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Facebook não é o único: Twitter usou dados dos usuários para segmentar anúncios

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Rede social permitiu que empresas enviassem anúncios para grupos específicos e com isso tinham acesso a dados pessoais

O Twitter  afirmou que usou números de telefone e endereços de e-mail, fornecidos pelos usuários para configurar a autenticação de dois fatores em suas contas, para veicular anúncios segmentados.

De acordo com um comunicado liberado pela própria rede social na última terça-feira (8), eles informam que não sabem quantos usuários foram afetados.

O problema surgiu no programa de audiências personalizadas da plataforma, que permite às empresas direcionar anúncios para suas próprias listas de marketing, como números de telefone e endereços de e-mail.

O Twitter  descobriu que, quando os anunciantes carregavam essas listas, a identificação dos usuários correspondia aos números de telefone e endereços de e-mail enviados para configurar a autenticação de dois fatores de suas contas.

O comunicado oficial admite o uso dos dados.

“Recentemente, descobrimos que, quando você fornece um endereço de e-mail ou número de telefone para fins de segurança ou proteção (por exemplo, autenticação de dois fatores), esses dados podem ter sido inadvertidamente usados para fins de publicidade, especificamente em nosso sistema de publicidade de Audiências Personalizadas e Públicos Parceiros”, diz.

Ainda de acordo com a rede social, a questão foi resolvida em 17 de setembro. Mesmo assim, a empresa pode enfrentar o mesmo problema que o Facebook que, no ano passado, foi acusado de usar números de telefone e endereços de e-mail fornecidos para os usuários na segmentação de anúncios.

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Multa

Com isso, a Federal Trade Commission multou a rede social em US$ 5 bilhões (cerca R$ 20 bilhões) no início deste ano.

Para evitar qualquer outro tipo de problema, o Twitter declarou que a segmentação de anúncio que está sendo atribuída à empresa é “um erro” e pediu desculpas .

A segurança dos dados no âmbito on-line se tornou um dos pontos principais discutidos em casos de vazamento desses dados . As redes sociais são os principais alvos justamente pelo grande número de dados presentes em seus sistemas.


As informações são do site especializado  Tech Crunch

Fonte: IG Tecnologia
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xCloud é liberada pela Microsoft; conheça a plataforma de games em nuvem

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Games em nuvem da Microsoft começam a ficar disponíveis


A visão da indústria de tecnologia para os games vai muito além do console físico que é a forma dominante de consumo de jogos . A nuvem é o próximo passo, com exemplos como o Google Stadia chegando ao mercado. A Microsoft também está de olho nesse mercado e começou os primeiros testes do xCloud , sua própria plataforma, nesta segunda-feira (14).

A empresa decidiu disponibilizar o serviço para poucas pessoas, por enquanto. Primeiro, ele está habilitado apenas nos Estados Unidos, no Reino Unido e na Coreia do Sul. Além disso, apenas interessados que haviam realizado um cadastro prévio em setembro estão recebendo os convites para participar do experimento.

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Quem está na lista inicial de escolhidos para testar o serviço tem acesso a quatro jogos sem qualquer custo. São eles o recém-lançado “Gears 5”, “Halo 5”, “Killer Instinct” e “Sea of Thieves”. Os três primeiros chamam a atenção por serem jogos de ação intensa , que dependem muito de uma latência mínima para uma boa experiência, que é justamente a maior preocupação com os jogos em nuvem . A Microsoft promete incluir outros títulos com o passar do tempo.

Por enquanto, o xCloud experimental está disponível apenas para usuários de Android (celular ou tablet), rodando a versão 6.0 ou superior do sistema e habilitado ao Bluetooth 4.0; também é necessário uma conta ativa da Microsoft , um controle de Xbox com suporte a Bluetooth. Ainda não há uma previsão de quando o serviço estará acessível para usuários de iOS .

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O que são jogos em nuvem?

