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Polícia

Fapemat vai desenvolver ferramentas tecnológicas para Segurança Pública

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Julia Oviedo | Sesp-MT

O secretário de Estado de Segurança Pública, Alexandre Bustamante e o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), Adriano Silva, formalizaram nesta terça-feira (18.02) uma parceria para o desenvolvimento de produtos tecnológicos utilizados pelas forças de segurança do Estado. Ao todo, seis editais estão abertos e o investimento total será de R$ 1,3 milhão.

O investimento vai gerar uma economia de quase R$ 19 milhões aos cofres públicos. Caso desenvolvesse uma destas ferramentas por meio da iniciativa privada, o Estado desembolsaria aproximadamente R$ 20 milhões.

Uma das ferramentas é a criação de um sistema de gerenciamento dos equipamentos de serviço do Corpo de Bombeiros Militar (CBM) em tempo real. Outro, é para um aplicativo de celular para a Polícia Judiciária Civil (PJC) que possibilita que o policial civil tire fotos em 3D de objetos encontrados no momento da ocorrência, especificando cor, tamanho, peso, volume, forma, etc.

Um terceiro edital prevê a criação de uma ferramenta que analisará a base de dados estatística da Polícia Militar e conseguirá prever possíveis ocorrências futuras. O projeto piloto será desenvolvido apenas na região central de Cuiabá e, dependendo do sucesso da iniciativa, pode se expandir para outras regiões da cidade e, consequentemente, do estado.

Outros projetos também preveem a criação de uma plataforma interligando todos os sistemas da Secretaria de Segurança Pública (Sesp) e das forças de segurança do Estado. Além disso, a criação de um sistema de requisições e laudos da Politec, com a finalidade de informatizar os processos e deixá-los 100% online.

“É como se você fabricasse o sapato para o seu próprio pé: a academia será a fábrica e eu direi se o sapato está adequado ou não”, exemplificou o secretário de Segurança Pública, Alexandre Bustamante. O titular da pasta acredita que é o momento de o Estado investir menos na iniciativa privada e mais em instituições. Além disso, a parceria também irá valorizar o conhecimento científico de pesquisadores mato-grossenses.

“É uma experiência que estamos apostando muito, porque afinal de contas, você traz a academia para ajudar o Estado, primeiro diminuindo custos e segundo, desenvolvendo produtos com a chancela do Estado. Por isso, a Fapemat vem ajudar a gente nisso: sendo uma interlocutora entre as diversas universidades do estado com a área de segurança. Eu tenho certeza no sucesso desta iniciativa, que além da área de segurança também se desdobrará para outras secretarias”, pontuou Bustamante.

Em Mato Grosso, há quase 2 mil professores doutores, segundo a Fapemat. Além disso, o Estado possui uma grande demanda por produtos e serviços que podem ser desenvolvidos por estes profissionais. É o que defende o presidente da Fapemat, Adriano Silva.

“Nós estamos encurtando essa relação pesquisadores e Estado. E quero parabenizar o secretário Alexandre Bustamante e a equipe da Sesp que acreditou nesta parceria, que está sendo desenvolvida desde o ano passado e que resultará no benefício da sociedade”, disse Adriano Silva.

Modelo cearense

Durante a reunião, Bustamante relembrou do modelo de tecnologia para a atividade policial praticado no Ceará, que ele teve acesso durante reunião do Colégio Nacional de Segurança Pública (Consesp), realizada em Fortaleza em maio do ano passado. O modelo de parceria entre Segurança Pública cearense e Universidade Federal do Ceará foi o que inspirou o secretário da Sesp a buscar na Fapemat uma alternativa aos produtos comercializados na iniciativa privada.

“Este é o momento de o Estado olhar mais para as instituições como celeiro de produtos e serviços. Ele não pode simplesmente ficar refém da iniciativa privada”, finalizou Bustamante.

Editais

Os seis editais já estão abertos e também podem ser acessados pelo site da Fapemat. Confira:

Edital FAPEMAT Nº. 001 /2020 Segurança Pública – Corpo de Bombeiro MilitarEdital FAPEMAT Nº. 002/2020 Segurança Pública – Policia Judiciaria CivilEdital FAPEMAT Nº. 003/2020 Segurança Pública – STIEdital FAPEMAT Nº. 004/2020 Segurança Pública – STIEdital FAPEMAT Nº. 005/2020 Segurança Pública – POLITECEdital FAPEMAT Nº. 005/2020 Segurança Pública – POLITEC

Fonte: PJC MT
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Polícia Civil recebe doação de materiais para desinfecção de delegacias da área metropolitana

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Assessoria/Polícia Civil-MT

A Polícia Civil recebeu materiais e equipamentos de proteção individual que serão utilizados para a desinfecção das unidades de Cuiabá e de Várzea Grande. As centrais de flagrantes, por ter maior número de servidores, pessoas conduzidas e usuários, passarão pela desinfecção com maior regularidade.

As bombas pulverizadoras com costais, uniformes de proteção, luvas, máscaras e botas foram doadas pelo delegado Marcos Veloso. Ele viabilizou ainda com a empresa de saneamento Águas Cuiabá, a doação de 150 litros de cloro que será utilizado para a desinfecção de ambientes nas delegacias.

