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Economia

Franquias de calçados assinam o acordo de cooperação com CSCB

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Arezzo & Co. e Calçados Bibi são as duas primeiras franquias de calçados que assinaram o acordo de cooperação com o Programa de Sustentabilidade do Couro Brasileiro (CSCB). Além disso, as empresas se adequam as questões sustentáveis, atendendo às normas internacionais para venda de calçados em outros países.

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Franquias de calçados
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Franquias de calçados

Um compromisso com a origem da matéria-prima “couro” foi formalizado pelas duas franquias de calçados
, Arezzo & Co. e pela Calçados Bibi, no dia 08 de novembro. Na oportunidade, as empresas assinaram um Acordo de Cooperação com a CSCB, estimulando que seus fornecedores participem e sejam reconhecidos pelo programa, que dissemina as melhores práticas na produção curtidora, com base nos pilares sociedade, meio ambiente e economia. A assinatura foi realizada no Fórum CSCB de Sustentabilidade, em Estância Velha (RS).

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Cisso Klaus, dir exec Arezzo&Co,José Fernando Bello,pres exec CICB,Ismael Fischer, ger supr e sust da Bibi, Gilma Harth pres. do Conselho Diretor CICB
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Cisso Klaus, dir exec Arezzo&Co,José Fernando Bello,pres exec CICB,Ismael Fischer, ger supr e sust da Bibi, Gilma Harth pres. do Conselho Diretor CICB

“A Arezzo & Co. é uma das primeiras a assinar esta cooperação no Brasil. Somos uma empresa que preza pela garantia de procedência das matérias-primas que compõem nossos produtos”, comenta Cisso Klaus, diretor executivo da  Arezzo & Co. Para a Bibi, o compromisso também se manifesta para que crianças de 0 a 9 anos tenham o desenvolvimento natural e saudável dos pezinhos. “Para isso, toda a produção leva em consideração a transparência nos processos, o que nos faz desenvolver calçados não tóxicos vendidos no Brasil e em mais de 70 países, pois atendemos normas e certificações rigorosas”, comenta o presidente da Calçados Bibi, Marlin Kohlrausch.

Também no que se refere à sustentabilidade, ambas as empresas destacam-se pela atuação no fortalecimento do Selo de Origem Sustentável. A Bibi é a primeira empresa do segmento calçadista brasileiro a obter o Selo Ouro do Programa Origem Sustentável, importante iniciativa desenvolvida pela Abicalçados (Associação Brasileira das Indústrias de Calçados), Assintecal (Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couros, Calçados e Artefatos) e USP (Universidade de São Paulo).

Pelo acordo a ser assinado com CSCB, Arezzo & Co. e Bibi se comprometem a estimular a adesão por parte de seus fornecedores de couros ao programa do CSCB para que atendam à norma ABNT NBR 16.296. “Dessa forma, privilegiamos o fornecimento de couro oriundo de curtumes já certificados ou que estejam em processo de adequação à norma. Além disso, iremos incentivar curtumes já certificados para que continuem buscando o aprimoramento de seus processos para que conquistem níveis superiores de certificação. Nosso foco principal é investir em inovação, levando em consideração a questão da sustentabilidade para que a Bibi seja uma marca global de desejo”, explica Kohlrausch.

A Arezzo & Co. destaca os movimentos de mobilização que realizou em sua sede, em Campo Bom, para fomentar a cadeia produtiva a buscar as certificações, tanto para o couro quanto para outras matérias-primas. “Fizemos reuniões presenciais com todos os nossos principais fornecedores. Momentos de profunda interação, com o objetivo de agirmos juntos para buscarmos as melhores práticas para o mercado. A Arezzo & Co. vem realizando ações ao longo de toda a cadeia de suprimentos, conscientizando os parceiros que a jornada de sustentabilidade precisa de atores fortes, dedicados e comprometidos com a mudança para que sejamos cada vez mais competitivos no mundo”, diz Cisso Klaus.

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Franquias de calçados
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Programa de Sustentabilidade do Couro Brasileiro

Com um total anual de mais de 40 milhões de peles, o Brasil é um dos três maiores produtores mundiais de couros e é o único país que conta com uma certificação específica para a sustentabilidade, o CSCB. Esta certificação tem base na norma ABNT NBR 16.296 (Couros – princípios, critérios e indicadores para produção sustentável), com auditoria feita por organismo acreditado pelo INMETRO.

