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Ex-chefe da Polícia Civil do Rio vira réu por crimes de fraudes em licitação

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Brenno Carvalho / Agência O Globo
Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio, virou réu por crimes de fraudes em licitação

A 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio reformou decisão da primeira instância e tornou réu Rivaldo Barbosa , ex-chefe da Polícia Civil. Ele foi denunciado no ano passado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro junto com outros quatro delegados por crimes contra a Lei de Licitações. Além dele, tornou-se réu Carlos Leba , outro ex-chefe da Polícia Civil. A decisão da 2ª Câmara Criminal foi unânime.

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O MP acusou o grupo de ter deixado de fazer licitações fora dos casos permitidos pela lei. Os processos eram para contratar a prestação de serviços de informática para atender delegacias em todo o estado. Em pouco mais de um ano, a Polícia Civil fez três contatos emergenciais, que dispensam licitação, e que ultrapassam R$ 19 milhões.

A decisão da 2ª Câmara Criminal reformou a decisão da juíza Gisele Guida, da 38ª Vara Criminal, que tinha rejeitado a denúncia do MP. Para ela, na denúncia apresentada, não havia “indícios de dano ao erário e prejuízos aos cofres públicos”.

Na ocasião da denúncia, Barbosa negou irregularidades e a Polícia Civil divulgou nota afirmando que “a contratação foi feita em regime de emergência para que o banco de dados da polícia não fosse paralisado, o que geraria incalculáveis prejuízos ao trabalho da instituição e à prestação do serviço público essencial à sociedade”.

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Na nota, Barbosa disse ainda que “agiu com extremo zelo, transparência e, sobretudo, com responsabilidade social, como tem feito durante toda sua carreira pública. Diante disso, estranha o oferecimento de denúncia antes de criteriosa apuração e ao menos ter sido ouvido a respeito dos fatos”. Procurada nesta terça-feira (3), a Polícia Civil disse que não iria comentar.

Fonte: IG Nacional
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Tiroteio fecha a Rodovia Rio-Santos na altura de Angra dos Reis

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Reprodução/TV Globo
Polícia Rodoviária Federal disse que a ação foi “rápida”

A Rodovia Rio-Santos ficou fechada na manhã deste sábado (7) durante um tiroteio entre criminosos e agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF). A interdição ocorreu na altura da comunidade Sapinhatuba I, em Angra dos Reis , na Costa Verde do Rio.

De acordo com informações da PRF, os bandidos atacaram os policiais que estavam em uma viatura, dando início ao confronto. Os agentes tiveram o apoio de PMs.

A assessoria de imprensa da PRF não soube informar durante quanto tempo a rodovia ficou fechada, mas disse que “a ação foi rápida”. Ninguém ficou ferido na troca de tiros.

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Na tarde deste sábado, também há registro de tiroteios em outra comunidade de Angra, o Frade. Segundo informações da Polícia Militar, a troca de tiros é entre criminosos rivais que disputam o controle do tráfico no local. “O Frade se acabando em bala”, comentou uma internauta no Twitter. “Evitem as ruas, moradores”, escreveu outro homem. Também não há registros de mortos ou feridos nesse tiroteio.

Fonte: IG Nacional
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Dois índios Guajajara morrem durante atentado em BR no Maranhão

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Foto: Reprodução/Internet
Um carro passou e atirou contra dois indígenas que estavam em uma moto na estrada

Na manhã deste sábado (7), homens dentro de um carro atiraram contra dois indígenas do povo Guajajara que estavam de moto na estrada BR 226, que corta a aldeia El Betel, no município de Jenipapo dos Vieiras, localizado a 506 km de São Luís, no Maranhão.

Dois índios morreram e quatro ficaram feridos durante o atentado. A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihop).

Entre os mortos, está o indígena Firmino Silvino Guajajara , que estava na motocicleta, e um outro índio que ainda não teve identidade revelada. Um dos homens, conhecido como Nelsi Guajajara , que estava na moto, também foi alvejado na perna, mas não corre risco de morte. Mais três índios estão feridos, de acordo com as informações iniciais.

Segundo os relatos, os dois voltavam de uma reunião de articulação de povos indígenas para defesa de direitos. No mês passado, Paulo Paulino Guajajara, que trabalhava como guardião da floresta defendendo o território indígena contra exploração ilegal, foi assassinado por madeireiros próximo ao local do crime deste sábado.

Ao G1, o secretário de Estado em exercício de Direitos Humanos, Jonata Galvão, informou que as polícias Militar, Civil e a Fundação Nacional do Índio (Funai) já foram acionadas e estão no local. A Superintendência da Polícia Federal também já foi informada sobre o caso.

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Por meio de nota enviada à imprensa, a Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihopop) informou que os indígenas que feridos foram encaminhados para o hospital, com apoio do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) do Maranhão.

Nas redes sociais, um vídeo que circula mostra o índio ferido Nelsi Guajajara. Ele conta que foi surpreendido por um veículo de cor branca que disparou diversas vezes contra a motocicleta onde ele estava.

“Ele [o carro] passou devargazinho perto de nós ali e quando chegou perto de nós ele atirou, deu dois tiros. E ele ainda atirou nele ali [Firmino Guajajara]”, disse Nelsi Guajajara.

Em protesto contra o atentado, os indígenas bloquearam a BR-226. Equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Polícia Militar estão no local para tentar conter o protesto.

Na rede social, as lideranças reagiram . A líder indígena Sônia Guajajara se manifestou sobre o atentado contra os índios no Maranhão e pediu providências para o caso.


“Até quando isso vai acontecer? Quem será o próximo? É preciso que as autoridades tenham uma olhar específico para os povos indígenas, vida estão sendo tiradas em nome do ódio e preconceito! Nenhuma gota mais de sangue indígena!”, disse.

Fonte: IG Nacional
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