conecte-se conosco


BemRural

Exportações do agronegócio sobem 7,4% em 12 meses e somam US$ 102,14 bilhões

Publicado

As exportações brasileiras do agronegócio atingiram US$ 6,63 bilhões no primeiro mês do ano, 7,4% acima dos US$ 6,17 bilhões de janeiro do ano passado. No acumulado de 12 meses, entre fevereiro de 2018 e janeiro último, o resultado chegou a US$ 102,14 bilhões, em alta de 6% em comparação com os US$ 96,32 bilhões dos 12 meses imediatamente anteriores. As importações de produtos do agro totalizaram US$ 14,04 bilhões, com retração de 0,5% em relação ao período anterior. Com isso, o saldo no período foi de US$ 88,10 bilhões (+7,2%).

Os principais desempenhos por segmentos do agro foram complexo soja, com 40,3% de participação; carnes, com 14,2%; produtos florestais, com 14,1%; complexo sucroalcooleiro, com 7%; e cereais, farinhas e preparações, com 5%.

De acordo com a Secretaria do Comércio e de Relações Internacionais do Mapa, esses produtos que representaram 79,1% do total exportado pelo setor do agro entre fevereiro de 2017 e janeiro de 2018, agora passaram a representar 80,8%. O aumento da concentração se deve à expansão das vendas do complexo soja e de produtos florestais, especialmente farelo de soja e em grão e celulose.

As exportações do complexo soja aumentaram de US$ 31,79 bilhões para US$ 41,20 bilhões (+29,6%), com incremento de 22,1% no quantum comercializado, além de alta na cotação média dos produtos do setor à taxa de 6,2%.

Leia mais:  Ministério vai apresentar proposta de lei para aumentar proteção de agricultores que aplicam defensivos

Metade para Ásia

A Ásia segue como principal destino dos produtos brasileiros do agro. As vendas para o continente atingiram US$ 52,33 bilhões, 17,8% a mais em comparação com o período entre fevereiro de 2017 e janeiro de 2018 (US$ 44,43 bilhões). A participação da região passou de 46,1% para 51,2%.

O segundo principal bloco de destino nos últimos doze meses, a União Europeia, apresentou incremento de 5,2% nas aquisições de mercadorias brasileiras no setor, alcançando US$ 17,80 bilhões, ante US$ 16,93 bilhões nos doze meses imediatamente anteriores (-US$ 873,50 milhões).

Quando se trata de países, a China permanece como o principal destino, com a cifra de US$ 35,96 bilhões, quase 69% das exportações agropecuárias brasileiras para a Ásia. Em relação ao período anterior, houve expansão de 34% no valor exportado. Para os Estados Unidos, segundo principal destino, as vendas diminuíram de US$ 6,79 bilhões para US$ 6,74 bilhões (-0,6%).

No mês

Em janeiro, as importações no setor cresceram 0,5%, passando de US$ 1,236 bilhão em janeiro do ano anterior para US$ 1,242 bilhão. O índice de quantum subiu 1% enquanto o de preço caiu 0,5%, resultando nessa expansão de 0,5% nas importações.

Nas exportações, o crescimento se deveu ao índice de quantum das exportações, que subiu 8,9%, enquanto o índice de preço caiu 1,3%. A participação no total das exportações do país foi de 35,7%, ante 36,2% em janeiro de 2018, em em função do maior crescimento das exportações dos demais setores.

Leia mais:  Valor da Produção Agropecuária é de R$ 578,2 bilhões

O montante representou 42,3% do total das vendas externas brasileiras, ante 43,8% em igual período no ano passado.

Confira a nota técnica


Mais informações à imprensa:Coordenação-geral de Comunicação Social
[email protected]

Fonte: MAPA GOV
Comentários Facebook
publicidade

BemRural

Chefs de cozinha vão ensinar receitas com produtos da agricultura familiar durante a Expointer

Publicado

por

Além de promover a venda de produtos, a 21ª Feira da Agricultura Familiar na Expointer, em Esteio (RS), vai mostrar que o setor pode ter espaço na gastronomia nacional. Uma das novidades deste ano é o Cozinha Show, onde os visitantes poderão acompanhar ao vivo chefs de cozinha prepararem pratos com produtos da agricultura familiar.

O evento vai ocorrer de 25 agosto até o dia 31 de agosto. Cada dia serão apresentadas duas receitas: uma salgada e outra doce, sempre às 13h e às 15h. Quem estiver no local também poderá degustar os pratos.

O Cozinha Show é uma iniciativa da Emater/RS-Ascar, com apoio do curso de Gastronomia da Universidade de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA).

Segundo a coordenadora do programa estadual de agroindústria familiar da Emater-RS, Bruna Bresolin Roldan, a ideia do Cozinha Show é tornar conhecidos produtos da região.

