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Educação

Governo de MT vai cortar salário de professores grevistas

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Os servidores da Educação que estão em greve, terão os salários cortados, a partir de agora. A informação é do secretário Chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho.

O corte do ponto, segundo Carvalho, atende uma determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), e será cumprida.”O Estado não vai lançar mão de cortar o ponto, conforme decisão do Supremo Tribunal Federal STF). Enquanto permanecerem em greve, o ponto será cortado. A medida que voltarem à aula normalmente, esta reposição de aula será remunerada também normal”, esclareceu.

Carvalho disse ao Portal VG Notícias, que o Governo tem mantido diálogo com a categoria, e mesmo em greve, às portas não serão fechadas para os servidores da Educação. Ele enfatizou que o salário dos professores são um dos melhores do Brasil. “Lembrando também, que o Estado de Mato Grosso paga o terceiro maior salário da Educação do País. Temos um salário médio, hoje, para 30 horas, de R$ 5,800 mil. O Governo Federal, o teto, inicial para 40 horas, é de R$ 2,600 mil. Nosso teto é para 30 horas”, comparou.

Secretário Chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho

Segundo o secretário Chefe da Casa Civil, 94% do orçamento da Educação é para pagamento de salário. Apenas 6%, sobra para pagar merenda escolar, transporte escolar, comprar giz, luz e água. “Se a gente fizer qualquer aumento para Educação, vamos estar comprometendo toda esta pequena estrutura que ainda estamos mantendo sobra. Então, vamos fazer o que, vamos dar aumento salarial e fechar as escolas? questionou.

Conforme Mauro Carvalho, o Governo pediu a compreensão dos servidores da Educação, para o momento difícil em que o Estado passa. “Infelizmente não tiveram a compreensão, não entenderam e fizeram a greve. O Governo tem colocado em todo momento sua dificuldade financeira, desde o momento que assumiu, logo no primeiro dia de gestão. Ele disse que as reivindicações apesar de serem justas, são muito difíceis de o Estado resolver no momento.

Sobre os 7,69% da Lei da Dobra do Poder de Compras dos profissionais da Educação, Carvalho citou que o Estado deverá ser cumprido até 2023, mas hoje o Governo não tem como cumprir por questões financeiras. De acordo com Carvalho, 40% apenas das escolas de todo Estado, aderiram à greve e o maior número de adesão é Cuiabá e Várzea Grande.

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Educação

Detentos reformam escola estadual no Distrito de Progresso

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Vinte recuperandos do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Tangará da Serra promoveram a reforma de cinco salas de aula e do corredor da Escola Estadual Patriarca da Independência, no distrito de Progresso.

A reforma contemplou a instalação elétrica, avarias no telhado, forro e no piso. Foram pouco mais de 60 dias de trabalho diário para que a obra fosse concluída antes do início das aulas, no dia 10 de fevereiro.

O assessor pedagógico da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), Saulo Scariot, destacou que além de promover a remição de pena (um dia a menos a cada três dias trabalhados), o serviço dos recuperandos também trouxe economia aos cofres públicos e agilidade. A Seduc forneceu o material e a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) a mão de obra dos recuperandos. A ideia desta parceria partiu dos servidores e da diretora da escola, Silvana Verciano.

“A escola recebeu pouco mais de R$ 30 mil para materiais de construção. Se fosse licitar, a obra não ficaria menos de R$ 180 mil e levaria meses para contratação e a execução. Com pouco dinheiro, fizemos muito e queremos expandir a parceria para mais escolas e isso partiu de uma boa ideia de nossos servidores”, disse Scariot.

A juíza corregedora da Comarca de Tangará da Serra, Edna Coutinho, parabenizou os reeducandos e agradeceu a direção do Centro de Detenção por contribuírem com a obra. “Queremos expandir esta iniciativa para outras escolas do município, entidades, pois além de remir a pena, a sociedade é beneficiada”.

A Escola Estadual Patriarca da Independência tem 400 alunos dos Ensinos Fundamental e Médio e possui 12 salas de aula, cinco delas recém-reformadas.

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Educação

Pais e alunos protestam contra corte no transporte escolar em Tangará da Serra

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Um grupo de pais e estudantes protestou na manhã desta quinta-feira (20) contra a falta de ônibus escolar para alunos em Tangará da Serra.

O ato começou por volta das 07h00. A concentração foi em frente ao prédio da Ordem dos Advogados (AOB) na Avenida Brasil e seguiu até a prefeitura. Os cerca de 100 manifestantes não foram atendidos pelo prefeito Fábio Martins Junqueira. De acordo com algumas mães que estavam no local, a maioria das escolas estaduais estão concentradas no Centro da cidade e boa parte dos alunos moram em bairros afastados, condição que tem gerado dificuldades pela distância e pelo risco de voltarem para casa à noite.

Na semana passada, Junqueira, postou em uma rede social, um vídeo com duração de uma hora, justificando as razões para o corte do transporte escolar, e destacou que as linhas estão asseguradas aos estudantes da área rural por não terem nestas comunidades, o Ensino Médio. Ressaltou ainda, que o Estado não tem se responsabilizado em destinar recursos suficientes para suprir a demanda do transporte escolar, e por falta de verba, os ônibus não passarão mais por determinadas regiões.

O corte promovido pela gestão municipal foi anunciado em dezembro do ano passado. De acordo com os manifestantes cerca de 60 alunos enfrentam problemas pela falta do transporte escolar gratuito.

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