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Região

Fogo se alastra na região de Nova Olímpia e Defesa Civil clama ajuda de voluntários

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A Defesa Civil de Nova Olímpia solicita apoio de voluntários para auxiliar no combate a um incêndio que atinge a região da Serra Tapirapuã. A força-tarefa  que conta com o apoio de empresários, fazendeiros, sitiantes e voluntários, somando cerca de  150 pessoas, iniciou  ainda no sábado, 7.

Mais de 3 mil hectares em área  que passa de 12 propriedades, quase 500 hectares na região do Rio Angelim (imediações das cerâmicas) e em torno de 120 hectares na região da Serra Tapirapuã, já foram destruídos. Vários equipamentos entre eles tratores, pá- carregadeiras e tanques (pipas e tratores) também estão sendo utilizados no trabalho.

Por telefone, o coordenador da  Defesa Civil de Nova Olímpia, Valdeci dos Anjos, conhecido como Bradock, informou ao Bem Notícias que apesar dos esforços o fogo está incontrolável e as chamas se propagando cada vez mais rápido. Ele pede ajuda de mais voluntários para auxiliar no combate ao fogo.  Os interessados precisarão ter o mínimo de conhecimento no trabalho  e material como ´bomba costal’. Depois é só ir até a região da Serra e procurar por um dos grupos que estão divididos no local.  “Quanto mais gente melhor. Não podemos deixar que esse fogo suba a Serra”, afirma o coordenador, destacando que se isso acontecer as consequências serão catastróficas.

 

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Região

Anel Viário: Tapa-buracos é paliativo com aplicação de solo-cimento; diz Guaxe

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O trabalho de tapa-buracos realizado no anel viário de Tangará da Serra é um paliativo para melhoria das condições de tráfego até as ações de restauração com aplicação de material asfáltico.

O trabalho é realizado a pedido da Associação dos Produtores da MT-480, entidade que mantém contrato com o governo do Estado para manutenção de rodovias na região. Os reparos, que serão realizados ao longo do trajeto de cerca de 15 quilômetros da perimetral, foram solicitados através de indicações ao governo do Estado dos vereadores Niltinho do Lanche e Zedeca, ambos do MDB, e intermediação do deputado estadual João José de Matos, do mesmo partido.

Segundo a empreiteira Guaxe, que realiza o paliativo no anel viário, o trabalho é feito sem vínculo contratual e sem custos. “Não tem contrato, não tem valor. É uma parceria, a pedido da associação, para colaborar com um paliativo para melhoria do tráfego”, disse o diretor da empreiteira, Márcio Aguiar.

Conforme Aguiar, o trabalho consiste em aplicação de solo-cimento. “É o tecnicamente mais viável. Solo, brita com cimento, compactando. Depois vai recortar o buraco e colocar o material asfáltico de quatro, cinco centímetros. Estamos fazendo pra melhorar a pista, permitir um tráfego melhor”, completou.

Solo-cimento

De acordo com a Associação Brasileira de Cimento Portland, o solo-cimento é o material resultante da mistura homogênea, compactada e curada de solo, cimento e água em proporções adequadas. Tem boa resistência à compressão, bom índice de impermeabilidade, baixo índice de retração volumétrica e boa durabilidade.

O solo é o componente mais utilizado para a obtenção do solo-cimento. O cimento entra em uma quantidade que varia de 5% a 10% do peso do solo, o suficiente para estabilizá-lo e conferir as propriedades de resistência desejadas para o composto.

 

 

 

Fonte:EnfoqueBusiness

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Cidades

Sinfra abre consulta pública para concessão de rodovias na região de Tangará da Serra

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O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), abriu o processo de consulta púbica para concessão de três lotes de rodovias estaduais, totalizando 512 quilômetros nas regiões Sudeste, Centro-Sul e Norte de Mato Grosso. O prazo para consulta se inicia nesta segunda-feira (04) e se encerra em 04 de junho.

O objetivo da consulta é colher contribuições da sociedade com relação aos estudos desenvolvidos para a realização da licitação da futura de concessão dos trechos das rodovias. A concessão prevê a prestação dos serviços públicos de conservação, recuperação, manutenção, implantação de melhorias e operação rodoviária.

Na região de Tangará da Serra será feita a concessão das rodovias MT-246, MT-343, MT-358 e MT-480, nos trechos de Jangada a Itanorte, totalizando 233,2 quilômetros de extensão. Os investimentos previstos nesse trecho são estimados em R$ 815 milhões. Com a concessão, a iniciativa privada será responsável por realizar investimentos nas obras rodoviárias dos trechos concedidos.

O prazo de concessão é de 30 anos para cada um dos lotes e os demais estudos de modelagem técnica, econômico-financeira e jurídica, bem como as respectivas minutas de edital e contrato, que subsidiarão a  futura licitação,  estão disponíveis para  download  no site www.sinfra.mt.gov.br.

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