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Economia

Governo tende a enviar proposta única para reforma da Previdência, afirma Onyx

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Onyx Lorenzoni afirmou que governo deve enviar proposta única para a reforma da Previdência
Reprodução/Flickr/Governo de Transição
Onyx Lorenzoni afirmou que governo deve enviar proposta única para a reforma da Previdência

O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou nesta sexta-feira (11) que a “tendência” é que o governo apresente uma única proposta de reforma da Previdência, reiterando o desejo de “consertar” o atual sistema e pensar no futuro.

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Sobre a categoria militar na reforma da Previdência
, tema amplamente discutido durante a semana após falas de ministros e do vice-presidente, general Hamilton Mourão (PRTB), Onyx disse que o tema “está sendo estudado pelo ministro Paulo Guedes”, que é quem coordena a equipe econômica fo governo. “Nós deveremos ter uma discussão preparatória na segunda-feira para que apresentemos [a proposta] ao presidente Bolsonaro ainda na próxima semana.”

Endossando a ideia incorporada por Paulo Guedes, o ministro-chefe da Casa Civil defendeu que a inclusão dos militares seria um exemplo de “sacrifício” para conseguir a aprovação do projeto, mas afirmou que busca um sistema em que “não se sacrifique ninguém”, complementando que o governo vai apresentar uma reforma que “permita equilíbrio fiscal e seja fraterna”.

Ainda sobre Guedes, Onyx
disse que o ministro conduz as discussões sobre a reforma internamente “com muito critério, com muita atenção e muito equilíbrio.” A medida provisória contra fraudes no INSS deve sair na próxima semana, entre segunda e terça-feira, contou o ministro.

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Mourão indicou que reforma da Previdência deve incluir militares


Militares podem ser incluídos na reforma da Previdência, indicaram Mourão e Onyx
Alan Santos/PR
Militares podem ser incluídos na reforma da Previdência, indicaram Mourão e Onyx

Em entrevista ao jornal  O Estado de São Paulo
, Mourão concordou com o discurso de militares sobre as peculiaridades da carreira, mas disse que a proposta de reforma da Previdência deve aumentar o tempo mínimo de contribuição para os militares, que hoje é de 30 anos, para até 35. Também deve haver mudança na idade a ser atingida, além de adicionar o pagamento de contribuição por parte das pensionistas.

“Num primeiro momento, esse aumento vai variar num espaço entre 30 e 35 anos. Seria o novo patamar a ser atingido. E hoje a pensionista não paga nada. Ela passaria a contribuir”, afirmou o general, insistindo que “Os militares vão entrar ainda.”

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A fala de Onyx complementa a de Mourão, uma vez que o vice-presidente falou em duas propostas para a reforma da Previdência
, sendo uma “dura” e outra “soft”. Ao que indica a fala do chefe da Casa Civil, o governo deve analisá-las internamente antes de enviar ao Congresso a entendida como mais adequada.

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Economia

Senado aprova MP da Liberdade Econômica sem trabalho aos domingos no texto

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Marcos Corrêa/PR
Texto alterado pelo Senado da medida provisória da Liberdade Econômica segura para a sanção de Jair Bolsonaro

O Senado Federal aprovou na noite desta quarta-feira, 21, a Medida Provisória da Liberdade Provisória. Agora, o texto segue para sanção do presidente Jair Bolsonaro. O texto aprovado, porém, retirou a autorização para trabalho nos domingos e feriados.

O item foi considerado um ‘jabuti’, ou seja,  sem relação com o tema principal da matéria. A aprovação se deu às vésperas do prazo de validade da medida provisória , que venceria na próxima terça-feira, 27 de agosto.

Privatizar a Petrobras está nos planos do governo, dizem fontes

O  pedido de impugnação do item que autorizava o trabalho aos domingos foi protocolado pelo senador Fabiano Contarato (REDE-SP) e acatado pelo plenário, que manifestou resistência ao tema desde a abertura da sessão, no final da tarde desta quarta-feira.

Ainda assim, continua valendo uma portaria do Ministério da Economia, de 18 de junho, que autoriza 79 categorias a trabalhar aos domingos . Esse instrumento, no entanto, é mais frágil legalmente, e está sujeito à revogação do próximo governo, por exemplo.

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A MP poderia ter dado mais segurança jurídica ao tema, e ampliaria a medida para todos os setores econômicos.

Uma das principais bandeiras do governo Bolsonaro para desburocratizar o ambiente de negócios do país, a medida prevê facilitar a abertura e o fechamento de empresas no País – e previa diminuir as restrições de horário de funcionamento de atividades econômicas, ponto barrado pelos senadores.

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Segundo o governo, as mudanças teriam potencial de gerar 3,7 milhões de empregos numa década. Ainda não se sabe o quanto essa projeção pode ser afetada sem a permissão de trabalho aos domingos. 

Apesar de ter sido aprovada nas duas Casas, a proposta enfrentou forte resistência da oposição , que classificou parte do texto como uma “minirreforma trabalhista”.


Embora o trabalho aos domingos tenha sido vetado pelos senadores, o texto mantém o chamado ponto por exceção  , que permite que o trabalhador só registre seus horários de entrada e saída caso ele extrapole sua jornada fixa de trabalho, desde que por acordo individual, coletivo ou por convenção junto ao empregador.

Fonte: IG Economia
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Economia

Privatizar a Petrobras está nos planos do governo, dizem fontes

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Leonardo Rodrigues / Agência O Globo
Ministro Paulo Guedes é um dos defensores da desestatização completa da Petrobras

A privatização da Petrobras está nos planos da equipe econômica, segundo fontes no governo. O ministro da Economia, Paulo Guedes, pretende desestatizar a empresa até o fim do mandato do presidente Jair Bolsonaro.

Parques nacionais e presídios são incluídos no plano de privatizações do governo

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse nesta quarta-feira (21) que o governo realizará estudos objetivos para analisar a possibilidade de privatização da empresa. Segundo ele, os trabalhos serão realizados pelos técnicos do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), do BNDES e do Ministério de Minas e Energia.

“Estamos indo passo a passo. O governo faz estudos e trabalha de maneira objetiva. A Petrobras como um todo passará por estudos pela equipe do PPI, do BNDES, da equipe do Ministério de Minas e Energia. As ações de desestatizações são criteriosas. Temos muitos anos pela frente”, declarou o Lorenzoni. 

“Não vamos subir o teto de gastos. Vamos é quebrar o piso”, diz Paulo Guedes

A venda da Petrobras, porém, está longe de ser unanimidade dentro do governo. Enquanto o entorno de Guedes acredita que esse será o caminho para a empresa até 2022, integrantes do Ministério de Minas e Energia têm posição diferente.


Responsável oficialmente pela Petrobras, o Ministério de Minas e Energia é resistente à ideia de se desfazer completamente da empresa. Por isso, a privatização da petrolíofera é tratada com cautela por integrantes do governo, que preferem focar nas outras estatais já anunciadas, como a Eletrobras .

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Fonte: IG Economia
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