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Economia

Governo autorizou 36 empresas estrangeiras a operar no Brasil em 2021

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Governo autorizou 36 empresas estrangeiras a operar no Brasil em 2021
Redação 1Bilhão

Governo autorizou 36 empresas estrangeiras a operar no Brasil em 2021

No ano passado, o Brasil alcançou a marca histórica de 36 empresas do exterior que pediram para se instalar no país. Dados do Ministério da Economia mostram que, entre 2019 e 2021, foram autorizadas 92 solicitações de filiais estrangeiras, enquanto nos três anos anteriores, de 2016 a 2018, foram 21 autorizações.

“Hoje, as empresas estrangeiras conseguem a autorização em três dias. Antes, o processo levava, em média, 45 dias. Esse é mais um resultado do grande esforço que temos feito para agilizar o processo de abertura de novos negócios no Brasil”, disse o secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, Caio Mario Paes de Andrade. 

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Segundo Andrade, a expansão do número de interessados se deve à simplificação do processo de abertura de filiais de firmas estrangeiras no Brasil. Ele destacou que a digitalização do serviço facilitou a vida dos interessados em investir no país e ainda dos profissionais brasileiros que atuam com o registro de empresas. 

“Com o pedido sendo analisado através do GOV.BR (plataforma https://www.gov.br/pt-br), reduzimos a burocracia e incentivamos o investimento do capital estrangeiro no país”, afirmou. 

O secretário enfatizou que, antes de 2019, quando a digitalização foi implementada, era preciso entregar toda a documentação em duas vias, pessoalmente ou pelos Correios, ao Departamento Nacional de Registro Empresarial e Integração (Drei) do Ministério da Economia.

Com o uso da plataforma GOV.BR e a delegação de competência ao Drei, o processo de autorização se tornou mais rápido e eficiente.  

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“Trabalho para empresas estrangeiras que precisam abrir filial no Brasil devido à exigência da legislação brasileira e já utilizei a plataforma várias vezes. ”

“Nosso trabalho como advogados empresariais ficou muito mais eficiente com a digitalização do serviço”, disse a advogada Júlia Mota. 

Os pedidos de abertura de filiais podem ser feitos por meio de um representante legal na Plataforma GOV.BR, após preenchimento de cadastro, criação de uma conta e envio da documentação necessária para análise da equipe do Drei via Internet.

Em caso de aprovação, tanto a autorização quanto os documentos que devem ser apresentados à junta comercial estarão disponíveis ao usuário na plataforma.  

Na ausência de algum documento, o interessado será informado, via GOV.BR e e-mail, com prazo de até 60 dias para atender às exigências. Além do processo de instalação e funcionamento, a filial aprovada a se instalar no Brasil poderá, também por meio do GOV.BR, solicitar autorização para realizar alterações, cancelamento ou mesmo dar início à nacionalização da filial.

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Cidades

Mato Grosso tem a 4ª gasolina mais barata do país

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Mato Grosso tem o 4° preço mais barato do litro da gasolina no país, com R$ 6,99. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta terça-feira, 21.

O estado ficou em 16° lugar no ranking comparativo de maiores valores registrados do preço do combustível.

O valor em Mato Grosso está abaixo do preço médio do litro da gasolina no país, que ficou em R$ 7,232 na última semana. Os dados são referentes aos dias 12 a 18 de junho.

O preço médio mais alto foi verificado na Bahia (R$ 8,037). O maior valor cobrado foi encontrado foi no Rio de Janeiro (R$ 8,990). Já o menor foi registrado em um posto de São Paulo (R$ 6,170).

Em Mato Grosso, o preço mínimo registrado foi R$ 6,30 o litro. Como foi feita entre os dias 12 e 18 de junho, a pesquisa da ANP ainda não reflete totalmente o último reajuste anunciado pela Petrobras nas suas refinarias.

G1/MT

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Cidades

ANS aprova maior aumento em plano de saúde individual em 22 anos, 15,5%

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Os planos de saúde individuais e familiares ficarão até 15,5% mais caros, decidiu a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). É o maior percentual de reajuste anual autorizado pela agência desde 2000, ano de início da série histórica. Até então, o maior reajuste autorizado tinha sido de 13,57%, em 2016.

A medida vai impactar contratos de cerca de oito milhões de beneficiários, o que representa 16,3% dos consumidores de planos de saúde no Brasil. O aumento se refere ao período de maio de 2022 a abril de 2023 e só poderá ser aplicado no mês de aniversário do contrato —ou seja, no mês que o contrato foi assinado. A ANS diz que o reajuste foi motivado pelo aumento nos gastos assistenciais dos planos individuais no ano passado, em comparação a 2020, principalmente nos custos dos serviços.

Em contrapartida, a frequência no uso dos serviços de saúde não cresceu no mesmo ritmo, com uma retomada mais gradual em relação a consultas e internações. “Como a frequência na utilização de serviços apresentou queda bastante acentuada em 2020, a retomada em 2021, ainda que gradual, foi suficiente para que, ao lado de um aumento acentuado nos preços dos insumos e serviços, acelerasse o índice deste ano para 15,5%”, afirma a ANS.

Empresas de saúde afirmam que o setor acabou reduzindo a oferta de planos individuais justamente por causa da regulamentação da ANS, que estabelece limites para os reajustes. As companhias preferem lançar planos coletivos, com preços de mercado. Ao todo, 49,1 milhões de pessoas têm planos de saúde no país, de acordo com dados da ANS referentes a março.

Em 2021, mensalidades caíram pela primeira vez

No ano passado, a ANS determinou um reajuste negativo de 8,19% —na prática, os planos ficaram mais baratos aos consumidores, pela primeira vez. O percentual negativo refletiu a queda de 17% no total de procedimentos (consultas, exames, terapias e cirurgias) realizados em 2020, em relação a 2019, pelo setor de planos de saúde.

A redução da utilização dos serviços aconteceu em decorrência das medidas protetivas para evitar a disseminação da covid-19. Apesar da alta quantidade de atendimentos e internações pela doença, houve redução na procura por consultas, exames e cirurgias que não eram urgentes. Em 2021, com a retomada gradativa da utilização dos planos de saúde pelos beneficiários, as despesas assistenciais apresentaram crescimento, influenciadas principalmente pela variação no preço dos serviços/insumos de saúde.

Aumento deve ser descrito no boleto

O reajuste anual deve aparecer no boleto de cobrança dos planos de saúde individuais e familiares. Se a cobrança for superior a 15,5%, o consumidor deve ligar para a operadora para pedir esclarecimentos, diz a ANS.

Fonte: UOL

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