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Governo de São Paulo é investigado por superfaturar compra de álcool

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Gestão Doria teria superfaturado compra de álcool usado durante a pandemia
Governo de SP

Gestão Doria teria superfaturado compra de álcool usado durante a pandemia

O governo de João Doria está sendo investigado pelo Ministério Público de contas de  São Paulo por supostas irregularidades na compra de 50 mil litros de álcool, utilizado para minimizar a chance de contágio pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2). A gestão nega a acusação.

A compra investigada foi feita por dispensa de licitação, paga em 3 de junho com o valor de  R $ 1,1 milhão : R $ 0,022 Cada mL do produto. Nas contrações feitas anteriormente por outros estados, o preço mais caro pago foi de R $ 0,0123 por mililitro.

“Ou seja, comparativamente, o valor da contração em análise alcança patamar 78,86% superior ao maior valor praticado pelo estado entre os meses de março maio de 2020”, escreve o procurador.

O valor também é maior do que quatro municípios paulistas pagados pelo mesmo produto durante uma pandemia, de R $ 0,009 por mililitro de álcool, segundo uma investigação.

Além disso, segundo o órgão, o orçamento feito pela gestão antes da compra pesquisou preços de álcool em gel, não álcool em líquido, objeto da contratação. 

O orçamento também apresenta valores acima do que falavam as próprias empresas, como o álcool da KTepi, que no site da empresa custa R$13,99, mas R$16,50 no orçamento do governo.

Segundo o governo, os preços comparados pelo pelo Ministério Público de Contas são do modelo refil “inapropriados para manuseio dos profissionais”. Além disso, houve escassez do produto no mercado quando uma compra foi feita.

“Uma compra foi realizada após uma pesquisa com quatro fornecedores de produtos com a mesma importância: álcool etílico 70%, álcool isopropílico menor que 5%, ajuste apropriado para higienização de mãe. Das quatro participantes, experimentar o produto na versão gel em valor aproximadamente 50% mais caro que a versão líquida, apresentado apenas por uma empresa.”


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Reabertura de igrejas católicas: Já são 415 casos de Covid-19 entre padres

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Reabertura das igrejas católicas tem causado aumento de infecções por Covid-19 entre padres e bispos
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Reabertura das igrejas católicas tem causado aumento de infecções por Covid-19 entre padres e bispos

A reabertura das igrejas católicas tem provocado um novo salto de infecções pelo novo coronavírus entre padres e bispos. Até a última sexta-feira, eram 415 padres diocesanos entre os casos confirmados de Covid-19 , de acordo com balanço da Comissão Nacional dos Presbíteros (CNP), vinculada à CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).

Entre os contagiados, estão alguns religiosos de destaque. Nesta semana, dois padres próximos a Marcelo Rossi apareceram com o vírus. Dom José Negri , bispo de Santo Amaro que concelebra as missas com Padre Marcelo foi internado em São Paulo para se tratar da doença.

Além dele, Dom Fernando Figueiredo , antecessor de dom José Negri na diocese de Santo Amaro e também próximo a Rossi, também está com Covid-19 e se trata em casa, isolado, segundo coluna da jornalista  Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo.

Em apenas dois dias, quando foi feito o levantamento anterior, o número de infectados entre os religiosos subiu de 368 para 415 — um aumento de 11%.

A volta das celebrações tem trazido tensão e, mesmo com a permissão para a retomada das cerimônias, muitos padres preferem permanecer com suas paróquias fechadas.

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PM invade apartamento e agride universitárias com cassetete; assista

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pm invade apartamento
Reprodução / Instagram

Vídeo registrou momento em que PM e esposa invadiram apartamento das estudantes

Um apartamento de quatro estudantes da Universidade de Santa Catarina (UDESC), em Lages, foi invadido por um policial militar que mora no mesmo condomínio. As jovens foram agredidas com um cacetete na noite desta segunda-feira (3) após comemorarem a aprovação do Trabalho de Conclusão de Curso ( TCC ) de uma delas.

A comemoração não teve aglomeração, porque as mulheres moram juntas. As confraternizações são permitidas no prédio até às 22h. O policial teria invadido o apartamento às 22h01. Ainda assim, o vizinho que auta no 6º Batalhão da Polícia Militar e a esposa dele entraram no apartamento para realizar as agressões.

Um vídeo circulou na internet mostrando o momento em que o policial e a esposa aparecem agredindo e xingando as estudantes. O homem ameaça as jovens, enquanto segura um cassetete nas mãos.

Assista ao vídeo:


As jovens registraram um Boletim de Ocorrência (BO) e realizarão o exame de corpo de delito nesta terça-feira (4).

Um buzinaço foi organizado pelas alunas da UDESC contra o machismo . O percurso tem início na universidade e termina no batalhão da PM. O gesto acontece em solidariedade às colegas e tem início a partir das 18h30.

Posicionamento do Batalhão

O 6º Batalhão da Polícia Militar informou por meio de nota ao portal R7 que instaurou um inquérito para apurar os fatos.  A informação é que o policial envolvido nas agressões já estava afastado por ser do grupo de risco diante da Covid-19 .

“A Instituição afirmar tratar-se de um fato isolado que não condiz com a formação e a preparação dos policiais militares catarinenses. Ressalta ainda, que não coaduna com qualquer conduta irregular, bem como violência contra mulher “.

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