notada, porém, foi a do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, sobretudo porque ele anda defendendo o nome de Luciano Huck para 2022. Por isso mesmo, Doria visitou FHC no domingo 5, em seu apartamento no bairro de Higienópolis.

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“Partido não é quitanda!”

O ministro Luís Roberto Barroso, que assumirá a presidência do TSE em maio, promete atacar assuntos polêmicos no tribunal, como a prestação de contas dos partidos. Vencido no julgamento em que o STF derrubou a possibilidade de suspender os diretórios que deixarem de prestar contas, Barroso afirmou: “Partido político não é quitanda. Partido político recebe dinheiro público e tem que prestar contas.”

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Rápidas

  • O ex-deputado Alberto Fraga, ex-coordenador da bancada da bala e amigo de Bolsonaro, está cotado para ocupar o lugar do general Eduardo Ramos na Secretaria de Governo. Essa é a vontade do Congresso, que está com um pote até aqui de mágoas com o general.
  • Rodrigo Maia quer que a segunda instância seja introduzida na Carta Magna via emenda constitucional. “Não adianta querer jogar para a galera e aprovar qualquer coisa, para depois o Supremo derrubar outra vez.”
  • O deputado Felipe Rigoni (PSB-ES) não entende por que o Congresso debate o aumento do fundo eleitoral para R$ 3,8 bilhões ao mesmo tempo em que o governo não apresenta nenhum plano para melhorar o IDH.
  • Caducou a MP 892 que Bolsonaro enviou ao Congresso para desobrigar empresas de publicarem balanços em jornais de grande circulação. Bolsonaro e Wajngarte queriam sufocar os jornais como o Valor Econômico.

Retrato falado

Sempre que há ameaças à democracia, ressurge o ex-ministro da Justiça, José Carlos Dias. Aos 80 anos, agora ele está à frente da Comissão Arns, que luta pela preservação dos Direitos Humanos. Recentemente, Dias denunciou Bolsonaro ao Tribunal Penal Internacional, em Haia, na Holanda, por crimes contra a humanidade. O presidente brasileiro teria incitado ataques à comunidade indígena. O ex-ministro assessorou dom Paulo Arns em sua luta contra a ditadura militar (1964 a 1985).

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Expulsos do paraíso

Os bolsonaristas tiveram revezes em série esta semana. Começou com o deputado Eduardo Bolsonaro, que foi suspenso do PSL por um ano, por ter desrespeitado o estatuto e o código de ética da sigla. Entre outras coisas, ofendeu a deputada Joice Hasselmann. Por isso, inclusive, pode até ter o mandato cassado. Com a punição, dançou na liderança do partido na Câmara. Pior: ficou também sem a embaixada em Washington. Vai ver Trump pela TV. Dudu perderá, ainda, o cargo de presidente do PSL de São Paulo, que tanto teimou em ter. Quem tudo quer, nada tem. Outros 17 deputados do PSL foram punidos pela direção bivarista. Está provado: política não é para amadores.

Pastor sem ovelhas

O deputado Marco Feliciano (SP), pastor ligado a Bolsonaro, teve azar semelhante: foi expulso do Podemos, o partido que teve Álvaro Dias como candidato a presidente em 2018. Ao invés de fazer campanha pelo senador do Paraná, Feliciano vestiu a camisa de Bolsonaro. Vai para o Aliança pelo Brasil.

Bando de desocupados

Depois de ter cedido sua casa no Rio para Bolsonaro gravar a propaganda eleitoral, Paulo Marinho foi chutado para longe. Mas, agora, ele é o presidente do PSDB do Rio. Na condição de ex-coordenador da campanha do PSL, ele foi chamado à CPMI das Fake News. “Os bolsominios são um bando de desocupados”


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Toma lá dá cá

General Carlos Alberto dos Santos Cruz arrow-options
Reprodução/Twitter

General Carlos Alberto dos Santos Cruz diz que analisaria alguns partidos para se filiar.

O senhor pensa em se filiar a algum partido?
Se for me filiar, vou analisar alguns partidos. O único com o qual não tenho nenhuma afinidade é com aquele que esteve no poder por um tempo longo nos últimos anos e se caracterizou por corrupção e demagogia.

Seria o PT?
Sim, o grupo de partidos que uniu corruptos e os demagogos e que, utilizando-se de um discurso copiado de velhas cartilhas socialistas e comunistas, causaram um mal imenso ao país.

Por que a atuação dos militares é importante neste momento de radicalização na política?
Em momentos de extremismos de direita e esquerda, acho que todas as pessoas equilibradas são importantes, sejam civis ou militares. A palavra chave é equilíbrio.

