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Mato Grosso

Ex-deputado réu em ação penal de peculato é intimado a devolver R$4 milhões e estaria supostamente “foragido” em Tangará

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O ex-presidente da Assembleia Legislativa José Geraldo Riva, e o Ministério Público de Mato Grosso (MPE) ,  assinaram um acordo de colaboração premiada com ressarcimento aos cofres públicos superior a R$ 50 milhões em Mato Grosso.

Políticos, ex-agentes e empresários são suspeitos de receberem propinas mensais que juntas somam mais de R$ 175 milhões.

Conforme apurou ‘A Gazeta’ o acordo engloba a proposta de aditamento da colaboração premiada feita pela defesa em outubro do ano passado. Nos documentos, o ex-deputado detalhou que, durante os 20 anos que atuou como deputado (1995-2014), houve pagamentos de propina com o objetivo de apoiarem o governo do Estado. Em uma lista extensa, o ex-deputado José Riva “entregou” 38 nomes de agentes políticos, ex-agentes e empresários suspeitos de receberem, segundo ele, propinas mensais que juntas somam mais de R$ 175 milhões. Segundo a delação de Riva, o esquema funcionou nos governos Dante de Oliveira (1995-2002), Blairo Maggi (2003-2010) e Silval Barbosa (2010-2014).

Entre os nomes citados na suposta lista, o ex-deputado estadual da região de Tangará da Serra é apontado como o recebedor de R$ 4 milhões e 700 mil. Na manhã desta terça-feira (11) houveram rumores de que o ex-parlamentar estaria sendo procurado por um oficial de justiça, designado a dar cumprimento à ordem judicial, por meio de mandado para devolução do valor mencionado na delação de Riva, no entanto, não foi encontrado em nenhum dos endereços que informou “como seus” nos autos. Segundo fontes, ele estaria supostamente desaparecido e se resguardando por amparo de advogado.

O ex-deputado é suspeito de envolvimento no esquema de propinas, sendo réu em uma ação penal de peculato (desvio de bens e valores públicos por servidor público em função do cargo).  O caso relatado por Riva foi uma espécie de mensalinho que vigorou na Casa de Leis para manter a governabilidade, comprar apoio para ser mesa diretora e vaga no Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT).

Quem são os delatadores e valores atribuídos aos acusados:

 José Riva R$ 20,7 milhões

 Mauro Savi R$ 12 milhões

 Gilmar Fabris R$ 12 milhões

 Sérgio Ricardo R$ 10,8 milhões

 João Malheiros R$ 7,5 milhões

 Sebastião Rezende R$ 7,5 milhões

 Silval Barbosa R$ 5,6 milhões

 Romoaldo Junior R$ 5,6 milhões

 José Domingos Fraga R$ 5,4 milhões

 Ademir Brunetto R$ 5,1 milhões

 Airton Rondina R$ 5,1 milhões

 Guilherme Maluf R$ 5,1 milhões

 Wagner Ramos R$ 4,7 milhões

 Hermínio J. Barreto R$ 4,1 milhões

 Dilceu Dal’Bosco R$ 4,1 milhões

 Carlos Azambuja R$ 4 milhões

 Pedro Satélite R$ 3,5 milhões

 Wallace Guimarães R$ 3,4 milhões

 Percival Muniz R$ 3,4 milhões

 Luciane Bezerra R$ 3,2 milhões

 Walter Rabello R$ 3,7 milhões

 Luiz Marinho R$ 3,2 milhões

 Zeca Viana R$ 3,2 milhões

 Dilmar Dal’Bosco R$ 3,2 milhões

 Ezequiel Fonseca R$ 3,2 milhões

 Baiano Filho R$ 3,2 milhões

 Teté Bezerra R$ 3,2 milhões

 Emanuel Pinheiro R$ 3,2 milhões

 Ondanir Bortolini (Nininho) R$ 3,2 milhões

 Humberto Bosaipo R$ 2,4 milhões

 Nilson Santos R$ 2,7 milhões

 Adalto de Freitas R$ 1,9 milhão

 Alexandre Cesar R$ 1,6 milhão

 Chico Galindo R$ 920 mil

 Neldo Weirich R$ 400 mil

 Luizinho Magalhães R$ 300 mil

 Carlos Avalone R$ 266 mil

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Mato Grosso

Em Denise, PM desmonta grupo suspeito de praticar estelionato com venda de filtros de água

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Policiais do Núcleo de Polícia Militar de Denise (a 211 km de Cuiabá) prenderam na tarde desta quinta-feira (30.07) seis suspeitos, todos do sexo masculino, pela prática de estelionato, usando como atrativo a venda de filtros de água.

