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“Excelentíssimos” faz retrato duro da atividade parlamentar durante impeachment

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Faz pouco mais de dois anos que o Brasil foi mergulhado em turbulento e intrincado processo de impeachment, o segundo desde a redemocratização, que culminou na deposição de Dilma Rousseff. “Excelentíssimos” captura a gênese desse processo e sua tramitação na Câmara dos Deputados.


Dilma Rousseff no Palácio do Planalto: Excelentíssimos acompanha o processo de seu impeachment na Câmara dos Deputados
Agência Brasil

Dilma Rousseff no Palácio do Planalto: Excelentíssimos acompanha o processo de seu impeachment na Câmara dos Deputados

O documentário de Douglas Duarte
é crítico tanto da postura como do comportamento dos parlamentares durante o processo, o que já se afigura no título. “Excelentíssimos”
, além de reproduzir sessões e falas de alguns personagens emblemáticos do processo, tem acesso a movimentações de bastidores e a personagens exemplares, como Carlos Marun
(MDB) e Silvio Costa, então no PT do B, para dar conta de seu ponto de vista.

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A construção organizada por Duarte, com os préstimos da produtora Julia Murat, é solidária ao PT e às figuras de Dilma e Lula, o que não quer dizer que ignore as maquinações políticas ou contorça os fatos. O filme tem um ponto de vista e uma tese muito claras e se articula para dimensiona-las a contento, mas jamais cessa de empreender um esforço de compreensão conjuntural e sintomático.

Há o narrador. Uma espécie de Capitão Nascimento desencantado com o sistema. Ele começa com consciência de que aquela história não vai acabar bem e seu tom solene e grave dá pistas de que a arquitetura de uma grande arapuca política estava, e talvez ainda esteja, em curso.

Visão histórica


Aécio Neves e Michel Temer, dois personagens das sombras em Excelentíssimos
Divulgação

Aécio Neves e Michel Temer, dois personagens das sombras em Excelentíssimos

O filme defende o ponto de vista de que o PSDB e a candidatura derrotada em 2014 nas urnas não aceitou o resultado, tese reforçada pela recente autocrítica perpetrada pelo senador e ex-presidente tucano Tasso Jereissati, e patrocinou um movimento de longa cauda e permeabilidade para depor um governo consagrado pelas urnas.

Na leitura do longa, esse movimento teve o apoio crucial do PMDB, hoje MDB, que já detinha uma ala oposicionista capitaneada pelo então presidente da Câmara Eduardo Cunha, e circunstancial do judiciário. Além de não ser incomum, a tese defendida pelo filme tem bons argumentos e Duarte é bem sucedido em demonstrar como o crime de responsabilidade fiscal, que estava no cerne do pedido de impeachment, não era afluente do processo de maneira alguma.

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Com os excelentíssimos


Cena do filme Excelentíssimos
Divulgação

Cena do filme Excelentíssimos

Silvio Costa, um dos principais soldados do governo na infantaria da Câmara, é uma voz a qual o documentário recorre com frequência, assim como a Carlos Marun, preposto de Eduardo Cunha e Michel Temer. O jogo de luzes sobre esses dois macacos velhos da política, que se revelam quando falam, mas também sonegam algo à câmera, é um dos trunfos mais viscerais do longa de Duarte.

Outro elemento dramaticamente poderoso é a presença que Bolsonaro ocupa da metade para o final do filme. Quando estava filmando o longa, na primeira metade de 2015, Duarte, assim como qualquer outro brasileiro, não imaginava que Bolsonaro seria eleito presidente do Brasil dali a dois anos. Além de capturar o momento do lançamento de sua pré-candidatura ao cargo, Duarte revela a ascendência do bolsonarismo em meio aquele momento turvo, complexo e degradante da política brasileira.

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“Excelentíssimos”
não é um filme neutro, mas não é desonesto intelectual ou formalmente e isso, em um Brasil tão polarizado política e ideologicamente, talvez não seja devidamente apreciado. Haverá quem diga que é um filme petista e quem diga que é ameno nos apontamentos das violações institucionais. São simplificações bem ao gosto de nosso tempo. Tempo este que o documentário tenta retratar com vigor jornalístico, expertise cinematográfica e alguma cota de indignação.

