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Falta de luz paralisa Linha 2-Verde do Metrô por 1 hora e causa transtorno em SP

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Falha na linha 2-Verde do Metrô de SP obrigou passageiros a deixarem trem e caminhar ao lado de trilhos
Reprodução/Twitter – @Amandhabenign
Falha na linha 2-Verde do Metrô de SP obrigou passageiros a deixarem trem e caminhar ao lado de trilhos

Os trens da linha 2-Verde do Metrô de São Paulo ficaram mais de uma hora sem circular no fim da tarde desta segunda-feira (26), no horário de pico, devido à falta de energia elétrica. O problema interrompeu completamente os serviços em todas as estações do trajeto entre a Vila Madalena (zona oeste) e o Vila Prudente (sudoeste).

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De acordo com a Companhia do Metropolitano, que gere o Metrô
 paulista, a falha no sistema elétrico se deu às 17h10 e as vias foram reenergizadas às 18h37. Às 19h20 desta noite, os trens da linha 2-Verde ainda circulavam com velocidade reduzida.

Durante o período sem trens na linha 2-Verde, foram afetados também os serviços nas linhas 1-Azul e 3-Vermelha
– as duas mais movimentadas da cidade. Também às 19h20 desta noite, a circulação na linha 3-Vermelha já estava normalizada, segundo o Metrô. Já os trens da linha 1-Azul seguiam operando com velocidade reduzida.

Em nota, o Metrô informou que a paralisação entre Vila Madalena e Vila Prudente ocorreu “em função de uma queda de energia em subestação retificadora”, e disse que a empresa “apura as causas da ocorrência”. A companhia informou ainda que o sistema emergencial de ônibus Paese foi acionado para tentar atender aos usuários afetados.

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Relatos de internautas dão conta de que passageiros ficaram presos em trens da linha 2-Verde
por conta da queda de energia e precisaram caminhar pela lateral dos trilhos para chegar à estação mais próxima. O próprio Metrô chegou a alertar os usuários presos para “manterem a calma e aguardarem orientações de um funcionário”. “Não saia do trem sem a orientação de funcionário, pois além de ser perigoso, atrasa o atendimento e a normalização”, disse a empresa.

Na Avenida Paulista, onde há a ligação entre as linhas 3-Verde e 4-Amarela, muitos usuários saíram da estação Consolação para fazer, pela rua, a baldeação para a estação Paulista. A grande concentração de pedestres provoca tumulto na esquina das avenidas Paulista e Consolação, o que obrigou agentes de trânsito a atuarem no local.  

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A linha 3-Verde do Metrô
é uma das mais importantes da capital paulista, especialmente por atender a região da Avenida Paulista, e transporta cerca de 730 mil pessoas por dia.

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Lula é investigado em novo inquérito por invasão do MTST ao tríplex do Guarujá

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Lula deverá ser ouvido pela PF na próxima terça-feira
Ricardo Stuckert
Lula deverá ser ouvido pela PF na próxima terça-feira

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) agora é investigado em mais um inquérito. A Polícia Federal apura se ele influenciou o Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST) a invadir o tríplex do Guarujá, que é atribuído a ele. As informações são do jornal Folha de S.Paulo
.

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Em abril do ano passado, cerca de 30 manifestantes do MTST invadiram o apartamento para protestar contra a prisão de Lula
. Quem coordenou a ocupação foi Guilherme Boulos (PSOL). “Se o tríplex é dele, então o povo está autorizado a ficar lá. Se não é, precisam explicar por que ele está preso”, afirmou Boulos na época.

Em um discurso antes de ser preso, no dia 7 de abril do ano passado, o ex-presidente afirmou que foi condenado “por um desgraçado de um apartamento” que não pertence a ele e afirmou que já havia pedido que Boulos “mandar o pessoal dele ocupar”.

Agora, a PF investiga se a fala do petista influenciou o MTST
a invadir o tríplex e se houve esbulho processório, ou seja, quando se invade “terreno ou edifício alheio”. A pena é de até seis meses e multa. O ex-presidente será ouvido na próxima terça-feira.

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Nessa quinta-feira, a defesa reiterou um pedido ao STF para que a ação penal sobre o sítio de Atibaia saia da Justiça Federal do Paraná. O pedido já havia sido feito em maio do ano passado e refeito quando ele foi condenado. Agora, a defesa pede “urgência e prioridade” para a questão. 

O principal argumento é de que o STF já havia decidido retirar do Paraná os trechos da delação da Odebrecht sobre o sítio, em abril. A decisão, no entanto, não proibiu a Justiça do estado de usar as informações. A defesa do petista quer que o caso prossiga em Brasília ou em São Paulo, onde os fatos investigados na ação ocorreram.

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Lula
foi condenado a 12 anos e 11 meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do sítio de Atibaia, ligado à Operação Lava Jato. A primeira instância considerou que o ex-presidente recebeu propina quando estava reformando o imóvel. 


Fonte: IG Nacional
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Ex-assessor de Flávio Bolsonaro repassava 60% do salário para Fabrício Queiroz

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Fabrício Queiroz foi citado em depoimento de ex-assessor de Flávio Bolsonaro ao MP
Reprodução/SBT
Fabrício Queiroz foi citado em depoimento de ex-assessor de Flávio Bolsonaro ao MP


O ex-assessor de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Agostinho Moraes da Silva, afirmou que repassava cerca de 60% de seu salário para Fabrício Queiroz, outro ex-assessor do agora senador. O depoimento foi dado aos promotores do Ministério Público do Rio de Janeiro que investigam movimentações financeiras suspeitas feitas por Queiroz, conforme identificou relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

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A testemunha, primeira ouvida no caso, afirmou que todos os meses repassava R$ 4 mil dos R$ 6 mil que recebia como seu salário na Alerj  para Fabrício Queiroz
. Agostinho disse que este dinheiro era aplicado em compras e vendas de veículos mediadas pelo “amigo” Queiroz e que os rendimentos, ao final de meses, eram maiores do que o que ganharia se aplicasse em fundos de investimentos de banco.

O ex-assessor apontou que recebia um lucro mensal de 18% das mãos de Queiroz. Na época, ambos trabalhavam no gabinete de Flávio Bolsonaro
na Alerj. Os repasses nunca foram declarados à Receita Federal.

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O caso Queiroz nasceu graças a uma investigação iniciada com a Operação Lava Jato
no Rio de Janeiro, que analisa a ação de deputados estaduais da Assembleia Legislativa (Alerj) em contratos.

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Segundo o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão responsável por identificar movimentações financeiras, Queiroz, ex-assessor parlamentar de Flávio Nantes Bolsonaro (PSL), recebia sistematicamente transferências bancárias e depósitos feitos por oito funcionários que trabalharam ou ainda trabalham no gabinete do deputado na Alerj. Os valores suspeitos giram em torno de R$ 1,2 milhão. O Ministério Público quer esclarecer essas movimentações.

Entre as movimentações financeiras atípicas registradas pelo Coaf, há também a compensação de um cheque de R$ 24 mil pago à primeira-dama, Michelle Bolsonaro, além de saques fracionados em espécie no mesmo valor dos depósitos suspeitos feitos nas respectivas vésperas.

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Em meio à polêmica, o próprio Flávio Bolsonaro e os familiares de Fabrício Queiroz
, entre eles sua esposa, Marcia Aguiar Queiroz, e suas duas filhas, Evelyn Queiroz e a própria Nathalia Queiroz, também foram convidados pelo Ministério Público a prestarem depoimento, mas não compareceram.

Fonte: IG Nacional
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