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Região

Fogo se alastra na região de Nova Olímpia e Defesa Civil clama ajuda de voluntários

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A Defesa Civil de Nova Olímpia solicita apoio de voluntários para auxiliar no combate a um incêndio que atinge a região da Serra Tapirapuã. A força-tarefa  que conta com o apoio de empresários, fazendeiros, sitiantes e voluntários, somando cerca de  150 pessoas, iniciou  ainda no sábado, 7.

Mais de 3 mil hectares em área  que passa de 12 propriedades, quase 500 hectares na região do Rio Angelim (imediações das cerâmicas) e em torno de 120 hectares na região da Serra Tapirapuã, já foram destruídos. Vários equipamentos entre eles tratores, pá- carregadeiras e tanques (pipas e tratores) também estão sendo utilizados no trabalho.


Por telefone, o coordenador da  Defesa Civil de Nova Olímpia, Valdeci dos Anjos, conhecido como Bradock, informou ao Bem Notícias que apesar dos esforços o fogo está incontrolável e as chamas se propagando cada vez mais rápido. Ele pede ajuda de mais voluntários para auxiliar no combate ao fogo.  Os interessados precisarão ter o mínimo de conhecimento no trabalho  e material como ´bomba costal’. Depois é só ir até a região da Serra e procurar por um dos grupos que estão divididos no local.  “Quanto mais gente melhor. Não podemos deixar que esse fogo suba a Serra”, afirma o coordenador, destacando que se isso acontecer as consequências serão catastróficas.

 

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Mato Grosso

Operação da Polícia Civil prende suspeitos de integrar quadrilha investigada por tráfico de drogas e roubos em Arenápolis; Vídeo

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A Polícia Civil cumpriu mandados de prisão a partir da Operação Risp-14, contra uma organização criminosa suspeita de tráfico de drogas e roubos na manhã desta sexta-feira (06) em Arenápolis.

A ação conjunta mobilizou policiais civis e militares de 13 cidades pertencentes a regional de Nova Mutum. Conforme as investigações, os suspeitos comercializavam drogas e realizavam furtos e roubos em diversas cidades. Em Arenápolis, foram presos Luan Douglas de 22 anos e Lucas Ramos da Silva de 26 anos, por tráfico de drogas e posse de munições. A investigação comandada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) apurou que os criminosos armados empregavam violência e usavam arma de fogo para subtração, joias, celulares e outros bens.

Durante as buscas a residência dos suspeitos, as equipes apreenderam duas armas, joias e R$600 em espécie. Os suspeitos deverão ser autuados por associação criminosa, tráfico de drogas, roubo, posse ilegal de arma de fogo e munição. A operação contou com emprego de policiais do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra) e Força Tática de Nova Mutum.

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Governo

Deputado de MT é citado em esquema de propina da JBS e PT

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O nome do ex-ministro da Agricultura e atual deputado federal por Mato Grosso, Neri Geller (PP), foi citado em uma conversa que trata de esquema de propina entre a empresa JBS e o Partido dos Trabalhadores, em 2014.

Segundo uma reportagem do Jornal da Record, que foi ao ar no dia 20 de Novembro deste ano, interceptações telefônicas feitas com autorização da Justiça indicam pagamento de R$ 6,5 milhões da empresa de Joesley Batista para Dilma Rousseff, então recém-eleita presidente da República, e o PT.

As supostas transações financeiras são investigadas pela Polícia Federal. As interceptações datam de 21 de Novembro de 2014, quase um mês depois do segundo turno da eleição.

A conversa que cita Neri Geller acontece entre Edinho da Silva, na época coordenador financeiro da campanha de Dilma e hoje prefeito de Araraquara (SP), e Ricardo Saudi, executivo da J&F, controladora da JBS.

Na ligação, Edinho orienta o executivo a ligar para Manoel Sobrinho, que seria o seu braço direito, segundo a PF.

A PF quer saber a origem do dinheiro, se este foi declarado como doação de campanha e como esse dinheiro foi utilizado. O que chama a atenção é o fato de os telefonemas acontecerem um mês depois das eleições. A polícia suspeita que os valores tratados nas ligações eram fruto de propina da J&F em troco de favores do governo.

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Um ano depois dos telefonemas, em 2015, o STF proibiu as empresas de fazer doações para campanhas políticas.

As interceptações telefônicas são desdobramentos da Operação Capitu, que investiga  suposto esquema de corrupção de 2014 a 2215, no Ministério da Agricultura. No ano passado, 16 pessoas foram presas, entre elas, Neri Geller.


Por Midia News

 

 

 

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