Não é muito difícil entender como funciona um jogo em nuvem . Pense no seu console : ele recebe os comandos que você dá pelo seu controle, processa e transforma aquilo em uma ação que você vê em vídeo na sua TV. Na nuvem , o sistema é similar, só que em vez de o console estar na sala da sua casa, ele está em um grande datacenter a vários quilômetros da sua residência .

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Isso significa que os comandos que você dá pelo seu controle precisam viajar para esse datacenter por meio da internet ; da mesma forma, a imagem viaja do datacenter até a sua tela.

O ponto negativo é que há vários problemas potenciais que podem fazer com que os comandos que você dá e a imagem que chega até você atrasem, gerando uma experiência de jogo ruim, com o famoso “lag” . Se o sistema não for implementado corretamente, pode haver um atraso que impede que jogos mais frenéticos sejam aproveitados adequadamente.

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Mas também há pontos positivos. O primeiro deles é que não há uma barreira financeira inicial para aproveitar seus jogos, o que torna o serviço mais acessível ao não ser necessário comprar um console físico. O segundo é que qualquer dispositivo com tela conectado à internet pode ser usado para jogar com gráficos de alta definição (smart TV, celular, tablet, etc.), já que o processamento do vídeo é feito todo no datacenter. Na prática, o que você vê na tela não é muito diferente de um vídeo do YouTube , cuja limitação de qualidade da imagem está ligada não ao poder do seu dispositivo, mas pela velocidade da sua conexão.

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Fonte: IG Tecnologia
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Google Pay passa a aceitar cartão de débito em compras online

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Reprodução
Google Pay passa a aceitar cartões de débito


As compras online se tornaram parte da maneira como as pessoas da atualidade consomem produtos. Os pagamentos com cartão de crédito são os meios de pagamento mais utilizados, mas, para quem não possui nenhum cartão desse tipo, a única alternativa disponível seria o boleto bancário .

Agora, pensando nisso, o Google  anunciou nesta segunda-feira (14) a possibilidade de realizar pagamentos com o cartão de débito dentro do Google Pay , seu sistema de pagamentos online . A função, que foi desenvolvida com exclusividade para o Brasil, visa melhorar a forma como as compras online são realizadas para quem não possui um cartão de crédito .

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Toda a autenticação e o pagamento da compra são feitos diretamente no aplicativo da loja, sem a necessidade de entrar no app do banco para realizar a transação. A ideia é trazer para o Google Pay as pessoas que realizam compras no boleto bancário, e que, atualmente, representam 20 milhões do total de 60 milhões de compras online realizadas em um ano.

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Divulgação/Google
Agora, é possível usar o cartão de débito para realizar o pagamento


Por enquanto a função foi liberada para clientes do Banco do Brasil, Itaú e Bradesco . Qualquer usuário desses bancos, e que possuam cartões das bandeiras Visa, Mastercard e Elo podem aproveitar o novo recurso.

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O Google  trabalha com diversas empresas parceiras que buscam encorajar o uso do pagamento por débito oferecendo vantagens como descontos , cashback , recargas em dobro, entre outros. Até o momento, 18 empresas fazem parte do sistema, incluindo Claro, Rappi, Peixe Urbano, Ingresso.com e Grin . A promessa da empresa é que, até o fim do ano, novos parceiros sejam integrados à plataforma.

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Para João Felix, líder de estratégia de operações do Google , a implementação dessa forma de pagamento segue uma “necessidade crescente dos usuários”. Ainda de acordo com ele, o Google aposta em um “crescimento significativo nas transações usando o Google Pay ” após a disponibilização do recurso.


A funcionalidade será disponibilizada pelos parceiros nos próximos dias. O sistema será disponibilizado para os usuários de sistemas operacionais Android . Os clientes com cartão de débito ou com função múltipla (débito e crédito) podem cadastrar o cartão no Google Pay por meio de seus aplicativos do Banco do Brasil, Bradesco e Next. No caso de usuários da Caixa Econômica, Itaú e Neon, o cadastro deve ser feito diretamente dentro da Google Play Store .

Fonte: IG Tecnologia
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