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Política Nacional

Flávio Bolsonaro acusa filha de juiz de ser funcionária fantasma de Witzel

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Jane de Araújo/Agência Senado

Flávio é acusado de esquema de rachadinhas na Alerj

O senador Flávio Bolsonaro atacou nesta quinta-feira (19) a filha do juiz Flavio Itabaiana de Oliveira Nicolau, da 27ª Vara Criminal, e disse que ela é funcionária fantasma do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel . Nicolau foi o responsável por autorizar os mandados de busca e apreensão em endereços ligados a Flávio e a ex-assessores dele quando atuava como deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

Em um vídeo publicado nas redes sociais, Flávio diz que a filha do magistrado tem uma “boquinha” no governo do Rio de Janeiro. “Sabe aonde a filha desse juiz, a Natália Nicolau, trabalha? Trabalha com o governador Wilson Witzel. É uma boquinha que parece ser boa, vocês podem investigar, pois eu ouço falar, não sei se é verdade, que ela não aparece muito por lá não”, afirmou o senador.

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Por meio de nota, o governo do Rio disse que Natália trabalha na Casa Civil do Estado como Secretária 2 e que foi nomeada 15 dias antes da distribuição eletrônica do processo do senador ser distribuído ao pai da servidora, o juiz Flávio Nicolau.

Em abril, Nicolau também autorizou a quebra de sigilo “sem nenhuma fundamentação” de mais de 90 pessoas no caso das rachadinhas, o que, segundo o senador, fez o juiz virar “motivo de chacota no judiciário do Rio”.

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“Esse mesmo juiz autoriza tudo que o ministério público pede sem sequer ter a preocupação e cuidado necessário para avaliar o que foi pedido”, afirmou Flávio. “Tenha cuidado para avaliar as coisas.”

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Bolsonaro não vai renovar GLO no Ceará e pressiona governador

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Marcos Corrêa/PR

Bolsonaro negou pedido de governador para prorrogar GLO

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, durante transmissão ao vivo pelo Facebook, que não irá renovar as operações de Garantia da Lei e da Ordem ( GLO ) para o Ceará . O estado vive uma crise na segurança pública depois policiais militares e bomberiros entraram em greve por reajuste salarial.

Durante a transmissão, Bolsonaro disse que “a gente espera que o governo resolva o problema da Polícia Militar do Ceará e bote um ponto final nessa questão”. Ele pediu que o governador Camilo Santana (PT) negocie com a PM do estado.

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“No momento eu não tenho tranquilidade”, argumentou Bolsonaro contra a prorrogação para além do prazo de oito dias vigentes, que expira nesta sexta-feira (28). “Precisamos ter uma retaguarda jurídica”, afirmou o presidente.

Santana chegou a pedir a Bolsonaro que o decreto fosse prorrogado , uma vez que ele não vê possibilidade de que o caso se resolve no curto prazo. Ao recusar, no entanto, o presidente disse que “GLO não é para ficar eternamente atendendo um ou mais governadores. GLO é uma questão emergencial”. Bolsonaro também pediu apoio aos governadores “para que o Parlamento vote o excludente de ilicitude”.

Nesta sexta, os policiais pediram como moeda de troca para o fim da greve a anistia aos agentes que aderiram à paralisação e o reajuste salarial.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Witzel diz que impeachment é “resposta jurídica” para Bolsonaro

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Rogério Santana

Governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel

O governador Rio de Janeiro , Wilson Witzel (PSC), defendeu nesta quinta-feira (27) o afastamento do presidente Jair Bolsonaro e disse que o impeachment é a “resposta jurídica” que ele merece depois de ter compartilhado pelo WhatsApp um vídeo que faz críticas ao Congresso Nacional.

A declaração foi dada em Washington, nos Estados Unidos, onde o governador participou de um evento na American University. De acordo com Witzel, “apoiar um movimento destrutivo da democracia […] evidentemente afronta à Constituição”.

Os vídeos compartilhados por Bolsonaro fizeram ataques ao Legislativo ao convocarem seus apoiadores a participarem de uma manifestação em defesa do presidente marcada para o dia 15 de março.

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Bolsonaro não negou que enviou os vídeos, mas disse que as trocas de mensagens dele são de “caráter privado”. “Enquanto ele for presidente, todas as manifestações serão consideradas manifestações do presidente da República”, rebateu Witzel.

Depois da repercussão negativa do caso, Bolsonaro pediu para que seus ministros não endossem a manifestação em seu apoio nem compareçam a ela. O objetivo seria aplacar a crise do Planalto com o Congresso e o Judiciário.

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Eleito governador do Rio de Janeiro em 2018, Wilson Witzel ficou conhecido após se aproximar de Bolsonaro e embarcar na onda do bolsonarismo. Agora, de olhos nas eleições de 2022, ele trabalha para afastar sua imagem da do presidente.

Fonte: IG Política
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