conecte-se conosco

  • banner_Lorenzetti_1250x250

Economia

Guedes cobra TCU para privatizar Eletrobras logo: “Energia em jogo”

Publicado


source
Guedes: “O Brasil está dando um passo decisivo no avanço da segurança energética brasileira
Washington Costa / ME

Guedes: “O Brasil está dando um passo decisivo no avanço da segurança energética brasileira

O ministro da Economia, Paulo Guedes, elogiou o trabalho do Tribunal de Contas da União (TCU) na avaliação do modelo de privatização da Eletrobras, mas cobrou a corte ao alertar que o futuro da energia brasileira está em jogo, e conflitos como a guerra no leste europeu exigem que o país acelere seu processo de modernização no setor elétrico.

Entre no  canal do Brasil Econômico no Telegram e fique por dentro de todas as notícias do dia 

“O futuro da energia brasileira está em jogo. Nós fomos atingidos por duas crises. A primeira, que foi a pandemia, nos acelerou em direção ao futuro digital. E vem uma segunda crise agora, uma guerra, que nos acelerou em direção a transição energética. A ideia de segurança energética e de risco geopolítico é agora uma constante nas nossas vidas”, declarou na manhã desta quinta-feira (7) em debate sobre o modelo de capitalização da companhia.

E acrescentou:

“É um problema da maior gravidade, da maior seriedade e é muito importante (a privatização da Eletrobras). É um grito de independência do Brasil no sentido de que nós vamos realmente destravar toda a fronteira de investimentos em todas as suas dimensões nesses subsetores do setor de energia.”

Leia Também

Guedes elogiou o que classificou de espírito de construção do TCU, frisando que a Corte tem buscado soluções para a questão da Eletrobras e outras, como a cessão onerosa, o orçamento de guerra e o imbróglio dos precatórios. Para a privatização da Eletrobras, ele minimizou a pressa:

“Nós estamos nessa reta final com com aparentemente uma certa urgência, mas na verdade é um trabalho que já se estende há anos.”

O governo gostaria  que o Tribunal de Contas da União (TCU) retomasse, ainda em abril, o julgamento do processo que analisa a modelagem da privatização da Eletrobras, já que a oferta pública de ações está prevista para o dia 13 de maio.

Conforme mostrou a coluna de Lauro Jardim, o ministro Cedraz deve ficar fora de Brasília entre os dias 19 e 28 de abril, o que tornaria inviável a análise do processo antes de maio, de acordo com fontes. O TCU não tem prazo para concluir essa análise.

Comentários Facebook

Cidades

Mato Grosso tem a 4ª gasolina mais barata do país

Publicado

Mato Grosso tem o 4° preço mais barato do litro da gasolina no país, com R$ 6,99. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta terça-feira, 21.

O estado ficou em 16° lugar no ranking comparativo de maiores valores registrados do preço do combustível.

O valor em Mato Grosso está abaixo do preço médio do litro da gasolina no país, que ficou em R$ 7,232 na última semana. Os dados são referentes aos dias 12 a 18 de junho.

O preço médio mais alto foi verificado na Bahia (R$ 8,037). O maior valor cobrado foi encontrado foi no Rio de Janeiro (R$ 8,990). Já o menor foi registrado em um posto de São Paulo (R$ 6,170).

Em Mato Grosso, o preço mínimo registrado foi R$ 6,30 o litro. Como foi feita entre os dias 12 e 18 de junho, a pesquisa da ANP ainda não reflete totalmente o último reajuste anunciado pela Petrobras nas suas refinarias.

G1/MT

Continue lendo

Cidades

ANS aprova maior aumento em plano de saúde individual em 22 anos, 15,5%

Publicado

Os planos de saúde individuais e familiares ficarão até 15,5% mais caros, decidiu a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). É o maior percentual de reajuste anual autorizado pela agência desde 2000, ano de início da série histórica. Até então, o maior reajuste autorizado tinha sido de 13,57%, em 2016.

A medida vai impactar contratos de cerca de oito milhões de beneficiários, o que representa 16,3% dos consumidores de planos de saúde no Brasil. O aumento se refere ao período de maio de 2022 a abril de 2023 e só poderá ser aplicado no mês de aniversário do contrato —ou seja, no mês que o contrato foi assinado. A ANS diz que o reajuste foi motivado pelo aumento nos gastos assistenciais dos planos individuais no ano passado, em comparação a 2020, principalmente nos custos dos serviços.

Em contrapartida, a frequência no uso dos serviços de saúde não cresceu no mesmo ritmo, com uma retomada mais gradual em relação a consultas e internações. “Como a frequência na utilização de serviços apresentou queda bastante acentuada em 2020, a retomada em 2021, ainda que gradual, foi suficiente para que, ao lado de um aumento acentuado nos preços dos insumos e serviços, acelerasse o índice deste ano para 15,5%”, afirma a ANS.

Empresas de saúde afirmam que o setor acabou reduzindo a oferta de planos individuais justamente por causa da regulamentação da ANS, que estabelece limites para os reajustes. As companhias preferem lançar planos coletivos, com preços de mercado. Ao todo, 49,1 milhões de pessoas têm planos de saúde no país, de acordo com dados da ANS referentes a março.

Em 2021, mensalidades caíram pela primeira vez

No ano passado, a ANS determinou um reajuste negativo de 8,19% —na prática, os planos ficaram mais baratos aos consumidores, pela primeira vez. O percentual negativo refletiu a queda de 17% no total de procedimentos (consultas, exames, terapias e cirurgias) realizados em 2020, em relação a 2019, pelo setor de planos de saúde.

A redução da utilização dos serviços aconteceu em decorrência das medidas protetivas para evitar a disseminação da covid-19. Apesar da alta quantidade de atendimentos e internações pela doença, houve redução na procura por consultas, exames e cirurgias que não eram urgentes. Em 2021, com a retomada gradativa da utilização dos planos de saúde pelos beneficiários, as despesas assistenciais apresentaram crescimento, influenciadas principalmente pela variação no preço dos serviços/insumos de saúde.

Aumento deve ser descrito no boleto

O reajuste anual deve aparecer no boleto de cobrança dos planos de saúde individuais e familiares. Se a cobrança for superior a 15,5%, o consumidor deve ligar para a operadora para pedir esclarecimentos, diz a ANS.

Fonte: UOL

Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Política MT

Mais Lidas da Semana