No carro em que os homens estavam, um Corsa branco com placa de Tangará da Serra, foram apreendidos 11 purificadores de água de dois modelos, além de sete torneiras. A abordagem do veículo ocorreu na Avenida São Paulo, uma das principais vias da cidade, logo após a comunicação da denúncia via telefone.

A unidade policial foi informada da presença de suspeitos em residências vendendo filtros de água e fazendo questionamentos que preocupavam os moradores. Além de fotografar documentos pessoais e endereços, os “vendedores” faziam visitas longas e queriam saber se o morador estava sozinho em casa, se era aposentado ou pensionista, valor da renda, entre outras informações pessoais e financeiras.

De acordo com comandante local da PM, subtenente Idoardo do Carmo Pereira, após a prisão dos suspeitos as vítimas relataram que não era um único vendedor a fazer a visita. E que enquanto um continuava conversava com o morador, “com um papo agradável e cativante”, o outro saia da casa, já levando consigo as fotos da documentação.

Esse vendedor que saia da casa estaria usando a documentação de vítima para gerar boletos e até fazer empréstimos bancários no valor de R$ 3 mil, segundo comandante do Núcleo da PM. Esse seria o valor da dívida supostamente contraída com a compra do filtro.

O subtenente Do Carmo disse que ao serem abordados pelos policiais os “vendedores” não conseguiram explicar qual era o valor do filtro e porque estavam cobrando R$ 3 mil.

No Boletim de Ocorrência das prisões foram listadas quatro vítimas, porém mais de 20 compareceram a delegacia denunciando os falsos vendedores. O subtenente explicou que decidiu levar a publico a venda suspeita de filtros usando uma emissora de rádio local e isso fez com que dezenas de pessoas fossem até a delegacia.

Os seis suspeitos e todo o material apreendido ficaram à disposição da Delegacia de Polícia de Barra do Bugres, a 44 quilômetros de Denise.

Serviço

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, pelo 190 ou, sem precisar se identificar, por meio do disque-denúncia 0800.65.3939. Nesse número, sem custo de ligação, qualquer cidadão pode informar situações suspeitas ou crimes.

Fonte: GOV MT

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Professora de Apiacás testa com sucesso aula online com alunos

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A Escola Estadual Vinícius de Moraes, localizada em Apiacás (1.100 quilômetros ao norte de Cuiabá) realizou com sucesso teste com a plataforma Teams fazendo a apresentação virtual entre alunos e professores. O resultado foi o melhor possível, deixando os estudantes eufóricos e motivados a estudar pela internet. A professora Cirlei Aparecida Silva que leciona numa turma de 2º ano do ensino fundamental, conheceu seus novos alunos utilizando um notebook e a maior parte dos alunos, aparelhos celulares.

Segundo a professora, a ideia surgiu da necessidade de conhecer o aplicativo, pois ele ainda não havia sido testado de forma prática. A partir daí, ela entrou em contato com os alunos e todos se apresentaram de forma virtual.  

“Eu precisava familiarizar-me, sentir o chão da nova realidade da sala virtual e falei com a diretora. Então realizamos essa apresentação com participação dos alunos, os quais são parte integrante e fundamental desse processo. “, destaca.

A turma é composta de 16 alunos na faixa etária 7 anos. Para iniciar o uso da plataforma Team, Cirlei em contato com os pais que demostraram interesse que as crianças acessassem as aulas online. Ao fazer um levantamento das crianças que possuem acesso ao aparelho celular ou computador e internet, a professora constatou que 11 estão conectados com a internet.

Para que todos os alunos se conhecessem, Cirlei realizou duas chamadas – uma às 08h e a outra, às 17h30. No momento do teste, apenas sete alunos acessaram a plataforma – os demais, embora com acesso à internet, são de uso do trabalho dos pais, o que dificultou a participação das crianças.

Os alunos ficaram fascinados, participaram muito bem, fizeram questionamentos, acerca do retorno, horário de aula e até queriam saber se haveria recreio.

“Esse reencontro virtual foi muito prazeroso, apesar de não ter disponível todos os recursos do Teams. E a tecnologia, é algo que empolga e motiva os alunos, isso é um fato inegável”, enfatiza.

Cirlei destaca que o foco dessa apresentação virtual era ter uma primeira experiência, primeiro contato. A professora acredita que a motivação inicial dos alunos será importante para o processo de aprendizagem.

A diretora Jaqueline Marrafão explica que essa primeira aula online foi uma sugestão da equipe gestora escola, para verificar  o contato dos pais com o aplicativo. “Com isso, conseguimos ter uma noção pelo levantamento que foi feito de quem tem Internet e vai usar o aplicativo”, frisa.

Fonte: GOV MT

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