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Zezé Di Camargo e Luciano encerram comemorações pelos 46 anos de Tangará da Serra

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Foto: Assessoria de Imprensa

Fechando as celebrações do 46º aniversário de emancipação político/administrativa de Tangará da Serra, uma apresentação da dupla sertaneja Zezé Di Camargo e Luciano neste domingo, 15, lotou o Módulo Esportivo, palco onde os artistas cantaram seus sucessos e encantaram o público.

Com entrada franca, o show faz parte do projeto ‘Consertos Ihara’ que leva para o interior do país o melhor da música nacional. O evento estava programado para acontecer em 2020, mas foi adiado devido à pandemia da Covid-19.

No palco com a dupla sertaneja, se apresentou a Orquestra Contemporânea Innovare. “O Concertos Ihara vem cumprir o objetivo de interiorizar a cultura e valorizar as pessoas que ajudam, dia após dia, a construir a história desse imenso país”, frisou a organização do evento que contou com o apoio do Município.

Foto: Assessoria de Imprensa

“São projetos sociais e culturais como esse que reforçam que, além de levarmos soluções inovadoras para a agricultura brasileira, também buscamos fortalecer nosso comprometimento com as comunidades onde atuamos”, afirma Gabriel Saul, Gerente de Comunicação da Ihara.

O projeto é enquadrado na Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Ihara, apoio da Prefeitura e realização do Ministério do Turismo.

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Xuxa cita dupla personalidade de Pelé e momento quente com Senna

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Xuxa Meneghel já namorou Pelé e Ayrton Senna
Reprodução/Divulgação

Xuxa Meneghel já namorou Pelé e Ayrton Senna

Xuxa vive uma história de amor madura com o ator e cantor Junno Andrade. A apresentadora, de 59 anos, diz que seus relacionamentos a levaram à forma com ela encara, atualmente, a vida a dois. Alguns deles acompanhados de perto pelos olhos atentos do público, como Pelé e Ayrton Senna. Este último, um relacionamento intenso, mas que não durou muito tempo. Nas palavras da apresentadora, ambos tinham uma conexão que “era difícil para as outras pessoas entenderem”.

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Xuxa revelou até o que ocorria na intimidade entre ela e o piloto. A apresentadora narrou, por exemplo, um momento quente do casal quando pediu para que ele usasse um capacete.

“Na hora em que a gente foi ficar junto, ele começou a puxar o meu cabelo, como se fosse uma chuquinha, para cima. Aí eu olhei para ele e disse: ‘Ah, você quer ficar com a Xuxa da televisão’… Não tem problema, boto a bota, chuquinha, mas você coloca o capacete?”, disse ela ao programa “Papagaio Falante”, no Youtube.

Ainda segundo ela, isso aconteceu após ela narrar para Beco, apelido pelo qual chamava Ayrton, um episódio de um relacionamento anterior em que, na hora do rala e rola, o parceiro pediu para que ela cantasse “Quem quer pão?”.

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Xuxa falou ainda sobre seu relacionamento com Pelé. Disse que o ex-jogador foi seu “primeiro amor, um grande amor”. Eles se conheceram durante um ensaio fotográfico para uma capa de revista. Ficaram juntos por cerca de seis anos. A apresentadora, porém, destacou que não foi um período “fácil” e citou que Pelé tinha “dupla personalidade”.

“Foi dos17 aos 23. Ele tem dupla personalidade, fala na terceira pessoa. Eu me apaixonei pelo Dico (apelido), que era apaixonado, era familia”, disse Xuxa sobre ele na intimidade.

Diferente da forma que agia quando o astro do futebol entrava em cena: “Às vezes chegava com camisa suja de batom. Dizia: ‘essas mulheres ficam querendo agarrar o Pelé’. Eu era muito nova. Não foi fácil.”

No início do relacionamento, Xuxa contou que Pelé levou as modelos que participaram do ensaio para uma boate. Na hora da despedida, ele deu um beijo “quase na boca” da apresentadora.

“Meu coração bateu mais forte. (Posteriormente) mandava flores para minha mãe. Conversava com o meu pai”, completa ela, que, no início do relacionamento, só saía com Pelé depois da autorização dos pais.

Fonte: IG GENTE

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