“As receitas foram elaboradas sempre utilizando os produtos da agroindústria familiar. Os produtos utilizados para a elaboração das receitas vão estar à venda no pavilhão. Com isso, além de divulgar, podemos valorizar e ao mesmo tempo promover a venda dos produtos”, conta.

Todas receitas ficarão disponíveis no aplicativo da Emater/RS-Ascar na Expointer.

Confira os pratos:

Ragu de linguiça colonial com polenta, bruschetta de pão colonial cebola caramelizada com crisps de copa, escondidinho aipim com queijo colonial, quiche bacon, croque madame de salame e queijo colonial, pão de queijo com linguiça, esfirra de ricota e nozes, crepe de banana e doce de leite, pudim de pão e doce de leite, cartola, Suflê de goiabada com creme de queijo, mousse de frutas, carolina de erva-mate e creme de butiá, cheesecake de iogurte e geléia de morango.

Leia mais:  Valor da Produção Agropecuária é de R$ 578,2 bilhões

Expointer

A Expointer, considerada uma das maiores feiras do agronegócio brasileiro, está na 42ª edição. Neste ano, a 21ª Feira da Agricultura Familiar, que ocorre em Esteio (RS), terá a maior feira deste tipo já realizada no evento. São mais de 7 mil metros quadrados e 316 espaços de comercialização de produtos.

Durante nove dias, o público poderá conferir toda a diversidade de produção das agroindústrias, artesanato rural, plantas, flores e quatro cozinhas com refeições.

* Com informações da Emater/RS-Ascar


Mais informações à imprensa:
Coordenação-geral de Comunicação Social
[email protected]

Fonte: MAPA GOV
Comentários Facebook
Continue lendo

BemRural

Não há razões para barreiras comerciais ao agronegócio por causa de queimadas, diz ministra

Publicado

por

A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse nesta sexta-feira (23) que não vê razões para eventuais barreiras ao agronegócio brasileiro por causa das queimadas na Amazônia. Tereza Cristina ressaltou que, todos os anos, há queimadas na região amazônica no período da seca, assim como em outras regiões do mundo, como na Europa e nos Estados Unidos. Para a ministra, os países precisam se informar sobre a situação antes de tomar qualquer medida.  

Estamos vivendo uma seca grande que todo ano a Região Norte do país tem uma definição clara dessa estiagem, fica, às vezes, seis meses sem chuva. Este ano, está mais seco e as queimadas estão maiores. Acho que eles precisavam saber primeiro do Brasil o que está acontecendo antes de tomar qualquer tipo de medida. Quando houve incêndios em Portugal, este ano teve incêndio na Sibéria, enfim, teve incêndio no mundo todo na época seca também da Europa, e o Brasil não foi lá questionar e nem pedir para não receber nada. O que a gente precisa é baixar essa temperatura. A Amazônia é importante e o Brasil sabe disso, o Brasil cuida da Amazônia”, afirmou, após firmar convênio com o Banco do Nordeste (BNB) para subsidiar políticas públicas e privadas de inovação voltadas para o desenvolvimento sustentável da agropecuária na Caatinga.

“Nós não podemos dizer que por neste momento termos um incêndio acontecendo, ou uma queimada acontecendo na Amazônia que o agronegócio brasileiro é o grande destruidor e, portanto, vamos fazer barreiras comerciais contra esse agronegócio”, acrescentou.

Ela destacou que a preservação ambiental é uma preocupação do país e dos produtores rurais. “Existe hoje uma preocupação do mundo com o meio ambiente e o Brasil não está fora dessa preocupação. Os produtores rurais também têm essa preocupação, porque eles são os maiores prejudicados, principalmente aqueles que usam tecnologia. Acho que está na hora de a gente fazer o papel de bombeiro aqui e não colocar mais notícias alarmantes do que querem imputar ao nosso país e aos produtores brasileiros”, destacou.

Para a ministra, é preciso diferenciar queimadas e incêndios (criminosos) e punir os culpados. “Temos que educar. Existem queimadas que, às vezes, são ilegais, feitas por grileiros, não podemos misturar todo mundo. E tem também uma parte ideológica que eu acho que a gente precisa separar, e nós brasileiros temos obrigação de defender o Brasil. Estão erradas as queimadas? Vamos para a ação. Vamos ver quem está queimando, vamos punir quem precisa ser punido, quem está fazendo errado”.

Leia mais:  Pecuama: Indefinição gera preocupação entre os assentados

Segundo Tereza Cristina, o governo federal deve anunciar hoje medidas de combate às queimadas e já entrou em contato com os governadores da Região Norte para oferecer apoio.

Clique aqui para ouvir a matéria da Rádio Mapa


Informações à imprensa:
Coordenação-geral de Comunicação Social
[email protected]

Fonte: MAPA GOV
Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Política MT

Mais Lidas da Semana