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Goleiro Bruno deixa prisão em Varginha e cumprirá regime semiaberto

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Reprodução/EPTV
Goleiro Bruno

Após obter o direito à progressão ao regime semiaberto , o goleiro Bruno Fernandes deixou o presídio em Varginha, Minas Gerais, na noite desta sexta-feira (19) e poderá dormir em casa. Usando uma blusa branca com capuz, Bruno saiu da prisão e não falou com os jornalistas.

O goleiro Bruno deveria ser encaminhado para a Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (Apac), mas em função do órgão não ter convênio com o estado, o goleiro será beneficiado com o regime semiaberto domiciliar.

A decisão de conceder o regime semiaberto a Bruno coube ao juiz Tarcisio Moreira de Souza, da  1ª Vara Criminal e de Execuções Penais da comarca do município.

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O magistrado definiu algumas regras, que deverão ser seguidas por Bruno: o goleiro terá de se apresentar em juízo até o dia 10 de cada mês, prestar contas, manter o endereço atualizado, provar que está trabalhando, não se envolver em brigas, não frequentar bares e estar em casa das 20h às 6h, assim como aos domingos e feriados.

Preso desde 2010, o jogador chegou a poder trabalhar fora da prisão, mas perdeu o direito de progressão de regime depois de ser flagrado, em outubro de 2018, usando celular e com duas mulheres durante seu expediente na Apac.

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A “falta grave” que fez o goleiro Bruno perder o direito ao semiaberto, no entanto, foi excluída em um acórdão do TJMG. Com isso, o juiz afirmou que o ex-atleta do Flamengo “satisfaz” as exigências para concessão da progressão e “se encontra apto à reinserção à vida social, o que foi observado pelo atestado de conduta carcerária”.

Relembre o caso do goleiro Bruno

Condenado em 2013, o arqueiro cumpre pena de 20 anos e nove meses pelo homicídio triplamente qualificado de  Eliza Samudio  e cárcere privado de Bruninho, filho dos dois – o corpo de Eliza nunca foi encontrado.


Em fevereiro de 2017, o goleiro Bruno chegou a ser libertado por uma liminar assinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello, e até voltou a jogar futebol, acertando com o Boa Esporte, mas a decisão acabou derrubada pela Primeira Turma do STF em abril, fazendo com que o jogador voltasse para a cadeia.

Fonte: IG Esportes
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Vôlei russo fora dos Jogos Olímpicos?

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Nesta semana a Agência Mundial Antidoping (Wada, sigla em inglês) decidiu banir a Rússia das principais competições esportivas pelos próximos quatro anos. O motivo seria uma suposta manipulação nos dados fornecidos pelo laboratório antidopagem de Moscou à Wada. Se a sanção for confirmada, os russos estariam fora de eventos como os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio, a Copa do Mundo de Futebol de 2022 e os Mundiais de Vôlei, também em 2022. A decisão ainda pode ser revista pela Corte Arbitral do Esporte, mas não deixa de ser mais um duro golpe na já manchada reputação do esporte russo.

Caso a punição seja de fato aplicada, os torneios olímpicos (vôlei de quadra e de praia) perderiam uma potência. Nas areias, vem da Rússia a atual dupla campeã mundial de vôlei de praia, Viacheslav Krasilnikov e Oleg Stoyanovskiy. Nas quadras os russos formam uma das mais tradicionais escolas da modalidade. No masculino, se contarmos o período da extinta União Soviética, são quatro medalhas de ouro olímpicas, a última delas já como Rússia, com uma virada inacreditável sobre o Brasil nos Jogos de Londres, em 2012. As mulheres também colecionam quatro medalhas douradas, todas conquistadas ainda na época da URSS.

A resolução emitida pela Wada abre a possibilidade para que atletas russos, que consigam provar que estão limpos de doping, possam participar de competições sob uma bandeira neutra. Ainda é cedo para dizer, mas é possível que tenhamos as equipes russas nos Jogos Olímpicos competindo com uniformes neutros, sem direito a hino nem a bandeira hasteada. A Federação Internacional de Vôlei (FIVB) não se pronunciou sobre o caso.

A medida é extrema e polêmica. Barrar os russos da Olimpíada seria comprar uma briga com um dos principais mercados de vôlei no mundo. Pela tradição e força na história da modalidade, não creio que a FIVB vá bancar a exclusão, do torneio olímpico do Japão, de nomes como o da excepcional Nataliya Goncharova e do experiente levantador Sergey Grankin.