Para o delegado-geral da Polícia Civil, Mário Dermeval de Resende, as doações representam o espírito de união que foi estabelecido em um momento como o que todos estão vivendo, em função da pandemia da Covid-19, incluindo os servidores da segurança pública que prestam serviço essencial. “Empresas se uniram ao Governo de Mato Grosso, colaborando com essas doações de materiais imprescindíveis, diante da necessidade de prevenção de nossos policiais que estão nas unidades atendendo ocorrências, registrando flagrantes, enfim, serviços que não podem parar. Agradeço imensamente a colaboração, pois este é um o momento em que todos devemos zelar e seguir as recomendações sanitárias, a fim de evitar a propagação do coronavírus”.

Foram doados dez conjuntos de roupas protetoras, quatro pares de botas de borracha, 08 pares de luvas de borracha e a 50 máscaras para que realização da desinfecção com segurança. “A ação de higienização busca resguardar a integridade física de todos e buscamos, desta forma, auxiliar os profissionais que estão na linha de frente neste momento”, afirmou Veloso.

O material foi entregue nesta sexta-feira (03.04) à diretoria da Polícia Civil.

Passarão pela higienização todas as delegacias, especialmente as que tem maior fluxo de atendimento e circulação de pessoas, como as centrais de flagrantes de Cuiabá e de Várzea Grande e a central de ocorrências localizada no prédio da 1a Delegacia da Capital.

Fonte: PJC MT
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Delegacia de Entorpecentes conclui 211 inquéritos com 52 presos no trimestre

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Assessoria | PJC-MT

Desenvolvendo o planejamento operacional de suas ações por período, a Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) atua diariamente no combate ao comércio de drogas, seja o tráfico doméstico (desenvolvido em pequenas bocas de fumo em bairros) ou em investigações mais complexas como as de tráfico interestadual que movimenta grandes quantidades de substâncias ilícitas.

Com base neste plano operacional, a especializada fechou o primeiro trimestre de 2020 com 52 pessoas presas e 211 inquéritos policiais concluídos.

As ações realizadas entre janeiro e março deste ano, resultaram ainda na apreensão de aproximadamente 35 quilos de drogas entre maconha (18,6 kg), cocaína (5,3 kg) e outras substâncias (10,5kg), além da apreensão de 16 veículos (carros e motocicletas), 13 armas de fogo e diversos apetrechos relacionados ao trafico e objetos de origem ilícita.

As investigações individuais e também realizadas com apoio de outras instituições como a Polícia Militar, Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPaer), Pericia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e outras unidades da Polícia Civil e instituições de segurança, contam com apoio do Ministério Público e do Poder Judiciário para poder alcançar o número expressivo de prisões, apreensões e de inquéritos concluídos pela unidade.

Segundo o delegado titular da DRE, Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, o planejamento criado para especializada inclui metas para os policiais; ações integradas com outros órgãos; trabalho operacional aliado inteligência policial da unidade e apoio da sociedade através de denúncias que são recebidas diariamente via número 197.

“Todo esse conjunto de estratégias vem fortalecendo o trabalho da delegacia, que trabalha em diferentes vertentes, uma vez que o tráfico de drogas é um crime equiparado ao hediondo, sendo um dos que mais traz consequências, fomentando outros crimes contra o patrimônio, homicídios e trazendo tragédias na vida de famílias que tem usuários”, disse o delegado.

Metodologia de Trabalho

Os trabalhos da Delegacia de Repressão a Entorpecentes têm dois focos principais, o combate ao tráfico interestadual e de grandes carregamentos de entorpecentes, praticados por organizações criminosas especializadas no fornecimento e distribuição de drogas para todo estado e o combate ao tráfico doméstico ou “formiguinha” que tem como característica o comércio de drogas em pequenas quantidades, realizados em bairros da cidade.

O combate ao tráfico interestadual é realizado por meio de investigações avançadas, que exigem planejamento, fortalecimento da inteligência policial e trabalho integrado, para desarticulação do grupo criminoso envolvido com o crime. Já o tráfico doméstico é identificado através das investigações de rotina e denúncias anônimas, e reprimido por meio de ações diárias e cumprimento de mandados de busca e apreensão domiciliar.

Incineração

Outro trabalho realizado pela DRE no primeiro trimestre de 2020 foi a incineração de mais de 1,6 mil quilos de drogas apreendidos pela equipe da Delegacia Especializada de Trânsito (Deletran), próximo ao Rio dos Couros, na zona rural de Cuiabá. O grande carregamento de entorpecente, apreendido no dia 11 de março, estava camuflado em um caminhão.

A incineração da droga foi realizada pela DRE após autorização da Justiça. Vitor Hugo Teixeira explica que a destruição imediata do carregamento de maconha era essencial em razão da grande quantidade de droga e do alto valor da mercadoria ilícita.

Covid-19

Vitor Hugo destaca que diante da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), foi percebida uma redução em grande parte das incidências criminais. Esse fato não ocorreu em relação ao tráfico de drogas, uma vez que diante do isolamento social a tendência é que o dependente químico continue em busca da droga.

“A ociosidade por parte do usuário aumento o desejo pelo consumo de drogas, e o comércio ilícito é facilitado pelo fato de alguns traficantes atuarem pelo sistema delivery. A DRE está atenta a situação, monitorando suspeitos e checando denúncias nesse sentido”, disse o delegado.

O delegado ressaltou ainda que todo resultado da delegacia se deve a união e empenho dos policiais, escrivães e investigadores, que mesmo nesse período de isolamento não medem esforços para estar na rua, investigando, identificando e prendendo envolvidos com o tráfico de drogas.

 

 

Fonte: PJC MT
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