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Saúde

Governo vai criar grupo para buscar soluções para saúde em Roraima

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O governo federal vai criar um grupo para buscar soluções para o intenso fluxo de venezuelanos que cruzam a fronteira para receber atendimento de saúde em Roraima, informou hoje (12) o ministro da Saúde, Henrique Mandetta. Segundo o ministro, o  sistema de saúde do estado “não tem musculatura” para atender a todos.

“Conversei com o governador [Antonio Denarium], com o secretário estadual de Saúde [Ailton Rodrigues Wanderley] e estou determinando um grupo para ver que medidas podem ser tomadas para atenuar a situação”.

Calamidade pública

No final do mês passado, o governador de Roraima, Antonio Denarium, decretou estado de calamidade pública na área de saúde. A decisão foi motivada pelo agravamento dos conflitos na fronteira com a Venezuela, o que elevou o número de atendimentos no Hospital Geral de Roraima (HGR), principal unidade da rede e a única a realizar procedimentos de alta complexidade.

“Roraima passa a ser rota de fuga, uma das poucas que existem”, disse o ministro. “Nosso sistema de saúde, que é pequeno, não tem musculatura para enfrentar a vinda de pessoas nesta quantidade e está sofrendo muito.”

Ontem (11), organizações não governamentais (ONG) que atuam na Venezuela informaram sobre o agravamento do estado de saúde dos pacientes, em meio ao blecaute ocorrido no país. De acordo com comunicado divulgado no Twitter pela ONG Médicos pela Saúde, 17 pacientes morreram em nove hospitais.

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A Coalizão de Organizações pelo Direito à Saúde e à Vida (Codevida) informou, pelo Twitter, que a poluição da água, a falta de higiene e de alimentos se tornaram problemas de saúde pública em Carabobo, afetando sobretudo crianças, mulheres e idosos.


Segundo a Codevida, os pacientes psiquiátricos também sofrem com as dificuldades. Pelos dados da organização, os atendimentos em psiquiatria caíram de 23 mil para 3.500.

Edição: Maria Claudia

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Saúde

Paciente é confirmada com meningite e outro caso suspeito é investigado em Barra do Bugres

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Uma paciente de 36 anos está internada no Hospital Regional de Barra do Bugres, desde o fim do mês de maio com meningite.

Segundo a coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Mara Souza, mais um caso da doença está sendo investigado no município. A coordenadora informou que a primeira paciente ficou internada por alguns dias em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ela passou por tratamento e agora está sob observação na enfermaria do hospital.

A paciente deve receber alta ainda neste fim de semana. O outro caso, também de uma mulher com 36 anos, deu entrada no hospital no início deste mês com sintomas de meningite. No entanto, o diagnóstico ainda não foi confirmado. O resultado do exame deve ficar pronto ainda nesta semana. A paciente permanece internada no hospital.

Conforme a Secretaria de Saúde de Barra do Bugres entre 2017 e 2018, foram registrados 06 casos da doença e todos evoluíram para cura sem nenhuma sequela.

**Com informações G1MT

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Mato Grosso

Doença que causa coceira e manchas vermelhas na pele é registrada em Tangará da Serra

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Uma doença que provoca manchas vermelhas na pele e afeta especialmente as crianças, vem sendo registrada em Tangará da Serra.

Ainda não se sabe o que tem causado o quadro clínico. Entre os sintomas surgem bolhas vermelhas, coceira e dor de cabeça. A aparência é semelhante à lesão de herpes. As manchas aparecem em todo o corpo, principalmente mãos e pés.

A Secretaria Municipal de Saúde desconhece a doença e não houve notificação de casos, destaca a coordenadora da Vigilância Epidemiológica Juliana Herrero. “Não tivermos registros de casos, vamos averiguar com as equipes médicas. Se apurarmos a existência, coletaremos amostras e investigaremos por meio de exames, para se chegar à causa do quadro clínico”.


Apesar da indefinição sobre a doença, a população não precisa se preocupar, já que os casos relatados por leitores do Bem Notícias, são de quadros clínicos que evoluem normalmente para a cura, em uma semana.

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