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Brasil

Falha na rede deixa a internet instável no Brasil e no mundo

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Se nesta terça-feira (14) você estava navegando e, de repente, não conseguiu abrir alguns sites, não precisa culpar a sua operadora e nem achar que já está na hora de trocar de celular: houve, sim, um problema técnico na internet brasileira que afetou o acesso a diversos sites hospedados no país.

O problema ocorreu nos servidores do Cloudflare, uma empresa de CDN (sigla para redes de distribuição de conteúdo) que opera no mundo todo, inclusive no Brasil. A função dela é, basicamente, fazer a ligação entre o servidor do provedor de internet do usuário e o do site que ele quer acessar, definindo qual é a forma mais rápida de entregar esse conteúdo para o usuário.

O que aconteceu nesta terça é que alguns servidores do país estão com instabilidade em suas operações (de acordo com o status da página da Cloudflare, o problema parece ter surgido no servidor de Porto Alegre), o que impediu que alguns usuários acessassem alguns sites do país.Como não foram todos os servidores brasileiros da Cloudflare que pararam de funcionar, o problema não foi algo que atingiu a todos os usuários, e enquanto alguns conseguiam navegar normalmente, outros por alguns minutos não conseguiram acessar alguns de seus sites preferidos.

De acordo com a página de status da empresa, o problema já foi identificado e isolado, e está no momento da publicação desta matéria aguardando uma correção. Enquanto isso, os outros servidores da empresa estão assumindo todas as operações de CDN do Brasil, e provavelmente os usuários não terão mais problemas em acessar qualquer site enquanto uma solução para o servidor de Porto Alegre não for encontrada.

Leia mais:  Professores da Unemat aderem à paralisação geral da educação

 

 

Fonte: CanalTech

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Professores da Unemat aderem à paralisação geral da educação

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Professores da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) aderiram à paralisação geral de profissionais de educação nesta quarta-feira (15) em reação ao anúncio do Governo Federal de bloquear 30% dos orçamentos de universidade e institutos federais.

A paralisação foi deliberada em assembleia geral extraordinária no dia 07 de maio. Conforme a Associação dos Docentes da Unemat (Adunemat), a paralisação tem como pauta a adesão de duas agendas nacionais, a greve nacional da educação e a luta contra a reforma da Previdência. Os professores de todos os campi, aderiram ao movimento com a paralisação das atividades durante os três turnos, e retorno das atividades na quinta-feira (16).

 

A greve nacional da educação é uma resposta às medidas do MEC (Ministério da Educação) para a educação pública, abarcando professores, estudantes e técnicos administrativos. Conforme a associação, a paralisação é uma tentativa de impedir o “desmonte” pelo Estado. O ‘dia 15’ é parte de uma agenda nacional contra a reforma da Previdência, na qual as centrais sindicais almejam a construção de uma greve geral.

Além da paralisação das atividades, as subseções da Adunemat, promoverão atos em várias cidades do interior do Estado onde há Campus da Unemat. Em Tangará da Serra, uma passeata com panfletagem ocorrerá no período da manhã, a mobilização inclui ainda, apresentação e exposição de trabalhos acadêmicos, na Praça Antonio Alves Duarte (praça antiga prefeitura). Ao longo do dia ocorrerão debates e programação cultural, na Unemat.

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Contingenciamento MEC 

Por G1

O Ministério da Educação (MEC) bloqueou, no final de abril, uma parte do orçamento das 63 universidades e dos 38 institutos federais de ensino. O corte, segundo o governo, foi aplicado sobre gastos não obrigatórios, como água, luz, terceirizados, obras, equipamentos e realização de pesquisas. Despesas obrigatórias, como assistência estudantil e pagamento de salários e aposentadorias, não foram afetadas.

No total, considerando todas as universidades, o corte é de R$ 1,7 bilhão, o que representa 24,84% dos gastos não obrigatórios (chamados de discricionários) e 3,43% do orçamento total das federais.

Segundo o MEC, a medida foi tomada porque a arrecadação de impostos está menor do que o previsto, e o dinheiro pode voltar às universidades , a verba pode ser desbloqueada no 2º semestre se a arrecadação de impostos crescer. Esse bloqueio de verbas se chama “contingenciamento”, atinge todos os ministérios e já foi aplicado em outros anos.

O contingenciamento é quando o governo bloqueia a execução de parte do orçamento por causa da previsão de não ter receita suficiente. Normalmente, atinge as despesas que não são obrigatórias por lei, como investimentos e custeio em geral.

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Brasil

Crise comercial da China e EUA é janela de oportunidade, diz ministra

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A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, participa de reunião do Conselho Superior do Agronegócio (Cosag), na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, disse hoje (6) que um aumento das tarifas de importação dos Estados Unidos para produtos chineses pode beneficiar as exportações brasileiras do agronegócio.

Ontem (5), o presidente norte-americano, Donald Trump, disse pelo Twitter que pretende elevar as taxas de 10% para 25% para cerca de US$ 200 bilhões em mercadorias vindas da China. Nas postagens, Trump reclamou do que considera uma demora por parte da China para negociar um acordo comercial.

“Primeiro a gente precisa saber se foi só um recado durou ou se vai se efetivar. É claro que se os Estados Unidos e a China não entrarem em acordo e essas tarifas não voltarem ao que eram antes, realmente, é uma janela oportunidade a mais para o Brasil”, avaliou a ministra ao participar de reunião do Conselho Superior do Agronegócio na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Viagem para a Ásia

Tereza Cristina vai viajar na próxima madrugada para a Ásia. Ela vai liderar uma comitiva de 98 pessoas que passará pelo Japão, China, Vietnã e Indonésia ao longo de 16 dias.

Outro ponto importante nas relações comerciais entre a China e o Brasil é a peste africana que atacou duramente os rebanhos do país asiático. Segundo a ministra, por um lado, isso deve afetar as vendas de soja do Brasil para os chineses, uma vez que o alimento é usado como ração.

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No entanto, há a possibilidade de aumentar as exportações de carne de porco. “A carne os chineses vão ter que importar dos Estados Unidos, do Brasil e de outros países para suprir a sua demanda interna. O Brasil vai poder colaborar um pouco para que esses preços da carne na China possam ter patamares menores do que estão hoje”, ressaltou.

Além da carne suína, Tereza Cristina disse que o Brasil pretende oferecer uma série de produtos para os chineses, como café, frutas e carne de frango. “Nós somos parceiros confiáveis. Nós temos qualidade e temos volume de soja, milho, que fazem parte da dieta dos animais. Nós temos outras proteínas que podem entrar nessa janela de oportunidades”, acrescentou.

No primeiro trimestre de 2019, as vendas de soja triturada do Brasil para China (US$ 4,75 bilhões) corresponderam a 9% do valor arrecadado com o total de exportações (US$ 52,6 bilhões). No período, de cada US$ 100 que o país captou com a venda do produto em todo o mundo, US$ 77,48 vieram da China.

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