*Colaborou: Marcos Strecker

Fonte: IG Política
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Bolsonaro embarca nesta quinta-feira para visita oficial à Índia

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Alan Santos/PR

Presidente vai participar das celebrações do Dia da República

O presidente Jair Bolsonaro embarca, na manhã desta quinta-feira(23), para a Índia, onde é convidado especial para as celebrações do Dia da República, no próximo domingo (26). A viagem deve incluir a assinatura de pelo menos dez acordos bilaterais , em áreas como segurança cibernética, bioenergia e saúde. A previsão é que o avião presidencial chegue a Nova Delhi por volta das 16h desta sexta-feira (24), horário local, sem compromissos oficiais previstos.

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No dia seguinte (25), o presidente brasileiro cumpre agenda com protocolo de visita de Estado, que inclui reuniões com o presidente indiano, Ram Nath Kovind, e o primeiro-ministro e chefe de governo do país Narendra Modi, para assinatura de acordos entre os dois países, além de uma declaração à imprensa. Também está programada, no mesmo dia, uma visita ao Memorial em homenagem ao pacifista indiano Mahatma Gandhi. No domingo (26), Bolsonaro participará das comemorações do Dia da República da Índia.

No dia 27, também em Nova Delhi, Bolsonaro participa de café da manhã com empresários indianos para apresentar oportunidades de negócios no Brasil, com foco em investimentos no setor de infraestrutura. Depois, haverá um seminário entre empresários dos dois países. Na sequência, a comitiva brasileira embarca para Agra, cidade que abriga o famoso mausoléu Taj Mahal, um dos principais monumentos da Índia. Será o último compromisso oficial de Bolsonaro no país asiático. Depois disso, ele embarca de volta ao Brasil, onde deve chegar na terça-feira (28), ainda sem previsão de horário. .

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A comitiva de Bolsonaro é formada pelos ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Marcos Pontes (Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações), Bento Albuquerque (Minas e Energia), Teresa Cristina (Agricultura), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional). O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, o secretário da Pesca, Jorge Seif, o senador Luiz Carlos Heinze (PP-RS), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (Sem Partido-SP) e o deputado federal Filipe Barros (Sem Partido-PR) também acompanham o presidente.


Vistos

Apesar de o governo trabalhar nesse sentido, Bolsonaro não deve anunciar durante a viagem a isenção de visto de entrada para turistas indianos. Isso porque ainda estão em andamento estudos que permitam viabilizar a medida, segundo o governo.

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No ano passado, o Brasil isentou de visto de entrada os turistas provenientes de Japão, da Austrália, do Canadá e dos Estados Unidos. A medida foi tomada sem que houvesse reciprocidade desses países em relação aos turistas brasileiros.

Fonte: IG Política
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Caso Flordelis: senador já sabia que esposa seria intimada por conta de celular

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Cleia Viana/Câmara dos Deputados

Polícia investiga envolvimento de senador do mesmo partido de Flordelis no crime

A Polícia Civil informou ontem que o  senador Arolde de Oliveira (PSD) já sabia, desde semana passada, da intimação de sua esposa, a empresária Yvelise de Oliveira, para prestar esclarecimentos sobre o celular do pastor Anderson do Carmo, usado na rede de Wi-Fi da residência do casal, na Barra da Tijuca, momentos depois dele ter sido assassinado. Em nota, o político disse estar “chocado e que seus advogados vão entrar no inquérito, e avaliar todos os pontos”. As informações são do jornal O Dia .

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De acordo com a corporação, Yvelise havia sido notificada pela Delegacia de Homicídios de Niterói, Itaboraí e São Gonçalo (DHNISG) que deveria comparecer ontem na especializada. No entanto, na manhã de terça-feira, a advogada da esposa do senador comunicou aos agentes que sua cliente estava com um problema de saúde e que não poderia prestar esclarecimentos.


Segundo as investigações, o celular do pastor Anderson , marido da deputada Flordelis , foi conectado a um chip em nome de Yvelise e usado na rede de Wi-Fi da casa do senador momentos após ele ser assassinado, em junho passado. A delegacia solicitou o aparelho, mas o telefone desapareceu após o crime. A DHNISG descobriu que antes de sumir o celular foi levado para Brasília e conectado por um delegado da Polícia Federal.

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Pouco antes da divulgação da intimação de Yvelise, a Polícia Civil divulgou a saída da delegada Barbara Lomba , que era a titular da DHNISG. O novo chefe será o delegado Allan Duarte Lacerda, que estava na 127ª DP (Búzios).

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Fonte: IG Política
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