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Economia

Gasolina sobe 6% e fecha março com média de R$ 7,32, aponta Ticket Log

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Gasolina sobe 6% e fecha março com média de R$ 7,32
Reprodução: ACidade ON

Gasolina sobe 6% e fecha março com média de R$ 7,32

Segundo dados do levantamento do Índice de Preços Ticket Log (IPTL), referente ao fechamento de março, o preço médio do litro da gasolina no País fechou o mês a R$ 7,323, valor 6,89% mais caro se comparado ao fechamento de fevereiro. O etanol, que vinha apresentando redução desde dezembro, também registrou alta em relação ao mês anterior, de (1,06%), e fechou o mês a R$ 5,687.

“Após a alta de 19% no preço da gasolina anunciada no último dia 10 de março, o valor do combustível disparou nas bombas de abastecimento e fechou a primeira quinzena do mês a R$ 7,499. Agora, o preço recuou 2,3%, em relação ao fechamento do início do mês, mas ainda apresenta média elevada para o bolso dos motoristas, se comparada a meses anteriores, de acordo com o último levantamento de Ticket Log”, destaca Douglas Pina, Diretor-Geral de Mainstream da divisão de Frota e Mobilidade da Edenred Brasil. 

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Na análise regional, todas registraram alta no preço da gasolina. Bem como no início do mês, o Nordeste novamente se destaca no ranking da gasolina mais cara entre as regiões, com valor de R$ 6,887 de fevereiro passando para R$ 7,461 em março, e com o maior acréscimo no preço em comparação às demais regiões também, de 8,33%. O Sul comercializou o combustível pelo menor preço médio, a R$ 6,930, porém com alta de 5,96%. 

O preço do etanol segue a mesma tendência e ficou mais caro em todas as regiões brasileiras, com exceção do Sul que apresentou baixa de 0,12% no litro. O maior preço médio para esse combustível foi comercializado no Norte, a R$ 6,057, alta de 0,55% em relação a fevereiro. A menor média foi encontrada nos postos do Centro-Oeste, a R$ 5,271, com recuo de 0,51% no preço. 

Nos destaques por Estado, nenhum apresentou redução no valor da gasolina e o maior aumento no preço do litro foi registrado nos postos de abastecimento do Ceará, com o valor chegando a R$ 7,570, alta de 11,08%. A maior média entre todos os Estados também foi registrada no Nordeste, com o Piauí vendendo o combustível pela média de R$ 7,832, alta de 9,77% em relação a fevereiro. Já a menor média para a gasolina foi comercializada a R$ 6,737 em São Paulo, porém com alta de 5,12% no preço.

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O maior acréscimo no preço do etanol foi registrado nas bombas de abastecimento do Piauí, com valor de R$ 5,466 passando para R$ 5,746, alta de 5,12%. O Pará vendeu o combustível pelo preço médio mais caro do país, a R$ 6,597, e a menor média foi encontrada em São Paulo, a R$ 4,693. Houve redução no valor desse combustível e a maior delas foi registrada no Rio Grande do Sul (1,69%) onde o valor passou R$ 6,341 para R$ 6,234, 

“Mesmo o Nordeste apresentando as maiores médias e acréscimos no valor da gasolina, entre os Estados nordestinos, o etanol foi considerado mais vantajoso apenas no Piauí. Porém, observamos uma mudança de comportamento em relação aos demais Estados. Além do etanol ser considerado mais vantajoso em São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás como no início do mês, agora ele também se apresenta como a opção mais favorável para os motoristas do Mato Grosso do Sul e do Paraná, conforme os dados do IPTL”, reforça Pina.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Ticket Log, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: 1 milhão ao todo, com uma média de oito transações por segundo. A Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.

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Cidades

Mato Grosso tem a 4ª gasolina mais barata do país

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Mato Grosso tem o 4° preço mais barato do litro da gasolina no país, com R$ 6,99. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta terça-feira, 21.

O estado ficou em 16° lugar no ranking comparativo de maiores valores registrados do preço do combustível.

O valor em Mato Grosso está abaixo do preço médio do litro da gasolina no país, que ficou em R$ 7,232 na última semana. Os dados são referentes aos dias 12 a 18 de junho.

O preço médio mais alto foi verificado na Bahia (R$ 8,037). O maior valor cobrado foi encontrado foi no Rio de Janeiro (R$ 8,990). Já o menor foi registrado em um posto de São Paulo (R$ 6,170).

Em Mato Grosso, o preço mínimo registrado foi R$ 6,30 o litro. Como foi feita entre os dias 12 e 18 de junho, a pesquisa da ANP ainda não reflete totalmente o último reajuste anunciado pela Petrobras nas suas refinarias.

G1/MT

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Cidades

ANS aprova maior aumento em plano de saúde individual em 22 anos, 15,5%

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Os planos de saúde individuais e familiares ficarão até 15,5% mais caros, decidiu a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). É o maior percentual de reajuste anual autorizado pela agência desde 2000, ano de início da série histórica. Até então, o maior reajuste autorizado tinha sido de 13,57%, em 2016.

A medida vai impactar contratos de cerca de oito milhões de beneficiários, o que representa 16,3% dos consumidores de planos de saúde no Brasil. O aumento se refere ao período de maio de 2022 a abril de 2023 e só poderá ser aplicado no mês de aniversário do contrato —ou seja, no mês que o contrato foi assinado. A ANS diz que o reajuste foi motivado pelo aumento nos gastos assistenciais dos planos individuais no ano passado, em comparação a 2020, principalmente nos custos dos serviços.

Em contrapartida, a frequência no uso dos serviços de saúde não cresceu no mesmo ritmo, com uma retomada mais gradual em relação a consultas e internações. “Como a frequência na utilização de serviços apresentou queda bastante acentuada em 2020, a retomada em 2021, ainda que gradual, foi suficiente para que, ao lado de um aumento acentuado nos preços dos insumos e serviços, acelerasse o índice deste ano para 15,5%”, afirma a ANS.

Empresas de saúde afirmam que o setor acabou reduzindo a oferta de planos individuais justamente por causa da regulamentação da ANS, que estabelece limites para os reajustes. As companhias preferem lançar planos coletivos, com preços de mercado. Ao todo, 49,1 milhões de pessoas têm planos de saúde no país, de acordo com dados da ANS referentes a março.

Em 2021, mensalidades caíram pela primeira vez

No ano passado, a ANS determinou um reajuste negativo de 8,19% —na prática, os planos ficaram mais baratos aos consumidores, pela primeira vez. O percentual negativo refletiu a queda de 17% no total de procedimentos (consultas, exames, terapias e cirurgias) realizados em 2020, em relação a 2019, pelo setor de planos de saúde.

A redução da utilização dos serviços aconteceu em decorrência das medidas protetivas para evitar a disseminação da covid-19. Apesar da alta quantidade de atendimentos e internações pela doença, houve redução na procura por consultas, exames e cirurgias que não eram urgentes. Em 2021, com a retomada gradativa da utilização dos planos de saúde pelos beneficiários, as despesas assistenciais apresentaram crescimento, influenciadas principalmente pela variação no preço dos serviços/insumos de saúde.

Aumento deve ser descrito no boleto

O reajuste anual deve aparecer no boleto de cobrança dos planos de saúde individuais e familiares. Se a cobrança for superior a 15,5%, o consumidor deve ligar para a operadora para pedir esclarecimentos, diz a ANS.

Fonte: UOL

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