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Saúde

Ex-prefeito de Manaus chama de “cretinice” pressão da Saúde para usar cloroquina

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Ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio (PSDB-AM)
Mário Oliveira/Semcom

Ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio (PSDB-AM)

O ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio (PSDB-AM) chamou de “cretinice”, “absurdo” e “perversidade” a pressão do Ministério da Saúde para que a Prefeitura da capital do Amazonas use a cloroquina para o combate à Covid-19 , doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2). O medicamento não tem eficácia comprovada contra a doença. As informações são da coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo .

Embora faça essas críticas, Virgílio defende o tratamento com a ivermectina, remédio que está na mesma situação que a cloroquina e não trata a Covid-19. O ex-prefeito tomou o medicamento quando testou positivo para o novo coronavírus.

Além dessa pressão, o Ministério da Saúde pediu autorização para fazer uma ronda nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) para encorajar o uso das medicações.

Em um documento enviado ao governo municipal, a pasta classificou como “inadmissível” a resistência em usar os medicamentos. O texto é assinado por Mayra Isabel Correia Pinheiro, secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde.

Os secretários estaduais de Saúde também ao ofício enviado pelo Ministério da Saúde. Eles classificaram o documento como “esdrúxulo”, “loucura”, e dizem que, enquanto o mundo discute a vacina, o Brasil fala em remédios que não funcionam.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Anvisa rejeita documentos para uso emergencial da vacina Sputnik V, da Rússia

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Divulgação/Sputnik Vaccine

Anvisa rejeita documentos para uso emergencial da vacina Sputnik V, da Rússia

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou, neste sábado (16), que rejeitou os documentos apresentados pelo laboratório União Química que solicitavam a aprovação para o emergencial da vacina  Sputnik V, no Brasil. De acordo com o órgão, as informações não cumpriram os requisitos para aprovação e análise. 

“A solicitação foi restituído à empresa por não atender os critérios mínimos, especialmente pela falta de autorização para a condução dos ensaios clínicos fase 3, a condução em andamento no país e questões relativas às boas práticas de fabricação”, diz um dos trechos da nota.

A Anvisa ressaltou ainda que, além do pedido de autorização de estudo clínico na fase 3, é necessário que os estudos estejam em andamento no Brasil.

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“Um pedido de autorização de uso emergencial para a Anvisa deve incluir estratégias que serão implementadas pela requerente de forma a garantir que os ensaios clínicos em andamento da vacina sejam capazes de avaliar a segurança e a eficácia a longo prazo”.

Testes no Brasil 

A solicitação fazer os testes com o imunizante no país foi feito em 31 de dezembro. Durante o processo de análise, a Anvisa identificou a ausência de documentos e pediu para que o laboratório apresentasse as informações.

No dia 6 de janeiro, de acordo com a agência, a empresa teria respondido que “tão logo consiga cumprir com a exigência farei os apontamentos para tornar a análise mais célere.”

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Brasil registra mais de mil mortes por Covid-19 pelo 5° dia consecutivo

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NIAD/Creative Commons

Brasil registra mais de mil mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas; veja

O Brasil registrou, neste sábado (16), 1.163 vidas perdidas pela Covid-19 apenas nas últimas 24 horas. Este é o quinto dia seguido com mais de mil mortes por dia pela doença. Ao todo, desde o início da pandemia, a doença já fez 209.296 vítimas em território nacional. Os dados são do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

Além disso, o país notificou mais 64.718 casos da doença no último período, o que eleva a média móvel de casos para 54.152 casos por dia durante a semana. O país também aponta 952 mortes por dia durante esta semana, número bastante próximo do pico registrado em julho de 2020.

O estado mais atingido pela Covid-19, em números de mortes e casos, é São Paulo, com 1.619.619 diagnósticos de infecção. Minas Gerais está em segundo lugar, com 636.797 casos positivos desde o início da pandemia. Ao todo, o Brasil já notificou 8.455.059 casos da doença.

Amazonas

O estado do Amazonas, que vive uma crise por conta do aumento no número de internações e pela falta de oxigênio, registrou, apenas nas últimas 24 horas, 6007 casos da doença, com 193 mortes.

No total, o estado já acumula 6.123 óbitos pela doença e 229.367 casos. A taxa de letalidade no estado é maior que a média geral também. Por lá, o número é de 2,7%, enquanto a média nacional é de 2,5%.

Fonte: IG SAÚDE

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