A norma dispõe de 173 indicadores em questões como rastreabilidade da matéria-prima, bem-estar animal, redução de consumo de água, redução de consumo de energia, controle de qualidade de produtos, substâncias restritas e saúde e segurança do trabalhador. “A certificação oferece garantias sólidas sobre a origem do couro, assegurando à indústria e, portanto, ao consumidor final, que aquele material foi produzido seguindo rígidos padrões de qualidade, segurança e respeito às pessoas e ao meio ambiente”, destaca José Fernando Bello, presidente executivo do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), entidade que apoia o CSCB. 

Como um curtume pode obter a certificação

 Após a adesão ao CSCB, o curtume deve trabalhar no aprimoramento de seus processos sobre os 173 indicadores. É necessário o atendimento, registro e continuidade de cada indicador e, com esta etapa concluída, o curtume pode solicitar auditoria de um organismo acreditado pelo INMETRO para a certificação. Há quatro níveis do selo:

 – Bronze (para quem atender até 50% dos indicadores aplicáveis de cada uma das quatro dimensões da certificação)

– Prata (75%)

– Ouro (90%)

– Diamante (100%).

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Cidades

Mato Grosso tem a 4ª gasolina mais barata do país

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Mato Grosso tem o 4° preço mais barato do litro da gasolina no país, com R$ 6,99. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta terça-feira, 21.

O estado ficou em 16° lugar no ranking comparativo de maiores valores registrados do preço do combustível.

O valor em Mato Grosso está abaixo do preço médio do litro da gasolina no país, que ficou em R$ 7,232 na última semana. Os dados são referentes aos dias 12 a 18 de junho.

O preço médio mais alto foi verificado na Bahia (R$ 8,037). O maior valor cobrado foi encontrado foi no Rio de Janeiro (R$ 8,990). Já o menor foi registrado em um posto de São Paulo (R$ 6,170).

Em Mato Grosso, o preço mínimo registrado foi R$ 6,30 o litro. Como foi feita entre os dias 12 e 18 de junho, a pesquisa da ANP ainda não reflete totalmente o último reajuste anunciado pela Petrobras nas suas refinarias.

G1/MT

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Cidades

ANS aprova maior aumento em plano de saúde individual em 22 anos, 15,5%

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Os planos de saúde individuais e familiares ficarão até 15,5% mais caros, decidiu a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). É o maior percentual de reajuste anual autorizado pela agência desde 2000, ano de início da série histórica. Até então, o maior reajuste autorizado tinha sido de 13,57%, em 2016.

A medida vai impactar contratos de cerca de oito milhões de beneficiários, o que representa 16,3% dos consumidores de planos de saúde no Brasil. O aumento se refere ao período de maio de 2022 a abril de 2023 e só poderá ser aplicado no mês de aniversário do contrato —ou seja, no mês que o contrato foi assinado. A ANS diz que o reajuste foi motivado pelo aumento nos gastos assistenciais dos planos individuais no ano passado, em comparação a 2020, principalmente nos custos dos serviços.

Em contrapartida, a frequência no uso dos serviços de saúde não cresceu no mesmo ritmo, com uma retomada mais gradual em relação a consultas e internações. “Como a frequência na utilização de serviços apresentou queda bastante acentuada em 2020, a retomada em 2021, ainda que gradual, foi suficiente para que, ao lado de um aumento acentuado nos preços dos insumos e serviços, acelerasse o índice deste ano para 15,5%”, afirma a ANS.

Empresas de saúde afirmam que o setor acabou reduzindo a oferta de planos individuais justamente por causa da regulamentação da ANS, que estabelece limites para os reajustes. As companhias preferem lançar planos coletivos, com preços de mercado. Ao todo, 49,1 milhões de pessoas têm planos de saúde no país, de acordo com dados da ANS referentes a março.

Em 2021, mensalidades caíram pela primeira vez

No ano passado, a ANS determinou um reajuste negativo de 8,19% —na prática, os planos ficaram mais baratos aos consumidores, pela primeira vez. O percentual negativo refletiu a queda de 17% no total de procedimentos (consultas, exames, terapias e cirurgias) realizados em 2020, em relação a 2019, pelo setor de planos de saúde.

A redução da utilização dos serviços aconteceu em decorrência das medidas protetivas para evitar a disseminação da covid-19. Apesar da alta quantidade de atendimentos e internações pela doença, houve redução na procura por consultas, exames e cirurgias que não eram urgentes. Em 2021, com a retomada gradativa da utilização dos planos de saúde pelos beneficiários, as despesas assistenciais apresentaram crescimento, influenciadas principalmente pela variação no preço dos serviços/insumos de saúde.

Aumento deve ser descrito no boleto

O reajuste anual deve aparecer no boleto de cobrança dos planos de saúde individuais e familiares. Se a cobrança for superior a 15,5%, o consumidor deve ligar para a operadora para pedir esclarecimentos, diz a ANS.

Fonte: UOL

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