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Política MT

Falta de policiais contratados é uma ameaça ao fechamento de delegacias de MT

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Foto: Karen Malagoli

Cerca de 250 pessoas marcaram presença à audiência pública, na tarde dessa sexta-feira, para debater o fechamento de delegacias em Mato Grosso. Vereadores e prefeitos municipais, deputados estaduais, representantes da área de segurança pública e sociedade civil organizada, participaram do evento.

Em 17 anos como delegado de polícia civil, o vice-presidente da Comissão de Segurança Pública e Comunitária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e deputado Delegado Claudinei (PSL), pondera o seu compromisso com a sociedade. “Eu tenho uma visão de delegado e, hoje, como deputado que representa a população mato-grossense. Vejo o trabalho da polícia civil como um trabalho social que se inicia dentro da delegacia. É um trabalho diferenciado. Um atendimento especial para a mulher vítima de agressão ou a criança que sofreu de violência sexual ou o idoso que teve também algum tipo de violência. O trabalho na delegacia não é só investigação e, sim, de que faz um trabalho social”, ressalva o parlamentar.

Ele, que já atuou na Delegacia Regional de Rondonópolis – que abrange 15 municípios e 21 delegacias do interior do estado, sentiu de perto todas as dificuldades enfrentadas na área de segurança pública por falta de efetivo de pessoal e, agora, buscará solucionar a situação junto ao Governo do Estado de Mato Grosso.

A presidente do Sindicato dos Investigadores da Polícia Civil, Edileusa Mesquita, pontuou que o efetivo atual de investigadores do Estado que estão na ativa é de 2.093, sendo que apenas 1.891 estão em atividade. O motivo se deve os profissionais da área de segurança estarem à disposição de outros órgãos, com afastamento por causa de problemas de saúde ou estão atuando na parte administrativa. “Com isso, reduz a atividade de investigadores de polícia para atender um demanda de 176 delegacias em 112 municípios. A quantidade de efetivo é muito curto”, enfatiza.

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Além da audiência pública abordar sobre a necessidade de profissionais para atuar nas instituições de segurança, outros aspectos levantados pelos representantes que compuseram a mesa de autoridades e os participantes foram referente a falta de viaturas e precariedade das vias terrestres para deslocar de um município que impossibilita um atendimento rápido e eficiente para a população.   


A identificação das delegacias a terem as atividades suspensas por falta de pessoal foi realizado um estudo pela Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso (PJC-MT).

Fonte: ALMT
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BemRural

Manifestação em defesa dos esportes equestres toma ruas de Cuiabá nesta terça-feira

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Mais de mil pessoas, entre elas 300 cavaleiros e amazonas, participaram de uma manifestação pelas principais ruas e avenidas de Cuiabá (MT), seguidos por caminhões e caminhonetes. O objetivo era o de sensibilizar a população e o poder público contra uma decisão do Ministério Público, que, no início de junho, proibiu por liminar a realização de provas de laço durante a Semana do Cavalo, na capital mato-grossense.

Na Assembleia Legislativa do estado, onde terminou o protesto, foi realizada uma audiência pública para debater práticas esportivas equestres. Tramita na casa um projeto de lei que institui normas e critérios sobre a prática, uma regulamentação para garantir o bem estar dos animais do estado.

“Isso (provas equestres) envolve muita família, envolve muito amor. Tenho certeza que o Legislativo vai passar esse projeto de lei”, disse Caê Póvoas, um dos organizadores do protesto.

Para Antenor Manoel Almeida de Jesus, campeão de vários esportes equestres, não há maus tratos nas modalidades. “Eu vivo disso, eu vivo do cavalo, vivo da competição. Desde os cinco anos de idade eu mexo com animais e sei que são muito bem tratados”, diz.

O deputado Dilmar Del Bosco (DEM-MT), criador do projeto de lei que tenciona regularizar a prática no estado, diz que vai lutar pela manutenção do esporte. “Acompanho vários haras mato-grossenses e ali você a proteção, o cuidado e o bem-estar dedicados aos animais”, conta. A intenção é evitar novos episódios como o da suspensão do evento do início de junho, por conta da falta de regularização.

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De acordo com Caê Póvoas, a liminar do Ministério Público impedindo a realização das provas provocou um prejuízo da ordem de R$ 400 mil aos organizadores da Semana do Cavalo. “Nós fomos condenados sem ter direito de defesa. Nunca vieram aqui inspecionar como são tratados os animais; nós já convidamos várias vezes o pessoal do Ministério Público para vir aqui”, afirma.


 

 

Fonte:Canal Rural

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Política MT

Deputado defende que Assembleia busque acordo para o fim da greve

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Audiência Pública debateu a situação da greve na educação

Foto: Helder Faria

O deputado Thiago Silva (MDB) destacou a necessidade de buscar um acordo entre o governo do estado e o Sindicato dos Trabalhadores da Educação Pública de Mato Grosso (Sintep), com relação à greve da educação que já dura mais de duas semanas. O parlamentar defende que a Assembleia seja a interlocutora da negociação.

O parlamentar, que preside a Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura e Desporto, comandou na última segunda-feira (17), uma audiência pública para debater a greve da educação em Mato Grosso.  A audiência atendeu um requerimento do deputado Lúdio Cabral e contou com a participação dos deputados Valdir Barranco, João Batista, Wilson Santos, Max Russi e João José, além do promotor Miguel Slhessarenko, o secretário-adjunto de educação, Alan Porto e dirigentes do Sintep de todo o estado de Mato Grosso.  O Sintep alega que a pauta principal é o pagamento da RGA e da garantia do poder de dobra de compra, além de melhorias nas escolas e nas condições de trabalho. O governo do estado, por outro lado, argumenta que a situação financeira de Mato Grosso impede qualquer tipo de aumento.


Uma das propostas apresentadas pelos deputados é a confecção de um documento pela AL ao governo do estado. Thiago Silva argumentou na audiência que nesse documento deve constar um pedido de reavaliação da proposta do governo e ainda atrelar o cumprimento dos pagamentos ao incremento da receita, equiparar o salário da educação àa outras categorias com nível superior,  apresentar um cronograma de reformas e de chamamento de aprovados nos concursos públicos, além do pagamento da RGA e da dobra do poder de compra da categoria. “Sempre estudei em escola pública, sou filho de professores. Vejo como inadmissível continuar com déficit e darmos incentivos fiscais para os grandes , é por isso que estamos aqui para intermediarmos esse processo para colocarmos um fim à essa greve, o momento não é fácil para o Estado e nem para as famílias dos servidores públicos da educação”, encerrou o deputado.

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Fonte: ALMT
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