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Flagra! BMW X1 renovado é visto antes da estreia, no segundo semestre

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 BMW X1 renovado é visto em estacionamento com placas de testes de Araquari (SC), onde fica a fábrica da marca
Kalled Adib/iG
BMW X1 renovado é visto em estacionamento com placas de testes de Araquari (SC), onde fica a fábrica da marca

A versão renovada do BMW X1 está a caminho do Brasil. O carro foi flagrado pelo leitor de iG Carros, Kalled Adib, ainda com camuflagem, com placas de testes, de Araquari (SC), onde fica a fábrica da marca alemã no Brasil. Apesar dos disfarces, as imagens mostram que a frente reestilizada passa a ter grade frontal bipartida mais larga, para-choques com novos detalhes, além de faróis e lanternas de estilo esportivo.


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Todas as mudanças serão adotadas para que o desenho do BMW X1
fique alinhado com a nova geração de utilitários esportivos da BMW. Entretanto, as laterais do carro, bem como uma série de outros detalhes, deverão continuar sem alterações, exceto pelos novos conjuntos de rodas.


Na traseira da versão renovada do BMW X1 haverá apenas retoques nas lanternas e no para-choque
Kalled Adib/iG
Na traseira da versão renovada do BMW X1 haverá apenas retoques nas lanternas e no para-choque

 Por dentro, uma das principais novidades ficará por conta do quadro de instrumentos totalmente digital e configurável, outra característica que faz parte dos novos SUVs da BMW
e está se tornando cada vez mais comum no segmento. Além disso, também é provável que a central multimídua tenha sido atualizada.

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Grade frontal do BMW X1 renovado ficará um pouco maior que a da versão atual
Kalled Adib/iG
Grade frontal do BMW X1 renovado ficará um pouco maior que a da versão atual

É possível que a BMW dote algum novo ajuste no conjunto mecânico, mas apenas discreto. Dentro do que pode ser alterado, espera-se apenas novo mapeamento do módulo de controle eletrônico do motor para se adequar às normas de emissões.

Em alguns mercados, entre os quais o da China, o utilitário esportivo renovado deverá estar disponível uma versão híbrida plug-in com motor 1.5, turbo, de três cilindros. No Brasil, o conjunto mecânico será o mesmo do X1 atualmente encontrado nas lojas, com motor 2.0 turbo flex, de 231 cavalos e 35,7 kgfm de torque a 1.250 rpm, que funciona com tração integral e câmbio automático de oito marchas. 

BMW X1 e companhia


O BMW X1 é o menor SUV da marca alemã, ao contrário do X7, o maior, que tem chances de vir ao Brasil
Divulgação
O BMW X1 é o menor SUV da marca alemã, ao contrário do X7, o maior, que tem chances de vir ao Brasil

 A BMW não perde tempo e trabalha no lançamento da sua linha de SUVs no Brasil. Depois do X2 e do X4, além das novas gerações de X3 e X5, chegará a versão renovada X1. Mas isso não deve ser tudo. O maior integrante da família de SUVs da BMW, o X7, também pode ser vendido no Brasil. O carro será mostrado para parte da imprensa brasileira no Estados Unidos, mais exatamente onde é fabricado, em Spartanburg, na Carolina do Sul.

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O BMW X7
tem 5,15 metros de comprimento por 2.0 metros de largura e entre-eixos generoso de 3,11 metros, o que garante mais espaço interno que os princippais concorrentes, entre os quais Audi Q7 e Mercedes-Benz GLS. O novo SUV topo de linha da BMW será encontrado apenas com sete lugares e com uma lista de equipamentos sofisticados para ninguém achar defeito.

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Entre outros itens, haverá ar-condicionado automático digital de quatro zonas, sistema de som premium Bowers & Wilkins, teto de vidro panorâmico, faróis de LED, suspensão adaptativa a ar e um pacote de auxílios ao motorista que inclui piloto automático adaptativo, assistente de manutenção em faixa e duas opções de painel de instrumentos digital.

Serão quatro opções de motorização disponíveis: duas a diesel (3.0 seis cilindros, de 265 e 400 cv) e duas a gasolina (3.0 seis cilindros de 340 cv e 4.4 V8 de 462 cv). Em todas as versões o câmbio é automático, de oito marchas, com tração integral, assim como no BMW X1

Fonte: IG Carros
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Renault Zoe 2019: primeiras impressões do modelo elétrico na cidade

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Renault Zoe
Cauê Lira/iG Carros
O Renault Zoe parte de R$ 149.990 em sua versão única, Intense. Seus rivais são Chevrolet Bolt e Nissan Leaf

Já andei em uma boa variedade de veículos elétricos nos últimos anos, entre os quais posso enumerar Chevrolet Bolt
, Nissan Leaf
e Fiat 500e. O Renault Zoe permanecía como incógnita, mesmo sendo um dos carros eletrificados mais vendidos na Europa. Apresentado no Salão do Automóvel 2018, o modelo já emplacou mais de 20 unidades no Brasil, e a marca francesa está muito interessada em finalmente consagrá-lo por aqui.


