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Expansão a noroeste atrai moradores e empreendedores ao Buritis I e II

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A expansão do aglomerado urbano de Tangará da Serra pode ser percebida facilmente para quem deixa ou chega ao perímetro da cidade. O crescimento da cidade já foi tema de matéria publicada pelo Bem Notícias em 30 de janeiro último (leia matéria relacionada indicada ao final deste texto).

Para quem vem de Deciolândia, já percebe a expansão quando passa pela Linha 12. Depois dali, basta percorrer uma pequena distância para já se deparar com residências erguidas num novo bairro. O Loteamento Buritis I é um cartão de visitas para quem chega na cidade por aquele lado.

Buritis I em 2013 e agora, em 2019: Rápida ocupação no período de seis anos.

O Buritis I foi rapidamente ocupado tão logo suas unidades foram disponibilizadas para comercialização pela empresa responsável, a Tarumã Empreendimentos. O mesmo fenômeno já é observado no Buritis II, que já desperta interesse mesmo estando ainda em fase de finalização.

Estabelecidos

A comerciante Vanderleia Souza procurava um bom lugar para investir. Começou, então, a percorrer os bairros da cidade para escolher o local ideal para instalar uma pequena mercearia. “Foi quando me dei conta de que não conhecia Tangará da Serra”, disse, declarando-se surpresa com o crescimento da cidade.

Aspecto do Buritis I: Com boa estrutura, bairro já contabiliza valorização imobiliária

Quando conheceu o Buritis, identificou-se imediatamente com o bairro, mas o local que lhe agradou – proximidades da Estrada 11 – já estava indisponível para comercialização. “Tive de negociar com o dono. Acabou dando certo”, disse a proprietária da Mercearia Buritis, que já soma dois anos e meio de atendimento aos moradores daquela localidade urbana.

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Vanderleia aposta que haverá maior movimento assim que o Buritis II começar a ser ocupado pelos moradores. “Acho que acertei. E vai melhorar”, perseverou.

Residências e estabelecimentos comercias convivem no cotidiano do novo bairro.

Um dos primeiros moradores a adquirir lotes no Buritis I, o mecânico Valentin Antônio da Silva é a imagem da tranquilidade. Aos 67 anos, mostra orgulho ao falar do bairro. “Comprei aqui há muitos anos. Era baratinho. Construí minha casa e só saio daqui quando for chamado lá pra cima”, contou, apontando o céu com o dedo indicador direito.

Valentin disse que ouve muita gente dizer que tem interesse em comprar um imóvel no Buritis. “Tem muita gente querendo, mas agora tá difícil porque quem tem não quer vender. E lá do outro lado já tá quase tudo comprado”, disse, indicando o outro lado da Estrada 11, no Buritis II.

Leia matéria relacionada: Tangará da Serra: Expansão da cidade exigirá investimentos em mobilidade urbana

https://bemnoticias.com.br/tangara-da-serra-expansao-da-cidade-exigira-investimentos-em-mobilidade-urbana/

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Cidade

Vereador destaca importância de semáforos na organização e segurança no trânsito

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O vereador Vagner Constantino Guimarães (Professor Vagner, PSDB) vê acerto na implantação de semáforos em pontos estratégicos da área central de Tangará da Serra.

Nas últimas sessões do Legislativo Municipal, Vagner assinalou que os semáforos garantem um aumento sensível na segurança no trânsito urbano da cidade e destaca a prevenção de acidentes como fator de redução do fluxo de pacientes com traumas no Hospital Municipal.

Sistema entrou em funcionamento neste mês de fevereiro (Foto: Professor Vagner)

O representante tucano na Câmara mencionou, ainda, indicação de sua autoria apresentada em plenário em 18 de outubro de 2016, que contou  com mais de 300 assinaturas de moradores da região localizada na Avenida Tancredo Neves, esquina com a Rua 19, onde o sistema foi recentemente implantado pelo poder público local. “Realizamos várias cobranças, reiteramos a indicação e hoje podemos agradecer o atendimento a este pedido”, disse.

Vagner teve indicação atendida pelo poder público local (Foto: Assessoria)

A implantação de dois novos sistemas de semáforos iniciou em janeiro último pela Secretaria Municipal de Infraestrutura. Os locais dos dois novos dispositivos são os cruzamentos da Avenida Tancredo de Almeida Neves com rua Neftes de Carvalho (19) e da Avenida Ismael José do Nascimento com a rua Celso Rosa de Lima (26).

Segundo a prefeitura, o objetivo é proporcionar maior organização, mobilidade e segurança nos dois pontos, considerados de grande movimento especialmente nos horários de pico.

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As novas instalações se somam a outros 11 sistemas semafóricos. Outros pontos com os dispositivos são na própria Avenida Tancredo com Avenida Ismael, em frente à escola Ayrton Senna e com as ruas Antônio Hortolani e Euclides Geraldo Medeiros; na Ismael em frente às escolas Dom Bosco e João Batista, e na Avenida Brasil em frente às escolas 13 de Maio e Antenor Soares, na travessia Praça da Bíblia-Igreja Matriz, e nos cruzamentos com as ruas Sebastião Barreto (08) e João do Prado Arantes (14).

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Cidade

Zika e Chikungunya: Mesmo com baixa incidência, saúde pública entra em alerta

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As autoridades da saúde pública de Tangará da Serra estão em alerta contra a zika e a chikungunya, doenças também transmitidas pelo Aedes Aegypti. Já há, na cidade, uma notificação relacionada a chikungunya e um caso suspeito de zika.

O provável caso de zika foi notificado neste final de semana em um morador do Jardim Europa. A suspeita já rendeu ações preventivas do poder público, com aplicação do tradicional ‘fumacê’ nos arredores do quarteirão da possível incidência. Já a chikungunya já resultou em uma notificação neste mês de fevereiro.

No Jardim Europa, caso suspeito já rendeu ações preventivas do poder público, com aplicação do tradicional ‘fumacê’ nos arredores do quarteirão da possível incidência

Os primeiros casos de zika foram diagnosticados em Tangará da Serra ao final de 2015. Foram 148 notificações, 144 delas somente em dezembro. Em 2016, nos três primeiros meses, a incidência de zika causou apreensão com 370 notificações em janeiro, 547 em fevereiro e 269 em março. Aquele ano acabou fechando com um total de 1.235 notificações.

Neste período, a maior apreensão da comunidade esteve relacionada às gestantes, uma vez que a zika pode atingir o feto e resultar em microcefalia. Os casos confirmados de problemas em recém nascidos totalizaram cinco, com registro de dois óbitos ocorridos logo após o nascimento.

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Já em 2017 e 2018 os casos de zika decaíram de forma vertiginosa, com respectivos 36 e 46 registros, com picos nos meses de março e maio. Considerando os números do ano passado – total de 46 casos – a incidência foi reduzida em 96% em relação ao ano de 2016, quando do recorde da doença.

Chikungunya

Arbovirose causada pelo vírus CHIKV, a chikungunya teve seus primeiros registros em Tangará da Serra no ano de 2016, com quatro notificações. Os casos cresceram para 30 em 2017 e 74 no ano passado. Este ano já há o registro de um caso, neste mês de fevereiro.

Os números da zika e da chikungunya no período compreendido entre 2015 e o início de 2019 constam no ‘1º Boletim Epidemiológico das Doenças Transmitidas pelo Vetor Aedes Aegypti’, divulgado no último dia 08 pela Vigilância Epidemiológica de Tangará da Serra. Neste período, foram notificados um total de 1.465 casos de zika e outros 109 casos de chikungunya.

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