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O talentoso, e problemático, Ngapeth

O francês Earvin Ngapeth é um dos grandes nomes do vôlei masculino na atualidade. Basta procurar no Youtube algum dos inúmeros vídeos que mostram suas jogadas inusitadas e habilidosas, além de uma personalidade irreverente e um tanto explosiva. Nos últimos anos o ponteiro ajudou na evolução da França, que se tornou um time com grande potencial (mesmo decepcionando em Jogos Olímpicos e em Mundiais). Pois o mesmo talento que Ngapeth exibe dentro das quadras, ele tem para se meter em encrencas. A última delas foi nesta semana aqui no Brasil.

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Francês Earvin Ngapeth (esquerda) em ação pelo Zenit Kazan – Divulgação/FIVB

Depois de participar do Mundial de Clubes de Vôlei, em Betim, defendendo o Zenit Kazan, da Rússia, o jogador francês foi parar atrás das grades. Ele estava em uma boate na noite de domingo e deu um tapa nas nádegas de uma mulher dentro do recinto. Imagens divulgadas pelo portal de notícias G1 mostram de forma clara a atitude lamentável do atleta. A mulher abusada prestou queixa e o jogador foi preso por importunação sexual. Na terça, ele pagou fiança de R$ 50 mil. Agora, vai responder ao processo em liberdade. Em nota divulgada por seu advogado, o jogador se disse profundamente arrependido, pediu desculpas à mulher assediada e disse que a confundiu com uma conhecida. Após ser solto, Ngapeth chegou à Bélgica a tempo de participar da estreia do Zenit Kazan na Champions League de vôlei na última quarta.

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Este não foi o primeiro caso policial envolvendo o ponteiro. Em 2015 (ano em que a França foi campeã da extinta Liga Mundial), Ngapeth foi detido pela polícia francesa e posteriormente condenado a três meses de prisão ao ser acusado de bater no condutor de um trem. O jogador pagou multa e não precisou cumprir a pena. No mesmo ano, ele atropelou três pedestres em uma estrada de Modena, na Itália, e não parou para prestar socorro. Um ano antes, em 2014, Ngapeth já havia sido detido após brigar em uma boate. Isso sem contar os casos de indisciplina dentro da seleção francesa.


Ngapeth é um jogador experiente, extremamente talentoso e ainda pode ajudar a França a voltar a figurar no pódio das principais competições do mundo. Mas é preciso que se esforce para não ser mais lembrado nas páginas policiais do que nas esportivas.

Edição: Fábio Lisboa

Fonte: IG Esportes
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Al Hilal vence e avança à semifinal contra o Fla no Mundial de Clubes

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O time Al Hilal, da Arábia Saudia, venceu por 1 a 0 o Esperance, da Tunísia, em partida pelas quartas de final do Mundial de Clubes da FIFA e será o rival do Flamengo na semifinal, na próxima terça-feira (17). O jogo disputado hoje (14), no estádio Jassim Bin Hamad, em Doha (Catar), contou com a presença do treinador Jorge Jesus, junto a todos os jogadores rubro-negros, recém-chegados esta manhã na capital do Catar.

Após dominar todo o primeiro tempo, com 60 por cento da posse de bola, o Al Hilal persistiu e finalmente chegou ao gol da classificação na segunda etapa. Foram nove finalizações do time da Arábia Saudita antes que o centroavante francês Gomis deixasse o banco, para substituir volante Cuéllar, ex-Flamengo. Oito minutos em campo foram suficientes para o atacante, que já defendeu a seleção francesa, marcar um golaço, com direito a um belo chapéu no zagueiro Yaakoubi, antes de chutar de primeira e fuzilar as redes aos 27 minutos. Festa nas arquibancadas da pequena torcida do Al Hilal presente no estádio Jassim Bin Hamad.


O time da Arábia Saudita será o adversário do Flamengo na semifinal do Mundial de Clubes na próxima terça-feira, às 14h30 (horário de Brasília). Já o Espérance aguarda o resultado do confronto entre Monterrey e All Saad, que começa daqui a pouco, às 14h30. O perdedor disputa com o Espérance o quinto lugar no torneio.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

Fonte: IG Esportes
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