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Uma das estratégias para o Renault Zoe
inclui o lançamento de uma nova plataforma de car-sharing que, inicialmente, será utilizada por funcionários do projeto Cubo, do Itaú. Trata-se de um grupo de start-ups erradicadas na zona sul de São Paulo, que buscam soluções de mobilidade para o futuro. Entre elas, a Joycar, líder em carro compartilhado no Brasil.

De acordo com Ricardo Gondo, presidente da Renault do Brasil, a intenção é iniciar o car-sharing com o Zoe e estendê-lo para outros veículos da marca, como Duster, Captur, Oroch e Kangoo. É um debate interessante, uma vez que a maneira como interpretamos a mobilidade nos dias de hoje está fadada ao desuso em algumas décadas.

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Em breve, você não precisará comprar um carro próprio. No lugar disso, as fabricantes poderão disponibilizar um pacote de assinaturas de acordo com a sua necessidade semanal. Precisa de um carro para ir ao trabalho? O trio Zoe, Leaf e Sandero pode satisfazer suas necessidades. Quer fazer uma mudança e precisa de um veículo com caçamba? Invista na Oroch. Para viagens, talvez um Captur ou o próprio Logan.

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É um debate inteligente que soluciona muitos dos problemas de mobilidade dos dias de hoje. Entre eles, o trânsito, poluição e otimização de espaço. Mas voltemos ao Zoe.

Combustão? Nunca mais

De acordo com a ONG Observatório do Clima, a emissão de gases tóxicos responsáveis pelo efeito estufa teve o maior crescimento em treze anos, apenas no período entre 2015 e 2016. Nos últimos dois anos, foram 2,6 milhões de toneladas de CO2 enviados à atmosfera apenas no Brasil.

O combustível fóssil também é um recurso finito, além de ser uma das principais causas dos danos na camada de ozônio. Esses impactos já são sentidos nos meios urbanos e na natureza. A cidade de Linfen, na China, é conhecida por ser a mais poluída do mundo, onde há uma densa névoa de fumaça e as pessoas precisam andar com máscaras para amenizar os problemas respiratórios.

Nem precisamos ir tão longe para sentir as consequências. De acordo com um estudo divulgado pelo Instituto de Saúde e Sustentabilidade do Rio de Janeiro, a poluição no trânsito já mata mais que acidentes de carro na cidade. Entre 2006 e 2012, o levantamento mostrou que 36.194 mil pessoas morreram de problemas respiratórios, enquanto apenas 16.441 estiveram envolvidas em fatalidade de trânsito.

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O Zoe é um veículo simples e apertado, na mesma filosofia dos subcompactos que visam mais a funcionalidade que qualquer outra característica. Com o carro cheio durante um breve passeio pela zona sul de São Paulo, os três adultos no banco de trás tiveram dificuldades para se acomodar.

O acabamento interno também não abre sorrisos, ainda que o Zoe seja bem montado. Seu painel é simples e lembra o Sandero, além do cluster digital com poucas opções de customização (mostra apenas autonomia, velocidade e odômetro).

Por outro lado, seus 92 cv se mostraram suficientes para rodar com cinco adultos a bordo. Acionando o modo econômico, o Zoe é capaz de utilizar a energia cinética que seria perdida durante as frenagens para recarregar a bateria. Neste processo, ganha-se alguns quilômetros de autonomia. De acordo com a Renault, o Zoe é capaz de rodar por 300 km com “tanque cheio”.

A suspensão do Renault Zoe
trabalha bem na cidade, com acerto um pouco mais rígido que enfrenta os obstáculos urbanos com louvor. A brincadeira é cara, custando R$ 149.990 em sua versão única, Intense. Para um carro que, na Europa, tem o preço da versão mais cara do Clio, é bem salgado. Mas fica o respaldo para a Renault, que em vinte anos continuará enaltecendo o legado do Zoe como um dos primeiros veículos elétricos do Brasil.

Fonte: IG Carros
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5 carros de Roberto Carlos, que faz 78 anos

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Dodges e Roberto Carlos
Divulgação/ Pinterest
O Rei posa na frente dos modelos da Dodge dos anos 70 na época do filme “Roberto Carlos a 300 Quilômetros por Hora”

Em plena Sexta-Feira da Paixão, “o Rei”, Roberto Carlos, completa 78 anos de vida. Para se ter uma breve ideia da sua ligação com carros basta assistir às cenas iniciais de um dos filmes do qual participou. “Roberto Carlos em Ritmo de Aventura”. Em 1967,ainda na época da Jovem Guarda, ele aparece dirigindo um roadster esportivo GT Tormento, como se estivesse com a faca entre os dentes, perseguido por um Cadillac Fleetwood.


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Enquanto corrigia saídas de frente e de traseira em um trecho sinuoso, cheio de curvas, Roberto Carlos
aparece sorridente no conversível, ao som de “Eu sou terrível”. Quer mais um exemplo do quanto o Rei tem gasolina nas veias? Em “Roberto Carlos a 300km por hora”, em 1971, ele acelera para valer, sem ajuda de dublês, um Dodge Charger R/T, laranja com faixas pretas na carroceria. Veja a seguir, meros 5 dos vários carros do Rei.


1 – Cadillac Serie 62 Conversível – 1960


Cadillac Serie 62 conversível com Roberto Carlos
Divulgação
Cadillac Serie 62 conversível, igual ao que Roberto Carlos trouxe dos Estados Unidos e já foi de Emerson Fittipaldi


Trazido dos Estados Unidos, o belo e imponente conversível americano serviria perfeitamente de inspiraçaõ para os versos iniciais da música “o Bom”, gravada em 1967, que começa assim: ” Meu carro é vermelho, não uso espelho pra me pentear”
. O carro vem com motor V8 6.4 que funciona com câmbio automático, de quatro marchas, com alavanca na coluna de direção.

Não há nenhuma economia de cromados, que estão por toda parte, desde a grade frontal até o para-choque traseiro. A capota de tecido é acionada de modo elétrico, a direção e os freios já contavam com assistência hidráulica. Por dentro, o acabamento é bem caprichado, com enormes bancos revestidos de couro colorido de dois tons, carpete legítimo e muito espaço para cinco ocupantes.

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2 – Dodge Charger R/T – 1971


Dodge, Roberto, Carlos
Reprodução/Youtube
Roberto Carlos acelera sem dó o Dodge Charger R/T de 1971, no filme que leva seu nome


O Rei acabou ganhando um desses da Chrysler depois do filme “Roberto Carlos a 300 por hora”. Baseado na carroceria A-Body, o Charger R/T nacional vinha com motor V8 318, de 5.2 litros, capaz de gerar 215 cv de potência bruta (170 cv líquida). O câmbio era manual, de quatro marchas, com alavanca no assoalho e a tração, traseira.

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Os bancos separados vinham revestidos de curvim e jersey e o volante é de três raios para condizer com o aspecto esportivo do carro, que teve destaque no filme, assim como o Gurgel Bugato 70, também com o Rei ao volante, enquanto toca “De tanto Amor”, música tema do longa, que diz nas entrelinhas: “A saudade vai chegar. E por favor meu bem. Me deixe pelo menos só te ver passar”.


3- Jaguar E-Type 1969


Jaguar E-Type de Roberto Carlos
Reprodução/Pinterest
Jaguar E-Type 1969 que Roberto Carlos ganhou de presente da gravadora CBS, na época


O esportivo inglês foi presente da gravadora CBS. O Rei
já estava na sua fase melancólica. O carro é um dos ícones de esportividade sobre rodas do fim dos anos 60. Tem motor de doze cilindros e se tornou um dos únicos modelos da época que conseguiam acelerar de 0 a 100 km/h em menos de 7 segundos.

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O segredo de tanta rapidez estava na favorável relação entre peso e potência, graças à estrutura leve. Para conter todo o ímpeto esportivo, os freios são a disco e a suspensão independente na quatro rodas, um avanço entre os carros do final dos anos 60, quando o Rei lançou o álbum do qual faz parte músicas como “Nas Curvas da Estrada de Santos”, cujo começo diz: “Se você pretende saber quem eu sou. Eu posso lhe dizer. Entre no meu carro na estrada de Santos. E você vai me conhecer”.


4- Oldsmobile Cutlass conversível – 1966


Oldsmobile Cutlass 1966, igual ao de Roberto Carlos
Divulgação
Oldsmobile Cutlass 1966 Conversível que Roberto Carlos também teve na sua coleção de carrões


O conversível americano era vermelho, mas um dos sucessos do novo disco
do Rei, em 1966, era “Negro Gato”, cujos versos iniciais falavam de uma história que começava assim: “Eu sou um negro gato de arrepiar. E essa minha vida. É mesmo de amargar.Só mesmo de um telhado. Aos outros desacato Eu sou um Negro Gato!”

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E assim como os gatos, o Oldsmobile é estiloso. A marca da GM não existe mais, entretato, deixou seu legado. O Cutlass conversível 66 de Roberto tem um V8 sob o capô que ronca forte deixando claro que tem força de sobra. São 320 cv e 49 kgfm de torque extraídos de 5,4 litros de cilindrada.


5 – Chevrolet Coupé – 1933


Chevrolet, cupê, Roberto Carlos
Divulgação
Chevrolet 1933 Hot Rod, preparado com aval de Emerson Fittipaldi e que fez parte de uma promoção da Nestlé


Não é à toa que o hot hod preparado com aval de Emerson Fittipaldi, amigo do Rei, foi pintado de azul claro e branco, cores que Roberto costuma usar com certa frequência, já que é supersticioso. O carro chegou a entrar em uma promoção da Nestlé, intitulada “Em Ritmo de Prêmios”, em 2011.

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Mas é claro que a música tema desse carro é “O Calhambeque”, de 1964. Diferente da versão orginal, o modelo com pintura de dois tons recebeu motor GM 2.4, de quatro cilindros e 141 cv, que chegou a ser usado na picape S10. “O Calhambeque bip bip. Quero buzinar o Calhambeque. Bip dubi indupi dubi”
. Parabéns, Rei, Roberto Carlos
! Abaixo, assista à cena descrita no primeiro parágrafo.




Fonte: IG Carros
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